In RR
Anna Romano escreveu ao Papa quando soube que estava grávida, mas nunca
esperou o telefonema que a convenceu a deixar avançar a gravidez.
Foi o desespero que levou Anna Romano a escrever ao Papa Francisco. A
mulher, italiana, encontrava-se grávida do seu amante, um homem casado, e
este já lhe tinha deixado claro que não iria ajudar a criar o bebé,
tentando convencê-la a abortar.
Sob pressão, Anna escreveu ao
Papa, mais por desabafo do que por outra razão, e foi com grande
surpresa que recebeu um telefonema de Francisco.
“Fiquei
estupefacta ao telefone. Ouvi-o a falar. Tinha lido a minha carta.
Assegurou-me que o bebé é um dom de Deus, um sinal da providência.
Disse-me que nunca estaria sozinha”, conta Romano ao jornal italiano “Il
Messagero”.
Após alguns minutos de conversa, a futura mãe
encontrava-se novamente cheia de esperança e decidida a levar a gravidez
até ao fim. “Ele encheu-me o coração de alegria quando me disse que eu
era corajosa e forte pelo meu filho”, recorda.
As palavras do
Papa foram ainda tranquilizadoras noutro sentido. Anna disse a Francisco
que gostaria de baptizar o filho, mas "tinha medo que não fosse
possível", por ser "mãe solteira e divorciada". O Papa não só explicou
que seria possível baptizá-lo, como se ofereceu para ser ele próprio o
padrinho. “Estou convencido que não terá dificuldade em encontrar um pai
espiritual, mas, se não conseguir, estou sempre disponível”, disse
Francisco.
Compreensivelmente, Anna Romano já fez saber que, se a criança for rapaz, chamar-se-á Francisco.
Desde
a sua eleição, o Papa já pegou várias vezes no telefone para falar
pessoalmente com pessoas que sabia estarem a passar dificuldades. Um
caso envolveu um rapaz cujo irmão tinha sido morto e, mais recentemente,
uma mulher argentina vítima de violação.
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Pope Francis: parents must teach their children reverence for life in the womb - by Hilary White
ROME, August 12, 2013 (LifeSiteNews.com) – In a message
for Brazil’s National family Week, Pope Francis said it is the task of
parents to pass on reverence for human life at all stages to their
children.
“In a particular way, faced with the culture of waste, that relativizes the value of human life,” the pope said,
“parents are called to pass on to their children the understanding that
this must always be defended, already in the mother’s womb, recognizing
in it a gift from God and an assurance of mankind’s future, but also in
the care shown to the elderly, particularly to grandparents, who are
the living memory of a people and the transmitters of life's wisdom.”
Last week the pope also urged the Knights of Columbus to renew their
dedication to the cause of the defence of the family and of life at all
its stages. In a letter, the pope called on the knights to emulate St.
Joseph, the protector of the Holy Family, and “to bear witness to the
authentic nature of marriage and the family, the sanctity and inviolable
dignity of human life, and the beauty and truth of human sexuality.”
“In this time of rapid social and cultural changes, the protection of
God’s gifts cannot fail to include the affirmation and defense of the
great patrimony of moral truths taught by the Gospel and confirmed by
right reason, which serve as the bedrock of a just and well-ordered
society,” the letter continued.
Signed by Secretary of State Tarcisio Cardinal Bertone on the pope’s
behalf, the letter was addressed to the 131st Supreme Convention of the
Knights of Columbus that was held in San Antonio, Texas August 6-8th.
Shortly after the recent papal visit to Brazil for World Youth Day, the
government passed legislation loosening abortion restrictions. The new
law requires health care centers to provide the abortifacient
“morning-after pill” to rape victims up to 72 hours after the crime.
Twenty pro-life organizations in Latin America issued a joint statement
saying, “We have studied the measure and we can see in it the same
strategy that is being used in all of our countries to promote
widespread use of an abortifacient drug without a prescription.”
Asked by a Brazilian journalist during the flight back to Rome why,
given the urgency of the situation, he had not mentioned abortion during
the week of World Youth Day, Pope Francis responded, “The Church has
already expressed herself perfectly on this. It wasn’t necessary to go
back to this, nor did I speak about fraud or lies or other things, on
which the Church has a clear doctrine.
The pope added, “It wasn’t necessary to talk about that, but about
positive things that open the way to youngsters, isn’t that so?
Moreover, young people know perfectly well what the position of the
Church is.”
As a cardinal the pope had strongly condemned abortion, even in cases of rape.
In a 2007 speech given
to a gathering of priests and laity on October 2nd, then-Cardinal
Bergoglio issued a defense of life even in cases of rape saying: "we
aren’t in agreement with the death penalty," but "in Argentina we have
the death penalty. A child conceived by the rape of a mentally ill or
retarded woman can be condemned to death."
In 2005, he urged Catholics to oppose abortion even if they “deliver you to the courts” or “have you killed.”
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sábado, 13 de julho de 2013
Vá lá a gente entender… ; uma “profecia” sobre o Papa Francisco; e o estado em que estamos… - por Nuno Serras Pereira
13. 07. 2013
1. Ele há muita gente que todos
os dias ouve religiosamente programas de rádio, lê atentamente jornais diários e
vê hipnotizado programas quotidianos nas televisões – grande parte dessa massa fá-lo
em relação ao futebol, outra (sendo que não poucos são os mesmos) relativamente
à política, uma outra ainda à economia e finanças, e talvez todos às telenovelas
intermináveis ou a algumas séries televisivas. E isto durante anos a fio. Estas
pessoas que expendem imensas horas semanais, mensais, anuais casmurrados nos
mesmos temas desprezam e dão como doentiamente obcecado, necessitado de
internamento urgente, quem de vez em quando escreve textos sobre a protecção da
vida humana principalmente nos seus inícios e no seu termo, sobre a verdade do
amor e da sexualidade humanos, da família, da liberdade cristã, do Magistério
da Igreja. Não há pachorra! Irra que já chega! É mesmo um maçador insuportável!
Uma peste!
