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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Papa convence mulher a não abortar e oferece-se para ser padrinho

In RR 

Anna Romano escreveu ao Papa quando soube que estava grávida, mas nunca esperou o telefonema que a convenceu a deixar avançar a gravidez.

 Foi o desespero que levou Anna Romano a escrever ao Papa Francisco. A mulher, italiana, encontrava-se grávida do seu amante, um homem casado, e este já lhe tinha deixado claro que não iria ajudar a criar o bebé, tentando convencê-la a abortar.

Sob pressão, Anna escreveu ao Papa, mais por desabafo do que por outra razão, e foi com grande surpresa que recebeu um telefonema de Francisco.

“Fiquei estupefacta ao telefone. Ouvi-o a falar. Tinha lido a minha carta. Assegurou-me que o bebé é um dom de Deus, um sinal da providência. Disse-me que nunca estaria sozinha”, conta Romano ao jornal italiano “Il Messagero”.

Após alguns minutos de conversa, a futura mãe encontrava-se novamente cheia de esperança e decidida a levar a gravidez até ao fim. “Ele encheu-me o coração de alegria quando me disse que eu era corajosa e forte pelo meu filho”, recorda.

As palavras do Papa foram ainda tranquilizadoras noutro sentido. Anna disse a Francisco que gostaria de baptizar o filho, mas "tinha medo que não fosse possível", por ser "mãe solteira e divorciada". O Papa não só explicou que seria possível baptizá-lo, como se ofereceu para ser ele próprio o padrinho. “Estou convencido que não terá dificuldade em encontrar um pai espiritual, mas, se não conseguir, estou sempre disponível”, disse Francisco.

Compreensivelmente, Anna Romano já fez saber que, se a criança for rapaz, chamar-se-á Francisco.

Desde a sua eleição, o Papa já pegou várias vezes no telefone para falar pessoalmente com pessoas que sabia estarem a passar dificuldades. Um caso envolveu um rapaz cujo irmão tinha sido morto e, mais recentemente, uma mulher argentina vítima de violação.




terça-feira, 13 de agosto de 2013

Pope Francis: parents must teach their children reverence for life in the womb - by Hilary White

ROME, August 12, 2013 (LifeSiteNews.com) – In a message for Brazil’s National family Week, Pope Francis said it is the task of parents to pass on reverence for human life at all stages to their children.

“In a particular way, faced with the culture of waste, that relativizes the value of human life,” the pope said, “parents are called to pass on to their children the understanding that this must always be defended, already in the mother’s womb, recognizing in it a gift from God and an assurance of mankind’s future, but also in the care shown to the elderly, particularly to grandparents, who are the living memory of a people and the transmitters of life's wisdom.”

Last week the pope also urged the Knights of Columbus to renew their dedication to the cause of the defence of the family and of life at all its stages.  In a letter, the pope called on the knights to emulate St. Joseph, the protector of the Holy Family, and “to bear witness to the authentic nature of marriage and the family, the sanctity and inviolable dignity of human life, and the beauty and truth of human sexuality.” 

“In this time of rapid social and cultural changes, the protection of God’s gifts cannot fail to include the affirmation and defense of the great patrimony of moral truths taught by the Gospel and confirmed by right reason, which serve as the bedrock of a just and well-ordered society,” the letter continued. 

Signed by Secretary of State Tarcisio Cardinal Bertone on the pope’s behalf, the letter was addressed to the 131st Supreme Convention of the Knights of Columbus that was held in San Antonio, Texas August 6-8th.

Shortly after the recent papal visit to Brazil for World Youth Day, the government passed legislation loosening abortion restrictions. The new law requires health care centers to provide the abortifacient “morning-after pill” to rape victims up to 72 hours after the crime. 

Twenty pro-life organizations in Latin America issued a joint statement saying, “We have studied the measure and we can see in it the same strategy that is being used in all of our countries to promote widespread use of an abortifacient drug without a prescription.”  

Asked by a Brazilian journalist during the flight back to Rome why, given the urgency of the situation, he had not mentioned abortion during the week of World Youth Day, Pope Francis responded, “The Church has already expressed herself perfectly on this. It wasn’t necessary to go back to this, nor did I speak about fraud or lies or other things, on which the Church has a clear doctrine.  

The pope added, “It wasn’t necessary to talk about that, but about positive things that open the way to youngsters, isn’t that so? Moreover, young people know perfectly well what the position of the Church is.” 

As a cardinal the pope had strongly condemned abortion, even in cases of rape.

In a 2007 speech given to a gathering of priests and laity on October 2nd, then-Cardinal Bergoglio issued a defense of life even in cases of rape saying: "we aren’t in agreement with the death penalty," but "in Argentina we have the death penalty.  A child conceived by the rape of a mentally ill or retarded woman can be condemned to death."

In 2005, he urged Catholics to oppose abortion even if they “deliver you to the courts” or “have you killed.”

sábado, 13 de julho de 2013

Vá lá a gente entender… ; uma “profecia” sobre o Papa Francisco; e o estado em que estamos… - por Nuno Serras Pereira



13. 07. 2013

1. Ele há muita gente que todos os dias ouve religiosamente programas de rádio, lê atentamente jornais diários e vê hipnotizado programas quotidianos nas televisões – grande parte dessa massa fá-lo em relação ao futebol, outra (sendo que não poucos são os mesmos) relativamente à política, uma outra ainda à economia e finanças, e talvez todos às telenovelas intermináveis ou a algumas séries televisivas. E isto durante anos a fio. Estas pessoas que expendem imensas horas semanais, mensais, anuais casmurrados nos mesmos temas desprezam e dão como doentiamente obcecado, necessitado de internamento urgente, quem de vez em quando escreve textos sobre a protecção da vida humana principalmente nos seus inícios e no seu termo, sobre a verdade do amor e da sexualidade humanos, da família, da liberdade cristã, do Magistério da Igreja. Não há pachorra! Irra que já chega! É mesmo um maçador insuportável! Uma peste!