2. Houve na longínqua Rússia um
acidente de autocarro em que morreram 3 pessoas, na enigmática China ruiu um prédio
degradado que deixou desabrigadas 4 famílias, em Trás-os-Montes despistou-se um
automóvel tendo ficado feridos dois dos seus ocupantes, em Londres um avião
teve de regressar ao aeroporto por causa de uma avaria que só se detectou no ar,
há um naufrágio entre África e Lampadosa (Lampedusa) com dois mortos e dezenas
de desaparecidos. Tudo isto é noticiado com emoção frenética ao longo do dia, quando
não de dias, e por vezes com enviados especiais ou através de correspondentes;
sendo que o locutor dá a notícia que é em seguida repetida pelo repórter no
local ou o bombeiro entrevistado para novamente ser repisada pelo mesmo
locutor. E pode até acontecer que o Santo Padre se desloque ao lugar para rezar
pelas vítimas, pedir perdão e bradar contra a indiferença e a injustiça da
cumplicidade global.
Em Portugal matam directa propositadamente,
de modo violento, 50 (cinquenta) crianças por dia, sendo que no abortadouro dos
arcos no centro de Lisboa a média é de 25 por dia útil. Não há reportagens, não
há noticiários, não se confrontam as autoridades, não há repórter em directo no
local. Três mortes na Rússia por acidente rodoviários têm “prime time”, abrem
noticiários nacionais; 50 crianças nascituras assassinadas não merecem atenção,
são desprezadas.
A “profecia”: O Papa Francisco um
dia rezará Missa num hospital ou diante de uma “clínica” onde se realizem abortamentos.
3. Surge um partido político que
reivindica cuidados de saúde somente para quem os possa pagar, o direito de
propriedade só para quem tenha elevados rendimentos, o patrocínio, inclusive
económico, da cessação de socorro aos toxicodependentes, da proibição de auxílio
aos que não têm abrigo e ao desapoio do estado à educação; reivindica outrossim
o regresso à escravatura, o aumento do desemprego e o desterro dos judeus. Levanta-se
um grande clamor, mas com o tempo, outros partidos, primeiro timidamente,
depois com descaro, começam, com a cumplicidade activa dos grandes meios de
comunicação, a advogar o mesmo. O bom povo português, o povo católico, o povo
que peregrina a Fátima, vota na mesma e continuadamente nesses partidos. Estes
alcançam o poder e começam a fazer investidas mais concretas e desabridas, o
povo continua a elegê-lo. Os Bispos dão-se tu-cá-tu-lá
com os líderes, são muito manos, fazem profissões de fé na democracia e são
lisonjeados pelo poder. De consciência tranquila, dizem que já se pronunciaram
ao declararem os princípios da Doutrina Social da Igreja – a dignidade da
pessoa humana, o bem comum, a solidariedade e a subsidiariedade. A quem lhes pede
maior intervenção repontam dizendo que não nos podemos fixar só em alguns
assuntos e que há que manter o diálogo e as melhores relações com as instituições.
E de bom grado dão a Sagrada Comunhão aos políticos católicos que advogam a
escravatura, o exílio das gentes de raça judaica e todas as demais coisas acima
referidas. A comunicação social da Igreja, muito pluralista, em nome do
acolhimento, dá tempo de antena, convida para comentadores residentes e dá púlpito
hertziano aos que promovem tudo o que foi anteriormente referido. Entretanto surgem
referendos em que o sempre bom povo, povo católico e povo peregrino de Fátima dá
o seu assentimento a tudo isto.
Se todas estas coisas nos parecem
que nunca acontecerão, que são impossíveis, então é porque não nos enxergamos,
uma vez que igualmente graves senão mesmo mais mortais do que essas já sucedem.
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segunda-feira, 24 de junho de 2013
Cardinal Burke : « l’Église catholique n’approuvera jamais les unions homosexuelles »
In FC
Le cardinal Raymond Leo Burke, préfet du Tribunal suprême de la
signature apostolique, était présent aux journées Evangelium vitae
conclues par le pape François le 16 juin à Rome. Il exhorte les
catholiques à se mobiliser – y compris dans la rue si nécessaire – pour
défendre la famille et la vie.
La défense de la vie est un combat incessant pour
l’Église, comme l’atteste entre autres la continuation des journées
Evangelium vitae lancées par Jean-Paul II. Où s’enracine cette
priorité ?
La loi que la Révélation nous a donnée nous apprend que le premier droit d’un être humain est de vivre. Cette vérité qu’est l’inviolabilité de la vie innocente, est d’autant plus évidente lorsque l’on se souvient que le Christ est mort pour tous les êtres humains, sans exception. Rappelons également la parabole du jugement dernier : « Ce que vous faites au plus petit d’entre les miens, c’est à moi que vous le faites » (Matthieu 25,40). Or, ceux qui sont vivants mais qui ne sont pas encore nés, sont les plus petits. C’est pour cela que l’Église appellera toujours à protéger cette vie innocente. De plus, le premier précepte de loi naturelle est de promouvoir et de protéger la vie humaine. Inscrit dans le cœur de chacun, ce précepte est partagé par tout le monde, quelle que soit l’orientation spirituelle.
La loi que la Révélation nous a donnée nous apprend que le premier droit d’un être humain est de vivre. Cette vérité qu’est l’inviolabilité de la vie innocente, est d’autant plus évidente lorsque l’on se souvient que le Christ est mort pour tous les êtres humains, sans exception. Rappelons également la parabole du jugement dernier : « Ce que vous faites au plus petit d’entre les miens, c’est à moi que vous le faites » (Matthieu 25,40). Or, ceux qui sont vivants mais qui ne sont pas encore nés, sont les plus petits. C’est pour cela que l’Église appellera toujours à protéger cette vie innocente. De plus, le premier précepte de loi naturelle est de promouvoir et de protéger la vie humaine. Inscrit dans le cœur de chacun, ce précepte est partagé par tout le monde, quelle que soit l’orientation spirituelle.
Une
note de la Congrégation pour la doctrine de la foi, signée par le
cardinal Ratzinger en 2004, indiquait qu’il ne fallait pas donner la
communion aux hommes et femmes politiques catholiques soutenant
publiquement l’avortement. Est-elle toujours d’actualité ?
Absolument !
Les hommes politiques qui se disent catholiques, mais qui soutiennent
l’avortement en prétendant ne pas vouloir imposer leurs convictions
religieuses sont dans l’erreur puisque, ainsi que je l’ai dit, la
révélation divine ne vient que confirmer ce que la loi naturelle,
accessible à tous, a déjà établi. Et ceux qui font ouvertement la
promotion de l’avortement ne doivent donc pas avoir accès à la sainte
communion. Cette règle de discipline canonique est prévue par le Code de droit canonique à l’article 915. Les catholiques doivent savoir manifester leur opposition, y compris dans la rue, lorsque cela est nécessaire.
Quel doit être le rôle de la famille dans le respect de la vie ?
La
famille a le premier rôle car ce sont les parents qui doivent apprendre
à leurs enfants à respecter la vie humaine et à se respecter eux-mêmes.
Dans un deuxième temps, l’éducation religieuse doit préparer les
enfants à avoir ce regard. Dans cette optique, la catéchèse est très
importante. Pendant des années, la manière d’enseigner le catéchisme aux
enfants a été tellement pauvre qu’il y a une nécessité de réaliser un
vrai travail sur ce point. J’espère que ce temps où la catéchèse a été
appauvrie est révolu. Je me souviens que, lorsque j’étais évêque d’un
diocèse, j’ai essayé tant que j’ai pu de remédier à ces problèmes.
Vous êtes préfet du Tribunal suprême de la signature apostolique, qui veille à la bonne administration de la justice ecclésiastique. Qu’en est-il de l’enseignement de l’Église concernant les unions homosexuelles ?
L’enseignement
de l’Église est très clair. L’union sexuelle est morale dans le cadre
du mariage, celle-ci étant l’expression d’un amour fidèle, permanent et
fécond, c’est-à-dire procréatif, entre un homme et une femme. Une note
de la Congrégation pour la doctrine de la foi, parue en 2003 et signée
par le cardinal Ratzinger, alors préfet de cette même congrégation,
condamnait ainsi toute forme de légalisation des unions homosexuelles.
La nature nous enseigne que l’homme et la femme sont faits l’un pour
l’autre. L’altérité est une condition nécessaire au mariage. Il faut
donc comprendre que l’Église catholique n’approuvera jamais les unions
homosexuelles, qui ne peuvent être naturellement procréatives.
En France, la loi légalisant le mariage homosexuel a été votée. Que doivent faire les catholiques désormais ?
J’ai
suivi le combat des Français contre cette loi. Je peux leur dire ceci :
continuez à manifester, continuez à montrer que cette loi est injuste
et immorale. L’Église vous soutiendra dans ce combat pour la justice.
J’encourage ainsi les prêtres et les évêques à continuer sur cette voie
et manifester leur opposition dans la rue si nécessaire. C’est important
qu’ils montrent l’exemple. Moi-même, il m’est arrivé de manifester,
notamment à l’occasion de Marche pour la vie. Dans Evangelium vitae, Jean-Paul II fait référence à la désobéissance civile, c’est dans ce genre de cas que nous devons la pratiquer.
Les
parents ont également un travail à effectuer contre ces lois
insidieuses. Ils doivent surveiller ce que font leurs enfants. Le pire
aujourd’hui est sans nul doute la pornographie. Les parents doivent
faire attention notamment lorsque les enfants utilisent l’ordinateur et
regardent des choses dont ils ne mesurent pas les effets et qui font
beaucoup de mal.
Comment préserver les enfants de ces dérives sociétales lorsqu’elles s’affichent dans la rue ?
Il
faut que les parents essaient de garder leurs enfants loin de tout cela
et de leur expliquer ce qui est bien et ce qui est mal. L’école est
également un lieu dans lequel il faut s’investir. Il faut notamment que
l’enseignement catholique soit encore plus catholique qu’il ne l’est
actuellement.
Pierre de Calbiac
segunda-feira, 10 de junho de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
O Papa Francisco é o Cardeal J. Bergolio? - por Nuno Serras Pereira
12. 05. 2012
Para muitos parecerá abstrusa, se
não mesmo absurda a interrogação que titula este pequeno texto. Pois se foi o
Cardeal Bergoglio que foi eleito e aceitou ser Papa é evidente que são a mesma
pessoa, exclamarão. Que sejam o mesmo e único ser humano concedo-o facilmente,
mas que o Papa Francisco seja o Cardeal Bergoglio nego-o categoricamente. De
facto, ao aceitar o encargo que o colégio eleitor cardinalício, assistido pelo
Espírito Santo (n. b. – a Doutrina
da Igreja não ensina que seja o Espírito Santo a escolher os Bispos de Roma;
mas sim que Ele concede a Sua assistência aos Cardeais eleitores; os quais
poderão estar abertos ou fechados à Sua inspiração), lhe confiou,
deixou, de ser Cardeal e passou a ser o Santo Padre. Daqui que o ensino, o
Magistério, o governo, as entrevistas, etc., do Cardeal Bergoglio não se podem
confundir com as do Papa Francisco I. É certo que todo o seu passado,
principalmente como Bispo, pode ajudar a compreender o seu ensino e proceder,
mas não é menos verdade que poderá também ser uma dificuldade ou um estorvo para
isso mesmo. Quem possua um conhecimento, ainda que superficial da história da
Igreja e de teologia, sabe isto muito bem. Para não multiplicar os exemplos,
recuando na história, basta lembrar que o Cardeal Ratzinger se manifestou
contra a entrada da Turquia na União Europeia e que o Papa Bento XVI se
pronunciou a seu favor; em cartas tornadas públicas, por consentimento dos
próprios, um “líder” da Igreja Ortodoxa, amigo do Cardeal Ratzinger, escreveu
ao Papa Bento XVI estranhando algumas das suas posições, que pareciam
contraditórias com o que ele advogava enquanto teólogo e Cardeal; Bento XVI, na
sua réplica, explicou que como Papa a sua vocação e missão tinha exigências e
responsabilidades diferentes das de teólogo e Cardeal.