2. Houve na longínqua Rússia um acidente de autocarro em que morreram 3 pessoas, na enigmática China ruiu um prédio degradado que deixou desabrigadas 4 famílias, em Trás-os-Montes despistou-se um automóvel tendo ficado feridos dois dos seus ocupantes, em Londres um avião teve de regressar ao aeroporto por causa de uma avaria que só se detectou no ar, há um naufrágio entre África e Lampadosa (Lampedusa) com dois mortos e dezenas de desaparecidos. Tudo isto é noticiado com emoção frenética ao longo do dia, quando não de dias, e por vezes com enviados especiais ou através de correspondentes; sendo que o locutor dá a notícia que é em seguida repetida pelo repórter no local ou o bombeiro entrevistado para novamente ser repisada pelo mesmo locutor. E pode até acontecer que o Santo Padre se desloque ao lugar para rezar pelas vítimas, pedir perdão e bradar contra a indiferença e a injustiça da cumplicidade global.

Em Portugal matam directa propositadamente, de modo violento, 50 (cinquenta) crianças por dia, sendo que no abortadouro dos arcos no centro de Lisboa a média é de 25 por dia útil. Não há reportagens, não há noticiários, não se confrontam as autoridades, não há repórter em directo no local. Três mortes na Rússia por acidente rodoviários têm “prime time”, abrem noticiários nacionais; 50 crianças nascituras assassinadas não merecem atenção,  são desprezadas.

A “profecia”: O Papa Francisco um dia rezará Missa num hospital ou diante de uma “clínica” onde se realizem abortamentos. 

3. Surge um partido político que reivindica cuidados de saúde somente para quem os possa pagar, o direito de propriedade só para quem tenha elevados rendimentos, o patrocínio, inclusive económico, da cessação de socorro aos toxicodependentes, da proibição de auxílio aos que não têm abrigo e ao desapoio do estado à educação; reivindica outrossim o regresso à escravatura, o aumento do desemprego e o desterro dos judeus. Levanta-se um grande clamor, mas com o tempo, outros partidos, primeiro timidamente, depois com descaro, começam, com a cumplicidade activa dos grandes meios de comunicação, a advogar o mesmo. O bom povo português, o povo católico, o povo que peregrina a Fátima, vota na mesma e continuadamente nesses partidos. Estes alcançam o poder e começam a fazer investidas mais concretas e desabridas, o povo continua a elegê-lo. Os Bispos dão-se tu-cá-tu-lá com os líderes, são muito manos, fazem profissões de fé na democracia e são lisonjeados pelo poder. De consciência tranquila, dizem que já se pronunciaram ao declararem os princípios da Doutrina Social da Igreja – a dignidade da pessoa humana, o bem comum, a solidariedade e a subsidiariedade. A quem lhes pede maior intervenção repontam dizendo que não nos podemos fixar só em alguns assuntos e que há que manter o diálogo e as melhores relações com as instituições. E de bom grado dão a Sagrada Comunhão aos políticos católicos que advogam a escravatura, o exílio das gentes de raça judaica e todas as demais coisas acima referidas. A comunicação social da Igreja, muito pluralista, em nome do acolhimento, dá tempo de antena, convida para comentadores residentes e dá púlpito hertziano aos que promovem tudo o que foi anteriormente referido. Entretanto surgem referendos em que o sempre bom povo, povo católico e povo peregrino de Fátima dá o seu assentimento a tudo isto.

Se todas estas coisas nos parecem que nunca acontecerão, que são impossíveis, então é porque não nos enxergamos, uma vez que igualmente graves senão mesmo mais mortais do que essas já sucedem.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Cardinal Burke : « l’Église catholique n’approuvera jamais les unions homosexuelles »

In FC

Le cardinal Raymond Leo Burke, préfet du Tribunal suprême de la signature apostolique, était présent aux journées Evangelium vitae conclues par le pape François le 16 juin à Rome. Il exhorte les catholiques à se mobiliser – y compris dans la rue si nécessaire – pour défendre la famille et la vie.


La défense de la vie est un combat incessant pour l’Église, comme l’atteste entre autres la continuation des journées Evangelium vitae lancées par Jean-Paul II. Où s’enracine cette priorité ?

La loi que la Révélation nous a donnée nous apprend que le premier droit d’un être humain est de vivre. Cette vérité qu’est l’inviolabilité de la vie innocente, est d’autant plus évidente lorsque l’on se souvient que le Christ est mort pour tous les êtres humains, sans exception. Rappelons également la parabole du jugement dernier : « Ce que vous faites au plus petit d’entre les miens, c’est à moi que vous le faites » (Matthieu 25,40). Or, ceux qui sont vivants mais qui ne sont pas encore nés, sont les plus petits. C’est pour cela que l’Église appellera toujours à protéger cette vie innocente. De plus, le premier précepte de loi naturelle est de promouvoir et de protéger la vie humaine. Inscrit dans le cœur de chacun, ce précepte est partagé par tout le monde, quelle que soit l’orientation spirituelle.

Une note de la Congrégation pour la doctrine de la foi, signée par le cardinal Ratzinger en 2004, indiquait qu’il ne fallait pas donner la communion aux hommes et femmes politiques catholiques soutenant publiquement l’avortement. Est-elle toujours d’actualité ?

Absolument ! Les hommes politiques qui se disent catholiques, mais qui soutiennent l’avortement en prétendant ne pas vouloir imposer leurs convictions religieuses sont dans l’erreur puisque, ainsi que je l’ai dit, la révélation divine ne vient que confirmer ce que la loi naturelle, accessible à tous, a déjà établi. Et ceux qui font ouvertement la promotion de l’avortement ne doivent donc pas avoir accès à la sainte communion. Cette règle de discipline canonique est prévue par le Code de droit canonique à l’article 915. Les catholiques doivent savoir manifester leur opposition, y compris dans la rue, lorsque cela est nécessaire.

Quel doit être le rôle de la famille dans le respect de la vie ?

La famille a le premier rôle car ce sont les parents qui doivent apprendre à leurs enfants à respecter la vie humaine et à se respecter eux-mêmes. Dans un deuxième temps, l’éducation religieuse doit préparer les enfants à avoir ce regard. Dans cette optique, la catéchèse est très importante. Pendant des années, la manière d’enseigner le catéchisme aux enfants a été tellement pauvre qu’il y a une nécessité de réaliser un vrai travail sur ce point. J’espère que ce temps où la catéchèse a été appauvrie est révolu. Je me souviens que, lorsque j’étais évêque d’un diocèse, j’ai essayé tant que j’ai pu de remédier à ces problèmes.

Vous êtes préfet du Tribunal suprême de la signature apostolique, qui veille à la bonne administration de la justice ecclésiastique. Qu’en est-il de l’enseignement de l’Église concernant les unions homosexuelles ?