Jorge Bergoglio, como Cardeal e
para alguns ainda mais como jesuíta (smile), não tem o carisma da infabilidade,
muito menos numa mera entrevista; nem mesmo o Santo Padre o tem nessas
circunstâncias. Ora na minha opinião, falível como é óbvio, o texto a que ontemfiz referência de Sandro Magister, tentando explicar a atitude actual do Papa
Francisco, de se abster de distribuir a Sagrada Comunhão, com uma prática e
entrevista sua, dada enquanto Cardeal, poderá gerar ruinosos equívocos; este
teólogo vaticanista é lido no mundo inteiro, e seguido por eminentes teólogos,
Bispos e Cardeais. Mais, estou em que a prática do Cardeal Bergoglio não era
correcta e que a explicação que adianta na entrevista, que não é uma acto do
seu Magistério Episcopal, padece de confusão ou de insuficiente compreensão
doutrinal. Mas se o erro e a falha de entendimento são meus, renovo o pedido
que ontem fiz: que me admoestem e corrijam. Não há nisto nenhuma espécie de
ironia. Como não o há quando afirmo que submeto tudo quanto até hoje escrevi à
autoridade da Santa Igreja e que estou disposto a que tudo seja reduzido a
cinzas e lançado na imundície. Isto são declarações formais, sem sombra de
astúcia ou simulação. Aliás, de há muito que escrevi, e tenho-o dito
repetidamente, no dia em que alguém que seja dotado da autoridade para o fazer,
me mandar que não escreva mais, fá-lo-ei imediatamente; poderei depois recorrer
a instâncias superiores para verificar se a decisão é ou não confirmada; mas
obedecerei prontamente, assim Deus me conceda a Sua Graça.
Variadíssimos leitores tiveram a
amabilidade de me escrever no seguimento do texto que ontem enviei, uns agradecendo,
outros louvando, outros ainda injuriando-me. A todos estou grato,
principalmente aos que me acoimaram de soberba desmedida, gerador de hereges,
etc., mais lhes fico reconhecido se rezarem por mim. Porém, apesar das arguições
me serem proveitosas, parece-me que talvez não fosse pior que me enviassem
textos argumentativos, mostrando-me os erros em que possa ter incorrido e
explicando-me por que não tenho razão.
Acresce que alguns estão
persuadidos de que a única coisa que me move é a defesa da vida. Estão
enganados. A defesa da Fé, a Salvação das almas e da Santidade Eminentíssima da
Eucaristia, raiz, centro, e cume da Igreja e de toda vida cristã são, julgava
que era totalmente claro, o móbil essencial do que ontem redigi. Embora não ignore,
como podia fazê-lo?, a defesa da vida que de resto, como o demonstrou,
recentemente, com uma clareza e inteligência raras o Arcebispo G. Crepaldi,
está intimamente vinculada com essas realidades.
Há, nos dias que correm, uma
indiferença arrepiante para com as profanações e os sacrilégios eucarísticos. Chego
a interrogar-me se muita gente, inclusive alguns prelados, acreditam mesmo (ou
no mínimo se têm uma consciência suficiente) na Presença Real, na Majestade
infinita de Deus, na gravidade do pecado mortal.
Pode um Papa ser corrigido? Desde
que S. Pedro, o primeiro e o maior entre todos, esse sim directamente escolhido
por Cristo, o foi, primeiro por um galo e depois por S. Paulo, não se vê razão
para que outro não o possa também ser. Tem acontecido ao longo da história da
Igreja.
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Il principio della difesa della vita umana e l'impegno pubblico della fede cattolica - di Arcivescovo Giampaolo Crepaldi
Roma,
(Zenit.org)
L'intervento di monsignor Giampaolo Crepaldi, arcivescovo di
Trieste, al convegno per la Marcia per la vita, che si è svolto oggi
all'Ateneo Pontificio Regina Apostolorum
1. Dedico questo mio intervento ad una riflessione
sulla centralità del tema della difesa della vita umana fin dal
concepimento per la Dottrina sociale della Chiesa e, in generale, per
continuare a permettere che la religione cattolica abbia un ruolo
pubblico, come deve necessariamente avere1. Ritengo importante situare
la riflessione sulla difesa della vita, anche quella condotta dal punto
di vista scientifico-medico come viene fatto in questo convegno, dentro
la Dottrina sociale della Chiesa, ossia dentro il rapporto della Chiesa
con il mondo. Perché in questo consiste il ruolo pubblico della fede
cattolica, che non parla solo all’interiorità delle persone, ma esprime
la regalità di Cristo anche sull’ordine temporale e attende la
ricapitolazione di tutte le cose in Lui, Alfa e Omega. La regalità di
Cristo ha un significato spirituale2, certamente, ma ne ha anche uno
cosmico e sociale. Senza questa dimensione pubblica, la fede cattolica
diventa una gnosi individuale, un culto non del Dio Vero ed Unico ma
degli dèi, una setta che persegue obiettivi di rassicurazione
psicologica rispetto alla paura di essere “gettati” nell’esistenza.
2. Innanzitutto il tema della difesa della vita
porta con sé il messaggio della natura. Ci dice che esiste una natura e,
in particolare, una natura umana. Non ci sono altre motivazioni valide
per chiedere il rispetto del diritto alla vita e, per contro, chi non lo
rispetta è perché nega l’esistenza di una natura umana o la riduce ad
una serie di fenomeni governati dalla necessità. La vita, invece,
ciriconduce alla natura orientata finalisticamente, come lingua, come
codice3. La nostra cultura ha perso l’idea di fine4. Ha cominciato a
perderla quando Cartesio ha interpretato il mondo come una macchina e
Dio come colui che ha dato un calcio al mondo, o forse anche prima. Oggi
viviamo in una cultura post-naturale, come dimostra ampiamente il
perversare dell’ideologia del gender5, da vedersi come una cultura
post-finalstica. Il principio di causalità, che nella filosofia
classica, era connesso con quello di finalità, se ne è staccato. La
realtà non esprime più un disegno ma solo una sequenza di cause
materiali. Rilanciare una cultura della difesa della vita significa
allora anche recuperare la cultura della natura e la cultura dei fini.
3. Il concetto di natura porta con sé la dimensione
dell’indisponibile. Se la natura è “discorso” e “parola”, essa esprime
un senso che ci precede. Non siamo solo produttori di parole, siamo
anche uditori della parola che promana dalle cose, dalla realtà, dalla
sinfonia dell’essere. Ammettere la vita come dono inestimabile significa
riconoscere che nella natura c’è una parola che ci viene incontro e che
ci precede. Ogni nostro fare deve tener conto di qualcosa che viene
prima: il ricevere precede il fare6. C’è qualcosa di stabile prima di
ogni divenire. Negare la natura apre la porta culturale alla
manipolazione della vita, perché viene meno la dimensione
dell’accoglienza e della gratitudine. Non si è accoglienti e grati nei
confronti di ciò che produciamo noi, ma solo di ciò che ci viene
incontro e si manifesta come un dono di senso. Se questa dimensione
viene meno a proposito della vita nascente si indebolirà anche in tutte
le altre situazioni della vita e la società perderà inesorabilmente la
dimensione della reciproca responsabilità, come afferma la Caritas in veritate al paragrafo 287.
4. Se la natura è un discorso che ci interpella non
ne è però il fondamento ultimo. La natura non dice mai solo se stessa.
La vita nascente non dice mai solo se stessa. E’ discorso che rimanda ad
un Autore. Anche nella persona umana nessun livello dice solo se stesso
e non c’è nulla nell’uomo di esclusivamente materiale. Nessun livello
della realtà è pienamente comprensibile rimanendo al suo proprio
livello. Quando pretendiamo di considerare qualcosa solo al suo livello
finisce che non la consideriamo più nemmeno a quel livello. Il Cardinale
Caffarra, questa mattina, ha concluso la sua Lezione con una citazione
da Gómez d’Ávila8, autore che riprendo qui volentieri anch’io: «Quando
le cose ci sembrano essere solo quel che sembrano, presto ci sembreranno
essere ancor meno. La natura rivela il Creatore, si presenta non solo
come discorso ma anche come “discorso pronunciato”, come Parola. Quando
si è tentato di staccare la natura dal Creatore si è finito per perdere
anche la natura. Quando si vuole staccare il diritto naturale dal
diritto divino si finisce per perdere anche il diritto naturale. Quando
si stacca la dimensione fisica della persona dalla sua dimensione
spirituale e trascendente si finisce per non tutelare più nemmeno la sua
dimensione fisica. Se si pensa che la natura dica solo se stessa
finisce che la natura non ci dice più niente. Oggi la vita nascente
rischia di non dire più niente, ossia di non venire nemmeno più compresa
come vita nascente, ma come semplice processo biologico. Nei suoi
confronti ci si comporta sempre più come produttori piuttosto che come
uditori. Ma non è la natura a non dirci più niente, è la nostra cultura
che ha perso il codice per comprenderla. E questo codice non è solo un
alfabeto umano.
5. Allora il tema della difesa della vita rimanda
alla natura, rimanda a quanto ci precede e rimanda al Creatore.
Difendere la vita è difendere la vita, ma è anche fare un’operazione
culturale alternativa alla cultura attuale: ricominciare a parlare di un
ordine e non solo di autodeterminazione. C’è un ordine che ci precede
voluto da un Ordinatore. Il Creato è un ordine e non un mucchio di cose
gettate a caso. Questo ordine è ordinato ed ordinativo,
ossia esprime un dover essere e un dover fare. In altre parole è un
ordine morale. Se quello ontologico è un ordine, non può non tradursi in
un ordine morale9. Eliminato il bene ontologico non c’è più spazio per
il bene morale. All’ordine morale radicato nell’ordine ontologico
appartiene anche la società, la convivenza umana. Ecco perché il tema
della difesa della vita è centrale per la costruzione della convivenza
umana degna della dignità naturale e soprannaturale della persona. Ecco
perché - credo di poter dire – negli elenchi dei cosiddetti “principi
non negoziabili” che in varie occasioni il Sommo magistero della Chiesa
ha formulato, il principio del rispetto della vita figura sempre al
primo posto e non manca mai.
6. Solo se c’è una natura, e solo se questa natura è
in sé un discorso, è possibile l’uso della ragione. Parlo qui non della
ragione misurante i fenomeni, ma della ragione che scopre orizzonti di
senso. Solo se l’ordine sociale si fonda su una simile natura è
possibile l’uso della ragione pubblica. Viceversa, si avrà solo la
ragione procedurale10. Si capisce quindi perché la difesa della vita
abbia una importanza fondamentale per ricostruire la possibilità stessa
di un uso pubblico della ragione. Ed infatti – lo vediamo – la negazione
del dovere pubblico di proteggere la vita nascente nasce da una
diserzione della ragione ad essere ragione pubblica, riducendosi a
ragione privata. La verità accomuna, le opinioni dividono. E’ molto
significativo che anche filosofi come Habermas abbiano di recente
riconosciuto la fondamentale importanza del concetto di natura11, visto
ancora in senso non pieno, ma comunque tale da riconoscere i limiti di
una ragione solo procedurale, con il che il dialogo pubblico è inquinato
in partenza.
7. L’uso pubblico della ragione è di fondamentale
importanza per il ruolo pubblico della fede cattolica. Questa, infatti,
non trasferisce immediatamente il diritto rivelato nel diritto civile,
ma si affida al diritto naturale, quindi al concetto di natura e di
ragione pubblica12. A quest’ultima spetta il compito di riconoscere
l’ordine sociale come un discorso finalistico sulla convivenza umana. La
fede non si sostituisce alla ragione. Ma non la abbandona nemmeno a se
stessa. Se non c’è ordine naturale non c’è ragione pubblica, se non c’è
ragione pubblica non c’è dialogo pubblico tra ragione e fede. Se non c’è
dialogo pubblico tra ragione e fede non c’è dimensione pubblica della
fede cattolica. Se non c’è dimensione pubblica della fede cattolica non
c’è la fede cattolica. Lo riscontriamo: man mano che la ragione si
privatizza anche la fede si privatizza. Se il credente, quando entra
nella pubblica piazza, deve rinunciare alle ragioni della propria fede,
alla fine pensa che la propria fede non abbia ragioni. Ma senza ragioni
viene meno non solo il versante pubblico della fede, bensì anche quello
personale ed intimo. Ecco perché il tema della difesa della vita umana
fin dal concepimento è fondamentale per mantenere e sviluppare il
dialogo tra la ragione e la fede. E, come si sa, proprio in questo
consiste la Dottrina sociale della Chiesa.