L’enseignement de l’Église est très clair. L’union sexuelle est morale dans le cadre du mariage, celle-ci étant l’expression d’un amour fidèle, permanent et fécond, c’est-à-dire procréatif, entre un homme et une femme. Une note de la Congrégation pour la doctrine de la foi, parue en 2003 et signée par le cardinal Ratzinger, alors préfet de cette même congrégation, condamnait ainsi toute forme de légalisation des unions homosexuelles. La nature nous enseigne que l’homme et la femme sont faits l’un pour l’autre. L’altérité est une condition nécessaire au mariage. Il faut donc comprendre que l’Église catholique n’approuvera jamais les unions homosexuelles, qui ne peuvent être naturellement procréatives.

En France, la loi légalisant le mariage homosexuel a été votée. Que doivent faire les catholiques désormais ?

J’ai suivi le combat des Français contre cette loi. Je peux leur dire ceci : continuez à manifester, continuez à montrer que cette loi est injuste et immorale. L’Église vous soutiendra dans ce combat pour la justice. J’encourage ainsi les prêtres et les évêques à continuer sur cette voie et manifester leur opposition dans la rue si nécessaire. C’est important qu’ils montrent l’exemple. Moi-même, il m’est arrivé de manifester, notamment à l’occasion de Marche pour la vie. Dans Evangelium vitae, Jean-Paul II fait référence à la désobéissance civile, c’est dans ce genre de cas que nous devons la pratiquer.

Les parents ont également un travail à effectuer contre ces lois insidieuses. Ils doivent surveiller ce que font leurs enfants. Le pire aujourd’hui est sans nul doute la pornographie. Les parents doivent faire attention notamment lorsque les enfants utilisent l’ordinateur et regardent des choses dont ils ne mesurent pas les effets et qui font beaucoup de mal.

Comment préserver les enfants de ces dérives sociétales lorsqu’elles s’affichent dans la rue ?

Il faut que les parents essaient de garder leurs enfants loin de tout cela et de leur expliquer ce qui est bien et ce qui est mal. L’école est également un lieu dans lequel il faut s’investir. Il faut notamment que l’enseignement catholique soit encore plus catholique qu’il ne l’est actuellement.

Pierre de Calbiac

domingo, 12 de maio de 2013

O Papa Francisco é o Cardeal J. Bergolio? - por Nuno Serras Pereira

12. 05. 2012

Para muitos parecerá abstrusa, se não mesmo absurda a interrogação que titula este pequeno texto. Pois se foi o Cardeal Bergoglio que foi eleito e aceitou ser Papa é evidente que são a mesma pessoa, exclamarão. Que sejam o mesmo e único ser humano concedo-o facilmente, mas que o Papa Francisco seja o Cardeal Bergoglio nego-o categoricamente. De facto, ao aceitar o encargo que o colégio eleitor cardinalício, assistido pelo Espírito Santo (n. b. – a Doutrina da Igreja não ensina que seja o Espírito Santo a escolher os Bispos de Roma; mas sim que Ele concede a Sua assistência aos Cardeais eleitores; os quais poderão estar abertos ou fechados à Sua inspiração), lhe confiou, deixou, de ser Cardeal e passou a ser o Santo Padre. Daqui que o ensino, o Magistério, o governo, as entrevistas, etc., do Cardeal Bergoglio não se podem confundir com as do Papa Francisco I. É certo que todo o seu passado, principalmente como Bispo, pode ajudar a compreender o seu ensino e proceder, mas não é menos verdade que pode também ser uma dificuldade ou um estorvo para isso mesmo. Quem possua um conhecimento, ainda que superficial da história da Igreja e de teologia, sabe isto muito bem. Para não multiplicar os exemplos, recuando na história, basta lembrar que o Cardeal Ratzinger se manifestou contra a entrada da Turquia na União Europeia e que o Papa Bento XVI se pronunciou a seu favor; em cartas tornadas públicas, por consentimento dos próprios, um “líder” da Igreja Ortodoxa, amigo do Cardeal Ratzinger, escreveu ao Papa Bento XVI estranhando algumas das suas posições, que pareciam contraditórias com o que ele advogava enquanto teólogo e Cardeal; Bento XVI, na sua réplica, explicou que como Papa a sua vocação e missão tinha exigências e responsabilidades diferentes das de teólogo e Cardeal.


Jorge Bergoglio, como Cardeal e para alguns ainda mais como jesuíta (smile), não tem o carisma da infabilidade, muito menos numa mera entrevista; nem mesmo o Santo Padre o tem nessas circunstâncias. Ora na minha opinião, falível como é óbvio, o texto a que ontemfiz referência de Sandro Magister, tentando explicar a atitude actual do Papa Francisco, de se abster de distribuir a Sagrada Comunhão, com uma prática e entrevista sua, dada enquanto Cardeal, poderá gerar ruinosos equívocos; este teólogo vaticanista é lido no mundo inteiro, e seguido por eminentes teólogos, Bispos e Cardeais. Mais, estou em que a prática do Cardeal Bergoglio não era correcta e que a explicação que adianta na entrevista, que não é uma acto do seu Magistério Episcopal, padece de confusão ou de insuficiente compreensão doutrinal. Mas se o erro e a falha de entendimento são meus, renovo o pedido que ontem fiz: que me admoestem e corrijam. Não há nisto nenhuma espécie de ironia. Como não o há quando afirmo que submeto tudo quanto até hoje escrevi à autoridade da Santa Igreja e que estou disposto a que tudo seja reduzido a cinzas e lançado na imundície. Isto são declarações formais, sem sombra de astúcia ou simulação. Aliás, de há muito que escrevi, e tenho-o dito repetidamente, no dia em que alguém que seja dotado da autoridade para o fazer, me mandar que não escreva mais, fá-lo-ei imediatamente; poderei depois recorrer a instâncias superiores para verificar se a decisão é ou não confirmada; mas obedecerei prontamente, assim Deus me conceda a Sua Graça.


Variadíssimos leitores tiveram a amabilidade de me escrever no seguimento do texto que ontem enviei, uns agradecendo, outros louvando, outros ainda injuriando-me. A todos estou grato, principalmente aos que me acoimaram de soberba desmedida, gerador de hereges, etc., mais lhes fico reconhecido se rezarem por mim. Porém, apesar das arguições me serem proveitosas, parece-me que talvez não fosse pior que me enviassem textos argumentativos, mostrando-me os erros em que possa ter incorrido e explicando-me por que não tenho razão.


Acresce que alguns estão persuadidos de que a única coisa que me move é a defesa da vida. Estão enganados. A defesa da Fé, a Salvação das almas e da Santidade Eminentíssima da Eucaristia, raiz, centro, e cume da Igreja e de toda vida cristã são, julgava que era totalmente claro, o móbil essencial do que ontem redigi. Embora não ignore, como podia fazê-lo?, a defesa da vida que de resto, como o demonstrou, recentemente, com uma clareza e inteligência raras o Arcebispo G. Crepaldi, está intimamente vinculada com essas realidades.


Há, nos dias que correm, uma indiferença arrepiante para com as profanações e os sacrilégios eucarísticos. Chego a interrogar-me se muita gente, inclusive alguns prelados, acreditam mesmo (ou no mínimo se têm uma consciência suficiente) na Presença Real, na Majestade infinita de Deus, na gravidade do pecado mortal.


Pode um Papa ser corrigido? Desde que S. Pedro, o primeiro e o maior entre todos, esse sim directamente escolhido por Cristo, o foi, primeiro por um galo e depois por S. Paulo, não se vê razão para que outro não o possa também ser. Tem acontecido ao longo da história da Igreja.

Il principio della difesa della vita umana e l'impegno pubblico della fede cattolica - di Arcivescovo Giampaolo Crepaldi

Roma, (Zenit.org)

L'intervento di monsignor Giampaolo Crepaldi, arcivescovo di Trieste, al convegno per la Marcia per la vita, che si è svolto oggi all'Ateneo Pontificio Regina Apostolorum

1. Dedico questo mio intervento ad una riflessione sulla centralità del tema della difesa della vita umana fin dal concepimento per la Dottrina sociale della Chiesa e, in generale, per continuare a permettere che la religione cattolica abbia un ruolo pubblico, come deve necessariamente avere1. Ritengo importante situare la riflessione sulla difesa della vita, anche quella condotta dal punto di vista scientifico-medico come viene fatto in questo convegno, dentro la Dottrina sociale della Chiesa, ossia dentro il rapporto della Chiesa con il mondo. Perché in questo consiste il ruolo pubblico della fede cattolica, che non parla solo all’interiorità delle persone, ma esprime la regalità di Cristo anche sull’ordine temporale e attende la ricapitolazione di tutte le cose in Lui, Alfa e Omega. La regalità di Cristo ha un significato spirituale2, certamente, ma ne ha anche uno cosmico e sociale. Senza questa dimensione pubblica, la fede cattolica diventa una gnosi individuale, un culto non del Dio Vero ed Unico ma degli dèi, una setta che persegue obiettivi di rassicurazione psicologica rispetto alla paura di essere “gettati” nell’esistenza.

2. Innanzitutto il tema della difesa della vita porta con sé il messaggio della natura. Ci dice che esiste una natura e, in particolare, una natura umana. Non ci sono altre motivazioni valide per chiedere il rispetto del diritto alla vita e, per contro, chi non lo rispetta è perché nega l’esistenza di una natura umana o la riduce ad una serie di fenomeni governati dalla necessità. La vita, invece, ciriconduce alla natura orientata finalisticamente, come lingua, come codice3. La nostra cultura ha perso l’idea di fine4. Ha cominciato a perderla quando Cartesio ha interpretato il mondo come una macchina e Dio come colui che ha dato un calcio al mondo, o forse anche prima. Oggi viviamo in una cultura post-naturale, come dimostra ampiamente il perversare dell’ideologia del gender5, da vedersi come una cultura post-finalstica. Il principio di causalità, che nella filosofia classica, era connesso con quello di finalità, se ne è staccato. La realtà non esprime più un disegno ma solo una sequenza di cause materiali. Rilanciare una cultura della difesa della vita significa allora anche recuperare la cultura della natura e la cultura dei fini.

3. Il concetto di natura porta con sé la dimensione dell’indisponibile. Se la natura è “discorso” e “parola”, essa esprime un senso che ci precede. Non siamo solo produttori di parole, siamo anche uditori della parola che promana dalle cose, dalla realtà, dalla sinfonia dell’essere. Ammettere la vita come dono inestimabile significa riconoscere che nella natura c’è una parola che ci viene incontro e che ci precede. Ogni nostro fare deve tener conto di qualcosa che viene prima: il ricevere precede il fare6. C’è qualcosa di stabile prima di ogni divenire. Negare la natura apre la porta culturale alla manipolazione della vita, perché viene meno la dimensione dell’accoglienza e della gratitudine. Non si è accoglienti e grati nei confronti di ciò che produciamo noi, ma solo di ciò che ci viene incontro e si manifesta come un dono di senso. Se questa dimensione viene meno a proposito della vita nascente si indebolirà anche in tutte le altre situazioni della vita e la società perderà inesorabilmente la dimensione della reciproca responsabilità, come afferma la Caritas in veritate al paragrafo 287.

4. Se la natura è un discorso che ci interpella non ne è però il fondamento ultimo. La natura non dice mai solo se stessa. La vita nascente non dice mai solo se stessa. E’ discorso che rimanda ad un Autore. Anche nella persona umana nessun livello dice solo se stesso e non c’è nulla nell’uomo di esclusivamente materiale. Nessun livello della realtà è pienamente comprensibile rimanendo al suo proprio livello. Quando pretendiamo di considerare qualcosa solo al suo livello finisce che non la consideriamo più nemmeno a quel livello. Il Cardinale Caffarra, questa mattina, ha concluso la sua Lezione con una citazione da Gómez d’Ávila8, autore che riprendo qui volentieri anch’io: «Quando le cose ci sembrano essere solo quel che sembrano, presto ci sembreranno essere ancor meno. La natura rivela il Creatore, si presenta non solo come discorso ma anche come “discorso pronunciato”, come Parola. Quando si è tentato di staccare la natura dal Creatore si è finito per perdere anche la natura. Quando si vuole staccare il diritto naturale dal diritto divino si finisce per perdere anche il diritto naturale. Quando si stacca la dimensione fisica della persona dalla sua dimensione spirituale e trascendente si finisce per non tutelare più nemmeno la sua dimensione fisica. Se si pensa che la natura dica solo se stessa finisce che la natura non ci dice più niente. Oggi la vita nascente rischia di non dire più niente, ossia di non venire nemmeno più compresa come vita nascente, ma come semplice processo biologico. Nei suoi confronti ci si comporta sempre più come produttori piuttosto che come uditori. Ma non è la natura a non dirci più niente, è la nostra cultura che ha perso il codice per comprenderla. E questo codice non è solo un alfabeto umano.