8. Da queste semplici e sintetiche osservazioni
risulta tutta l’importanza non solo della Marcia di domani, ma anche di
questo convegno. Tutta l’importanza del multiforme impegno di chi mi
ascolta e delle realtà associative che ognuno di voi ha dietro di sé, a
difesa della vita umana nascente. Risultano anche, per contrasto, le
gravi conseguenze che un affievolimento di questo impegno porta con sé, e
non solo in ordine al tema specifico, appunto la difesa della vita, ma
anche in ordine alla vita della fede. La fede nella vita è benefica
anche per la vita della fede. Per ottenere questo risultato è necessario
collocare il tema della difesa della vita dentro la Dottrina sociale
della Chiesa, come del resto ha fatto il Magistero a cominciare dalla Evangelium vitae.
In questo caso non si chiude il tema della vita dentro un recinto. In
realtà così facendo lo si colloca là dove la Chiesa si interfaccia con
il mondo e dove ragione pubblica e fede pubblica dialogano tra loro
dentro l’unità della Verità.
NOTE
1 Ho illustrato le ragioni teologiche del ruolo pubblico della fede nel primo capitolo del mio libro Il Cattolico in politica. Manuale per la ripresa, Cantagalli, Siena 20122.
2 Come ha detto Benedetto XVI in Messico nel Discorso a León del 25 marzo 2012.
3 Della natura umana come “lingua” ha parlato, per esempio, Benedetto XVI nel Discorso ad un gruppo di Vescovi degli Stati Uniti in visita “ad limina”del 19 gennaio 2012-
4 Cf R. Spaemann-Reinhard Löw, Fini naturali. Storia e riscoperta del pensiero teleologico, Ares, Milano 2013.
5 Cf G. Crepaldi e S. Fontana, Quarto Rapporto sulla Dottrina sociale della Chiesa nel mondo - La colonizzazione della natura umana, Cantagalli, Siena 2012.
6J. Ratzinger, Introduzione al cristianesimo. Lezioni sul Simbolo apostolico, dodicesima edizione con un nuovo saggio introduttivo, Queriniana, Brescia 2003, pp. 41. Ho ritenuto di dover interpretare l’intesa enciclica di Benedetto XVI Caritas in veritate in questa chiave: G. Crepaldi, Introduzione a Benedetto XVI, Caritas in veritate, Cantagalli, Siena 2009, pp. 7-42.
7 «Se si perde la sensibilità personale e sociale verso l’accoglienza di una nuova vita, anche altre forme di accoglienza utili alla vita sociale si inaridiscono” (Benedetto XVI, Lett. Enc. Caritas in veritate n. 28).
8 In margine a un testo implicito, Adelphi, Milano 1996.
9 Lo spiega molto bene J. Pieper in La realtà e il bene, Morcelliana, Brescia 2011.
10 G. Crepaldi, Ragione pubblica e verità del Cristianesimo negli insegnamenti di Benedetto XVI, in G. Crepaldi, Dio o gli dèi. Dottrina sociale della Chiesa, percorsi, Cantagalli, Siena 2008, pp. 81-94.
11 M. Borghesi, I presupposti naturali del poter-essere-se-stessi. La polarità natura-libertà di Jürgen Habermas, in F. Russo (a cura di), Natura cultura libertà, Armando, Roma 2010.
12 Benedetto XVI, Discorso al Reichstag di Berlino, 22 settembre 2011.
Primera vez en el mundo: Operan en el vientre materno a bebé con obstrucción en laringe
BARCELONA, 10 May. 13 / 11:42 am (ACI/Europa Press).-
Los
hospitales de Sant Joan de Déu de Esplugues de Llobregat y Clínic de
Barcelona (España) han operado por primera vez en el mundo con éxito a
un feto de 21 semanas que tenía una obstrucción en la laringe, una
patología que en la mayoría de las ocasiones acaba con la muerte antes
de nacer.
La operación, que tuvo lugar el 14 de marzo de 2012, se ha dado a
conocer este jueves, diez meses después del nacimiento del niño, llamado
Gonzalo, que lleva una vida normal y sin secuelas.
La paciente fue enviada a Barcelona desde el Hospital de Cartagena,
donde detectaron que el feto tenía los pulmones muy dilatados y ello
comprimía el corazón y podía derivar en un fallo cardiaco.
"Dábamos todo por perdido, nos dijeron en Cartagena que teníamos que
abortar, pero que antes fuéramos a Barcelona", ha relatado Francisco, el
padre del bebé, ante los medios de comunicación.
En Barcelona, los médicos confirmaron que la laringe del feto estaba
totalmente obstruida, lo que impedía que los pulmones expulsaran sus
secreciones por la tráquea, y ofrecieron a los padres una intervención
para desobstruir la laringe, algo que se había intentado tres veces en
el mundo sin éxito.
El equipo de cirugía fetal de Sant Joan de Déu y del Clínic operó el
feto en el vientre de la madre, introduciendo un fetoscopio --un
endoscopio especial de sólo 3 milímetros de grosor-- que confirmó que la
laringe estaba obstruida por una membrana que, posteriormente,
perforaron y eliminaron.
El jefe del servicio de cirugía fetal, Eduard Gratacós, ha explicado que
"la operación se estuvo preparando durante una hora y media para
inmovilizar al feto y colocarlo en la posición idónea, y la cirugía en
sí duró tan sólo 22 minutos".
Esta es la primera vez en el mundo que se desobstruye una laringe en un
feto en el vientre materno, una operación "que es muy compleja ya que es
difícil llegar a la tráquea sin romper nada", ha dicho Gratacós.