5. Allora il tema della difesa della vita rimanda alla natura, rimanda a quanto ci precede e rimanda al Creatore. Difendere la vita è difendere la vita, ma è anche fare un’operazione culturale alternativa alla cultura attuale: ricominciare a parlare di un ordine e non solo di autodeterminazione. C’è un ordine che ci precede voluto da un Ordinatore. Il Creato è un ordine e non un mucchio di cose gettate a caso. Questo ordine è ordinato ed ordinativo, ossia esprime un dover essere e un dover fare. In altre parole è un ordine morale. Se quello ontologico è un ordine, non può non tradursi in un ordine morale9. Eliminato il bene ontologico non c’è più spazio per il bene morale. All’ordine morale radicato nell’ordine ontologico appartiene anche la società, la convivenza umana. Ecco perché il tema della difesa della vita è centrale per la costruzione della convivenza umana degna della dignità naturale e soprannaturale della persona. Ecco perché - credo di poter dire – negli elenchi dei cosiddetti “principi non negoziabili” che in varie occasioni il Sommo magistero della Chiesa ha formulato, il principio del rispetto della vita figura sempre al primo posto e non manca mai.

6. Solo se c’è una natura, e solo se questa natura è in sé un discorso, è possibile l’uso della ragione. Parlo qui non della ragione misurante i fenomeni, ma della ragione che scopre orizzonti di senso. Solo se l’ordine sociale si fonda su una simile natura è possibile l’uso della ragione pubblica. Viceversa, si avrà solo la ragione procedurale10. Si capisce quindi perché la difesa della vita abbia una importanza fondamentale per ricostruire la possibilità stessa di un uso pubblico della ragione. Ed infatti – lo vediamo – la negazione del dovere pubblico di proteggere la vita nascente nasce da una diserzione della ragione ad essere ragione pubblica, riducendosi a ragione privata. La verità accomuna, le opinioni dividono. E’ molto significativo che anche filosofi come Habermas abbiano di recente riconosciuto la fondamentale importanza del concetto di natura11, visto ancora in senso non pieno, ma comunque tale da riconoscere i limiti di una ragione solo procedurale, con il che il dialogo pubblico è inquinato in partenza.

7. L’uso pubblico della ragione è di fondamentale importanza per il ruolo pubblico della fede cattolica. Questa, infatti, non trasferisce immediatamente il diritto rivelato nel diritto civile, ma si affida al diritto naturale, quindi al concetto di natura e di ragione pubblica12. A quest’ultima spetta il compito di riconoscere l’ordine sociale come un discorso finalistico sulla convivenza umana. La fede non si sostituisce alla ragione. Ma non la abbandona nemmeno a se stessa. Se non c’è ordine naturale non c’è ragione pubblica, se non c’è ragione pubblica non c’è dialogo pubblico tra ragione e fede. Se non c’è dialogo pubblico tra ragione e fede non c’è dimensione pubblica della fede cattolica. Se non c’è dimensione pubblica della fede cattolica non c’è la fede cattolica. Lo riscontriamo: man mano che la ragione si privatizza anche la fede si privatizza. Se il credente, quando entra nella pubblica piazza, deve rinunciare alle ragioni della propria fede, alla fine pensa che la propria fede non abbia ragioni. Ma senza ragioni viene meno non solo il versante pubblico della fede, bensì anche quello personale ed intimo. Ecco perché il tema della difesa della vita umana fin dal concepimento è fondamentale per mantenere e sviluppare il dialogo tra la ragione e la fede. E, come si sa, proprio in questo consiste la Dottrina sociale della Chiesa.

8. Da queste semplici e sintetiche osservazioni risulta tutta l’importanza non solo della Marcia di domani, ma anche di questo convegno. Tutta l’importanza del multiforme impegno di chi mi ascolta e delle realtà associative che ognuno di voi ha dietro di sé, a difesa della vita umana nascente. Risultano anche, per contrasto, le gravi conseguenze che un affievolimento di questo impegno porta con sé, e non solo in ordine al tema specifico, appunto la difesa della vita, ma anche in ordine alla vita della fede. La fede nella vita è benefica anche per la vita della fede. Per ottenere questo risultato è necessario collocare il tema della difesa della vita dentro la Dottrina sociale della Chiesa, come del resto ha fatto il Magistero a cominciare dalla Evangelium vitae. In questo caso non si chiude il tema della vita dentro un recinto. In realtà così facendo lo si colloca là dove la Chiesa si interfaccia con il mondo e dove ragione pubblica e fede pubblica dialogano tra loro dentro l’unità della Verità.

*
NOTE

1 Ho illustrato le ragioni teologiche del ruolo pubblico della fede nel primo capitolo del mio libro Il Cattolico in politica. Manuale per la ripresa, Cantagalli, Siena 20122.
2 Come ha detto Benedetto XVI in Messico nel Discorso a León del 25 marzo 2012.
3 Della natura umana come “lingua” ha parlato, per esempio, Benedetto XVI nel Discorso ad un gruppo di Vescovi degli Stati Uniti in visita “ad limina”del 19 gennaio 2012-
4 Cf R. Spaemann-Reinhard Löw, Fini naturali. Storia e riscoperta del pensiero teleologico, Ares, Milano 2013.
5 Cf G. Crepaldi e S. Fontana, Quarto Rapporto sulla Dottrina sociale della Chiesa nel mondo - La colonizzazione della natura umana, Cantagalli, Siena 2012.
6J. Ratzinger, Introduzione al cristianesimo. Lezioni sul Simbolo apostolico, dodicesima edizione con un nuovo saggio introduttivo, Queriniana, Brescia 2003, pp. 41. Ho ritenuto di dover interpretare l’intesa enciclica di Benedetto XVI Caritas in veritate in questa chiave: G. Crepaldi, Introduzione a Benedetto XVI, Caritas in veritate, Cantagalli, Siena 2009, pp. 7-42.
7 «Se si perde la sensibilità personale e sociale verso l’accoglienza di una nuova vita, anche altre forme di accoglienza utili alla vita sociale si inaridiscono” (Benedetto XVI, Lett. Enc. Caritas in veritate n. 28).
8 In margine a un testo implicito, Adelphi, Milano 1996.
9 Lo spiega molto bene J. Pieper in La realtà e il bene, Morcelliana, Brescia 2011.
10 G. Crepaldi, Ragione pubblica e verità del Cristianesimo negli insegnamenti di Benedetto XVI, in G. Crepaldi, Dio o gli dèi. Dottrina sociale della Chiesa, percorsi, Cantagalli, Siena 2008, pp. 81-94.
11 M. Borghesi, I presupposti naturali del poter-essere-se-stessi. La polarità natura-libertà di Jürgen Habermas, in F. Russo (a cura di), Natura cultura libertà, Armando, Roma 2010.
12 Benedetto XVI, Discorso al Reichstag di Berlino, 22 settembre 2011.

Primera vez en el mundo: Operan en el vientre materno a bebé con obstrucción en laringe

BARCELONA, 10 May. 13 / 11:42 am (ACI/Europa Press).- Los hospitales de Sant Joan de Déu de Esplugues de Llobregat y Clínic de Barcelona (España) han operado por primera vez en el mundo con éxito a un feto de 21 semanas que tenía una obstrucción en la laringe, una patología que en la mayoría de las ocasiones acaba con la muerte antes de nacer.

La operación, que tuvo lugar el 14 de marzo de 2012, se ha dado a conocer este jueves, diez meses después del nacimiento del niño, llamado Gonzalo, que lleva una vida normal y sin secuelas.

La paciente fue enviada a Barcelona desde el Hospital de Cartagena, donde detectaron que el feto tenía los pulmones muy dilatados y ello comprimía el corazón y podía derivar en un fallo cardiaco.

"Dábamos todo por perdido, nos dijeron en Cartagena que teníamos que abortar, pero que antes fuéramos a Barcelona", ha relatado Francisco, el padre del bebé, ante los medios de comunicación.

En Barcelona, los médicos confirmaron que la laringe del feto estaba totalmente obstruida, lo que impedía que los pulmones expulsaran sus secreciones por la tráquea, y ofrecieron a los padres una intervención para desobstruir la laringe, algo que se había intentado tres veces en el mundo sin éxito.

El equipo de cirugía fetal de Sant Joan de Déu y del Clínic operó el feto en el vientre de la madre, introduciendo un fetoscopio --un endoscopio especial de sólo 3 milímetros de grosor-- que confirmó que la laringe estaba obstruida por una membrana que, posteriormente, perforaron y eliminaron.

El jefe del servicio de cirugía fetal, Eduard Gratacós, ha explicado que "la operación se estuvo preparando durante una hora y media para inmovilizar al feto y colocarlo en la posición idónea, y la cirugía en sí duró tan sólo 22 minutos".
Esta es la primera vez en el mundo que se desobstruye una laringe en un feto en el vientre materno, una operación "que es muy compleja ya que es difícil llegar a la tráquea sin romper nada", ha dicho Gratacós.

La obstrucción laríngea es una malformación extraña que provoca la muerte a la mayoría de fetos que la sufren, y los que sobreviven acaban falleciendo o con secuelas muy graves, ya que el tejido pulmonar queda gravemente dañado.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Grave denuncia: Asesinato de bebés sobrevivientes al aborto en EEUU es práctica extendida

WASHINGTON D.C., 02 May. 13 / 08:05 pm (ACI/EWTN Noticias).- Una serie de recientes videos confirman que el asesinato de niños sobrevivientes al aborto no sólo lo realizaba el controvertido Dr. Kermit Gosnell en su clínica de Filadelfia (Estados Unidos), sino también son cometidos en otras clínicas abortivas, según lo declaró la conocida presidenta del grupo próvida Live Action, Lila Rose.

“Con nuestra investigación se puede ver que los horrores revelados durante el juicio Gosnell no son exclusivos de esa clínica (…). Nuestros vídeos muestran prácticas verdaderamente horribles, ilegales e inhumanas que suceden al interior de muchas instalaciones de abortos en Estados Unidos “, señaló Rose en diálogo con ACI Prensa.

Las prácticas del Dr. Gosnell, conocido por asesinar a bebés sobrevivientes a abortos, y acusado del asesinato de una madre y sus cuatro hijos que nacieron vivos en un procedimiento de aborto fallido, son prácticas que forman “parte del día a día en la oficina de los abortistas y de su personal", detalló Rose.

En un informe transmitido el 9 de abril en un canal afiliado a la cadena ABC en Filadelfia, WPVI, se reveló que varias enfermeras de Planned Parenthood de la ciudad de Delaware, habían dejado su trabajo en la clínica de abortos por la inseguridad laboral que estaban expuestas por las condiciones insalubres del lugar y "para proteger sus propias licencias médicas”.

Una de las trabajadoras Jayne Mitchell-Werbrich dijo a WPVI que "no podría decir cómo era ridículamente peligroso”, mientras que Joyce Vasikonis agregó que "estaban utilizando instrumentos que no eran estériles en los pacientes".

Un exempleado de Gosnell, Stephen Massof, encarcelado luego que se declarara culpable de asesinato en tercer grado de dos recién nacidos, cuando presentó su testimonio en la corte a principios de abril, dijo que vio alrededor de 100 bebés nacidos vivos y afirmó que luego comprobó que los habían cortado en la nuca con tijeras para asegurar su muerte.

Un video encubierto de Live Action del 28 de abril, muestra a una mujer con 23 semanas de embarazo preguntándole a un consejero del Centro de Salud de la Dra. Emily, qué harían luego con el niño después del aborto, a lo que el consejero respondió que al bebé vivo lo pondrían en un frasco lleno de una solución que garantice su muerte y enviado luego a un laboratorio para su análisis.

La mujer embarazada preguntó qué pasaba si el bebe con los espasmos infantiles mostraba señales de vida, a lo que el consejero respondió “la solución hará que se detenga. Ese es el propósito de la solución (…), se detendrá automáticamente. No va a ser capaz de respirar más".

Rose dijo que Life Action llevó a cabo una investigación sobre abortos tardíos a sabiendas de que un estudio de 2007 en el British Journal of Obstetrics and Gynecology encontró que 1 de cada 30 niños sobreviven intentos de aborto, y que hasta 1 de cada 10 niños sobreviven intentos de aborto realizado después de 23 semanas de gestación.