La obstrucción laríngea es una malformación extraña que provoca la
muerte a la mayoría de fetos que la sufren, y los que sobreviven acaban
falleciendo o con secuelas muy graves, ya que el tejido pulmonar queda
gravemente dañado.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Grave denuncia: Asesinato de bebés sobrevivientes al aborto en EEUU es práctica extendida
“Con nuestra investigación se puede ver que los horrores revelados durante el juicio Gosnell no son exclusivos de esa clínica (…). Nuestros vídeos muestran prácticas verdaderamente horribles, ilegales e inhumanas que suceden al interior de muchas instalaciones de abortos en Estados Unidos “, señaló Rose en diálogo con ACI Prensa.
Las prácticas del Dr. Gosnell, conocido por asesinar a bebés sobrevivientes a abortos, y acusado del asesinato de una madre y sus cuatro hijos que nacieron vivos en un procedimiento de aborto fallido, son prácticas que forman “parte del día a día en la oficina de los abortistas y de su personal", detalló Rose.
En un informe transmitido el 9 de abril en un canal afiliado a la cadena ABC en Filadelfia, WPVI, se reveló que varias enfermeras de Planned Parenthood de la ciudad de Delaware, habían dejado su trabajo en la clínica de abortos por la inseguridad laboral que estaban expuestas por las condiciones insalubres del lugar y "para proteger sus propias licencias médicas”.
Una de las trabajadoras Jayne Mitchell-Werbrich dijo a WPVI que "no podría decir cómo era ridículamente peligroso”, mientras que Joyce Vasikonis agregó que "estaban utilizando instrumentos que no eran estériles en los pacientes".
Un exempleado de Gosnell, Stephen Massof, encarcelado luego que se declarara culpable de asesinato en tercer grado de dos recién nacidos, cuando presentó su testimonio en la corte a principios de abril, dijo que vio alrededor de 100 bebés nacidos vivos y afirmó que luego comprobó que los habían cortado en la nuca con tijeras para asegurar su muerte.
Un video encubierto de Live Action del 28 de abril, muestra a una mujer con 23 semanas de embarazo preguntándole a un consejero del Centro de Salud de la Dra. Emily, qué harían luego con el niño después del aborto, a lo que el consejero respondió que al bebé vivo lo pondrían en un frasco lleno de una solución que garantice su muerte y enviado luego a un laboratorio para su análisis.
La mujer embarazada preguntó qué pasaba si el bebe con los espasmos infantiles mostraba señales de vida, a lo que el consejero respondió “la solución hará que se detenga. Ese es el propósito de la solución (…), se detendrá automáticamente. No va a ser capaz de respirar más".
Rose dijo que Life Action llevó a cabo una investigación sobre abortos tardíos a sabiendas de que un estudio de 2007 en el British Journal of Obstetrics and Gynecology encontró que 1 de cada 30 niños sobreviven intentos de aborto, y que hasta 1 de cada 10 niños sobreviven intentos de aborto realizado después de 23 semanas de gestación.
"Nuestros niños que son más débiles sobreviven a estos brutales abortos tardíos porque es un procedimiento que por su estado avanzado implica la inducción al parto –pero en el aborto– el abortista tiene que matar, ya sea en el proceso o en el útero, pero a veces el bebé sale con vida", expresó Rose.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Admirável entrevista do Cardeal Burke - Vatican Cardinal: ‘Individual bishops’, not just conferences must fight culture of death (exclusive) - by Hilary White, Rome Correspondent
ROME, April 23, 2013 (LifeSiteNews.com)
– The bishops of the world must, as individuals, take the lead in
combating the Culture of Death, and not wait for the national
conferences, Cardinal Raymond Burke told LifeSiteNews.com in an
interview yesterday.
“It should be emphasized that the individual bishop has a
responsibility in this matter. Sometimes what happens is the individual
bishops are unwilling to do anything because they wait for the national
bishops’ conference to take the lead.”
Warning against some of the bureaucratic trends of “truth by committee”
in the Church’s organisation, Cardinal Burke said, “Simply by the way
these conferences work, it can be years before some kind of effective
direction is given, and then oftentimes because this direction is
discussed and debated, it can get very watered down.”
He emphasized that the involvement of the bishops should be constant,
and not merely a matter of issuing a statement once. “We’re not writing
term papers here where you make reference to an earlier document and
that’s sufficient.” In public life, he said, the message has to be
stated and re-stated and kept up to date.
And statements, he said, are only one part of it. “Its another thing to
encourage people to actively manifest their desire that the moral law
be respected,” he said. Even in a “pluralistic” society the moral law is
universal and can and must be expressed in law, he explained.
The head of the Apostolic Signatura, the Vatican’s supreme court, spoke
with LSN in the lead-up to the Marcia per la Vita (March for Life)
Nazionale in Rome, set for May 12th in Rome. The Cardinal is
known around the world as one of the strongest voices in the Vatican’s
Curia for the Church’s teaching on the sacredness of human life at all
its stages. He said that the growth of the marches for life, starting in
the US, is indicating a shift in opinion on abortion in many countries
of the western world, particularly among younger people.
Cardinal Burke said that abortion is the premier social justice issue,
even if some in the hierarchy, even in the Vatican, don’t seem to act
that way. The lack of enthusiasm for combating abortion as a priority
among some of the upper echelons of the Church administration, he said,
“is something that needs to be addressed”.
He said that overall, “there is a concern” about abortion among the
cardinals. “How they see it practically being witnessed is another
thing, however.”
Click "like" if you want to end abortion!
“I think in some places there’s a great hesitation among prelates to be
involved in public manifestations. Many see it as some kind of
political activity that isn’t proper for a cleric.”
But Burke said he does not hesitate to participate, “because to me,
it’s a question of the common good. Giving witness for the common good.
It’s not a political rally in the sense that they’re rallying for this
or that candidate, it’s not partisan, it’s a good across the board.”
Citing the encyclical by Pope Benedict XVI Caritas in Veritate,
he said that abortion, as well as the widespread use of artificial
contraception, must be made priorities: “It seems to me it’s the first
issue of social justice, the right to life.”