"Nuestros niños que son más débiles sobreviven a estos brutales abortos tardíos porque es un procedimiento que por su estado avanzado implica la inducción al parto –pero en el aborto– el abortista tiene que matar, ya sea en el proceso o en el útero, pero a veces el bebé sale con vida", expresó Rose.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Admirável entrevista do Cardeal Burke - Vatican Cardinal: ‘Individual bishops’, not just conferences must fight culture of death (exclusive) - by Hilary White, Rome Correspondent

ROME, April 23, 2013 (LifeSiteNews.com) – The bishops of the world must, as individuals, take the lead in combating the Culture of Death, and not wait for the national conferences, Cardinal Raymond Burke told LifeSiteNews.com in an interview yesterday.

“It should be emphasized that the individual bishop has a responsibility in this matter. Sometimes what happens is the individual bishops are unwilling to do anything because they wait for the national bishops’ conference to take the lead.”

Warning against some of the bureaucratic trends of “truth by committee” in the Church’s organisation, Cardinal Burke said, “Simply by the way these conferences work, it can be years before some kind of effective direction is given, and then oftentimes because this direction is discussed and debated, it can get very watered down.” 

He emphasized that the involvement of the bishops should be constant, and not merely a matter of issuing a statement once. “We’re not writing term papers here where you make reference to an earlier document and that’s sufficient.” In public life, he said, the message has to be stated and re-stated and kept up to date.

And statements, he said, are only one part of it. “Its another thing to encourage people to actively manifest their desire that the moral law be respected,” he said. Even in a “pluralistic” society the moral law is universal and can and must be expressed in law, he explained. 

The head of the Apostolic Signatura, the Vatican’s supreme court, spoke with LSN in the lead-up to the Marcia per la Vita (March for Life) Nazionale in Rome, set for May 12th in Rome. The Cardinal is known around the world as one of the strongest voices in the Vatican’s Curia for the Church’s teaching on the sacredness of human life at all its stages. He said that the growth of the marches for life, starting in the US, is indicating a shift in opinion on abortion in many countries of the western world, particularly among younger people. 

Cardinal Burke said that abortion is the premier social justice issue, even if some in the hierarchy, even in the Vatican, don’t seem to act that way. The lack of enthusiasm for combating abortion as a priority among some of the upper echelons of the Church administration, he said, “is something that needs to be addressed”.

He said that overall, “there is a concern” about abortion among the cardinals. “How they see it practically being witnessed is another thing, however.”

Click "like" if you want to end abortion!

“I think in some places there’s a great hesitation among prelates to be involved in public manifestations. Many see it as some kind of political activity that isn’t proper for a cleric.” 

But Burke said he does not hesitate to participate, “because to me, it’s a question of the common good. Giving witness for the common good. It’s not a political rally in the sense that they’re rallying for this or that candidate, it’s not partisan, it’s a good across the  board.”

Citing the encyclical by Pope Benedict XVI Caritas in Veritate, he said that abortion, as well as the widespread use of artificial contraception, must be made priorities: “It seems to me it’s the first issue of social justice, the right to life.” 

Remarking on the marches springing up in ultra-liberal European centres like Brussels and Paris, as well as the leap for the Italian national march from 1000 to 15,000 participants in one year, the cardinal said, “I think especially among the younger people there’s a great interest. People realise that the culture is really bankrupt and they’re trying their best to respond to the situation.” 

He said that there is a visible increase in interest by bishops, particularly at the March in Washington. He also said that the media blackout has been unable to stop the personal witness of the marches. “I believe it has a great impact,” he said. 

He urged the upcoming generation of younger pro-life leaders to bring the life issues up with their clergy.

“I think the lay faithful in the parishes and in the dioceses need to go to their bishops and priests and urge them to give that pastoral leadership that they’re called to give on this very critical issue. Yes the laity have their part, a very significant part in all the various areas of public life to give witness to the Gospel but they depend upon their priests and bishops to give that teaching and example, how to confront the situation.” 

“They need leadership. That’s what it’s all about.”  

The marches in Italy are only three years old, and have already grown from a small gathering in an out-of-the-way town in the north, to 15,000 last year in the capital. Organisers are hoping to jumpstart a public debate which has not occurred since Italy’s abortion law was passed in 1978.

While it is true that the Italian abortion rate is relatively low and few doctors are willing to participate in abortion – with overall about 70 per cent in the country refusing and as many as 86 per cent in Lazio, the region of Rome – the abortion rate has numbered in the millions since legalisation. The latest statistics available estimate that about 115,517 abortions in 2010 out of a total Italian population of 60.77 million and a national rate of 8.5 abortions per 1000 women between 18 and 49. 

In 2009, the notorious abortion drug regimen, RU-486, was approved for use in early pregnancies. Italian ambivalence about abortion was demonstrated in 1981 when a national referendum to repeal the law was rejected by nearly 68 per cent of voters and another, that would have removed legal restrictions was rejected by 88.4 per cent.

Marcia per la Vita, Roma organizers have asked for help with advertising expenses. In a media release today, organizers explained that radio spots, posters and newspaper ads have cost a total of around 10,000 Euros. “We ask you to help us according to your abilities, to give our event the biggest impact possible,” they said. 

“The life of a human being is priceless and we will be in the streets to join our voices in defense of innocent human life that is suppressed every day, every minute, in the world and also in Italy!” 

Visit the Marcia per la Vita website for more details on how to donate.

terça-feira, 26 de março de 2013

Pro-life leaders say Pope Francis will inspire the world to 'promote the culture of life' - by Ben Johnson

WASHINGTON, D.C., March 13, 2013 (LifeSiteNews.com) – Members of the pro-life and pro-family community say they are overjoyed at the selection of Cardinal Jorge Bergoglio as the new Pope of the Roman Catholic Chuch.

As LifeSiteNews reported in 2007, the new pope, Francis, has called abortion the “death penalty” for the unborn. He has also taken a strong stance in favor of the natural family in Argentina. He called gay marriage “a destructive pretension against the plan of God" and “a machination of the Father of Lies." At the same time, in a story that is being much-repeated today, Pope Francis demonstrated his compassion when he visited a hospice on Holy Thursday where he kissed and washed the feet of 12 patients suffering from AIDS, a disease that is often associated with homosexuality.

That legacy heartened pro-life and pro-family activists across the country.

“During him time as Archbishop of Buenos Aires Jorge Mario Bergoglio was a stalwart defender of the sanctity of all innocent human life,” Michael New of National Review told LifeSiteNews.com. “On September 1, 2009 – the feast day of St. Raimondo Nonnato, the patron of expectant mothers and the unborn – Cardinal Bergoglio celebrated Mass in Buenos Aires. He encouraged attendees to defend life from conception to its natural end. He also added that to really promote the culture of life means also supporting the existence of these unborn children, in all phases of their childhood.”
“I pray that Pope Francis I inspires, not only Catholics, but people of all faiths to promote and defend the culture of life,” New said.

EWTN radio's Al Kresta told LifeSiteNews.com that Pope Francis' “extraordinary theological training” will allow him to serve as “a theologian in the best sense of the word.”

Pope Francis “has had to live through a series of conflicts within the Jesuit order over the last generation,” Kresta noted. “He will model for us a way of peace and a way of reconciliation, not through compromise, but he'll pursue Catholic reconciliation along the lines of sacrifice as Francis did.”

His choice of the name Francis – after St. Francis of Assissi – rang a hopeful chord in many of the faithful.

“We now welcome Pope Francis I, who we pray to God follows in the footsteps of St. Francis of Assisi,” Judie Brown, president of American Life League and three-time appointee to the Pontifical Academy for Life, said. “Recall that Christ said to St. Francis, 'Rebuild my Church!' This is the very challenge that our new Pope will have to confront.”

“No more talk of compromise on questions of abortion, contraception, homosexuality or euthanasia. No more tolerance for those who claim to be Catholic while supporting vile acts such as abortion,” she said. “Please join me in thanking God for our new Pope. Let us pray without ceasing for him.”

Many hope that reform will begin with educational institutions run by his own Society of Jesus.

“The fact that God has provided a Jesuit as our new Holy Father has great significance for many Catholics, who have been hoping and praying that the New Evangelization will bring about the renewal of the Society of Jesus and its many schools and colleges,” Patrick J. Reilly, president of the Cardinal Newman Society, said. “For decades, Jesuit universities in the United States have been hotbeds of dissent, with many professors displaying great disrespect for the Vatican and the bishop.”

“We trust that he will continue the renewal of fidelity and Catholic identity in Catholic education, which Pope Benedict said was 'the most urgent internal challenge' facing the Church in the United States,” Reilly added. “In your charity, please pray for the renewal of Catholic education and for our new Holy Father, Pope Francis!”

As an Argentine Cardinal, the new pope sometimes clashed with political authorities – and sometimes his fellow priests, as one who distanced himself from those who taught liberation theology, a baptized Marxism dressed up in Christian terminology. Pope John Paul II strongly condemned its spread.

“Pope Francis is a man of great spirituality who is known for his commitment to doctrinal orthodoxy as well as for his simplicity of life,” Fr. Robert Sirico, president of The Acton Institute, said. “Like Benedict XVI, he combines concern for the poor with an insistence that it’s not the Church’s responsibility to be a political actor or to prescribe precise solutions to economic problems. In that regard, he’s a model for all Catholic bishops and clergy throughout the world.”

The years he spent clashing with Argentine authorities will help combat the Obama administration and, perhaps, reform the sometimes inattentive U.S. Council of Catholic Bishops, according to Richard Viguerie, a practicing Catholic and the proprietor of ConservativeHQ.com.

As a bishop and cardinal in his home country, the new pope “provided the great moral compass that society must have when temporary political expediency points a nation or a people in the wrong direction,” Viguerie said. “Such moral leadership and courage will inject much-needed backbone into the bishops, priests, and lay-leaders here in the United States, where the Church has too often adopted the trends and habits of a secular amoral society.”

Bill Donohue of the Catholic League believes, far from diminishing his influence, “his strong embrace of core moral principles, especially as they touch on sexual matters, adds to his appeal.”

Those principles include an unqualified support of life from conception to natural death, causes for which the Vatican has become the world's leading advocate.

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"The pro-life movement owes a debt of gratitude to the Catholic Church for its leadership and on-going commitment to building a world in which everyone is welcomed in life and protected in law," said Dr. Charmaine Yoest. "Americans United for Life extends our sincere congratulations to our Catholic friends as they prepare to welcome Pope Francis I as their new leader.”

“Priests for Life is delighted at the selection of Pope Francis I and we are assured that the sanctity of all human life will be a top priority for this Pope, as it has been for his predecessors,” said Fr. Frank Pavone, national director of Priests for Life. “We look forward to working under the leadership of the new pope to advance the culture of life."

Bryan Kemper, Youth Outreach Director for Priests for Life, said he and the young Catholics he meets everyday are “excited for his leadership and committed to continuing to share the message of life that is so central to our Church."

The media have made much that the pope hails from Latin America. Bergoglio, who is of Italian descent, has become a potent figure for the Global South and a reminder that papal leadership extends to every corner of the world.

“The inspired selection of Pope Francis is most welcome and exciting news as we face increasing pressure in Latin America from radical forces intent on destroying the culture of life,” Marie Smith, director of the Parliamentary Network for Critical Issues, said. “Responses from contacts in Argentina comment on the new Pope’s simplicity of style, attention to his role as pastor, and focus on the social issues that challenge the region and the world today. We look forward to his leadership of the Church.”

Others were simply impressed with the character of the man who has been chosen to lead the world's one billion Roman Catholics.

“We were struck by his humility in such an august moment, especially when he asked all of us to ask the Lord to bless him before he imparted his first papal blessing upon the Church and the world,” Father Shenan J. Boquet, president of Human Life International, said. “We will certainly continue praying for him, asking that the Lord grant him peace and wisdom, strength and courage, and give him every grace necessary to guide the Church during this time."

Even non-Catholics extended their thanks. Dr. Janice Shaw Crouse, senior fellow at the Beverly LaHaye Institute, said, “Congratulations to my Catholic friends on the election of Pope Francis. I like the descriptions that I am hearing: especially, that he is an 'authentic' Christian who holds to the foundations of the faith and favors 'simplicity' in the mode of Mother Teresa.”

Obviously, the pope's primary duty is acting as chief shepherd of the Roman Catholic Church. The Remnant newspaper noted that, while it is not certain of his disposition toward the Traditional Latin Mass, “the Institute of the Good Shepherd has a house in his diocese.”

Kresta told LifeSiteNews that he believes the new pope will “make a supreme effort to present the Catholic Faith in its totality, in its fullness, to the world.”

“It won't be liberal; it won't be conservative. It won't be left-wing; it won't be right-wing. It won't be just Social Justice; it won't be just doctrine. It won't be just East or West,” he said.

While Pope Francis “believes everything the Catechism teaches," Kresta said he will “adorn the doctrine and make sure that people understand that the faith is not just believing in a set of propositions, but it's also the reception of a new light.”

“This man lives what he believes,” he said.