Remarking on the marches springing up in ultra-liberal European centres
like Brussels and Paris, as well as the leap for the Italian national
march from 1000 to 15,000 participants in one year, the cardinal said,
“I think especially among the younger people there’s a great interest.
People realise that the culture is really bankrupt and they’re trying
their best to respond to the situation.”
He said that there is a visible increase in interest by bishops,
particularly at the March in Washington. He also said that the media
blackout has been unable to stop the personal witness of the marches. “I
believe it has a great impact,” he said.
He urged the upcoming generation of younger pro-life leaders to bring the life issues up with their clergy.
“I think the lay faithful in the parishes and in the dioceses need to
go to their bishops and priests and urge them to give that pastoral
leadership that they’re called to give on this very critical issue. Yes
the laity have their part, a very significant part in all the various
areas of public life to give witness to the Gospel but they depend upon
their priests and bishops to give that teaching and example, how to
confront the situation.”
“They need leadership. That’s what it’s all about.”
The marches in Italy are only three years old, and have already grown
from a small gathering in an out-of-the-way town in the north, to 15,000
last year in the capital. Organisers are hoping to jumpstart a public
debate which has not occurred since Italy’s abortion law was passed in
1978.
While it is true that the Italian abortion rate is relatively low and
few doctors are willing to participate in abortion – with overall about
70 per cent in the country refusing and as many as 86 per cent in Lazio,
the region of Rome – the abortion rate has numbered in the millions
since legalisation. The latest statistics available estimate that about
115,517 abortions in 2010 out of a total Italian population of 60.77
million and a national rate of 8.5 abortions per 1000 women between 18
and 49.
In 2009, the notorious abortion drug regimen, RU-486, was approved for
use in early pregnancies. Italian ambivalence about abortion was
demonstrated in 1981 when a national referendum to repeal the law was
rejected by nearly 68 per cent of voters and another, that would have
removed legal restrictions was rejected by 88.4 per cent.
Marcia per la Vita, Roma organizers have asked for help with
advertising expenses. In a media release today, organizers explained
that radio spots, posters and newspaper ads have cost a total of around
10,000 Euros. “We ask you to help us according to your abilities, to
give our event the biggest impact possible,” they said.
“The life of a human being is priceless and we will be in the streets
to join our voices in defense of innocent human life that is suppressed
every day, every minute, in the world and also in Italy!”
Visit the Marcia per la Vita website for more details on how to donate.
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terça-feira, 26 de março de 2013
Pro-life leaders say Pope Francis will inspire the world to 'promote the culture of life' - by Ben Johnson
WASHINGTON, D.C., March 13, 2013 (LifeSiteNews.com)
– Members of the pro-life and pro-family community say they are
overjoyed at the selection of Cardinal Jorge Bergoglio as the new Pope
of the Roman Catholic Chuch.
As LifeSiteNews reported in 2007, the new pope, Francis, has called abortion the “death penalty” for the unborn.
He has also taken a strong stance in favor of the natural family in
Argentina. He called gay marriage “a destructive pretension against the
plan of God" and “a machination of the Father of Lies." At the same
time, in a story that is being much-repeated today, Pope Francis
demonstrated his compassion when he visited a hospice on Holy Thursday
where he kissed and washed the feet of 12 patients suffering from AIDS, a
disease that is often associated with homosexuality.
That legacy heartened pro-life and pro-family activists across the country.
“During him time as Archbishop of Buenos Aires Jorge Mario Bergoglio
was a stalwart defender of the sanctity of all innocent human life,”
Michael New of National Review told LifeSiteNews.com. “On
September 1, 2009 – the feast day of St. Raimondo Nonnato, the patron of
expectant mothers and the unborn – Cardinal Bergoglio celebrated Mass
in Buenos Aires. He encouraged attendees to defend life from conception
to its natural end. He also added that to really promote the culture of
life means also supporting the existence of these unborn children, in
all phases of their childhood.”
“I pray that Pope Francis I inspires, not only Catholics, but people of all faiths to promote and defend the culture of life,” New said.
“I pray that Pope Francis I inspires, not only Catholics, but people of all faiths to promote and defend the culture of life,” New said.
EWTN radio's Al Kresta
told LifeSiteNews.com that Pope Francis' “extraordinary theological
training” will allow him to serve as “a theologian in the best sense of
the word.”
Pope Francis “has had to live through a series of conflicts within the
Jesuit order over the last generation,” Kresta noted. “He will model for
us a way of peace and a way of reconciliation, not through compromise,
but he'll pursue Catholic reconciliation along the lines of sacrifice as
Francis did.”
His choice of the name Francis – after St. Francis of Assissi – rang a hopeful chord in many of the faithful.
“We now welcome Pope Francis I, who we pray to God follows in the
footsteps of St. Francis of Assisi,” Judie Brown, president of American Life League
and three-time appointee to the Pontifical Academy for Life, said.
“Recall that Christ said to St. Francis, 'Rebuild my Church!' This is
the very challenge that our new Pope will have to confront.”
“No more talk of compromise on questions of abortion, contraception,
homosexuality or euthanasia. No more tolerance for those who claim to be
Catholic while supporting vile acts such as abortion,” she said.
“Please join me in thanking God for our new Pope. Let us pray without
ceasing for him.”
Many hope that reform will begin with educational institutions run by his own Society of Jesus.
“The fact that God has provided a Jesuit as our new Holy Father has
great significance for many Catholics, who have been hoping and praying
that the New Evangelization will bring about the renewal of the Society
of Jesus and its many schools and colleges,” Patrick J. Reilly,
president of the Cardinal Newman Society,
said. “For decades, Jesuit universities in the United States have been
hotbeds of dissent, with many professors displaying great disrespect for
the Vatican and the bishop.”
“We trust that he will continue the renewal of fidelity and Catholic
identity in Catholic education, which Pope Benedict said was 'the most
urgent internal challenge' facing the Church in the United States,”
Reilly added. “In your charity, please pray for the renewal of Catholic
education and for our new Holy Father, Pope Francis!”
As an Argentine Cardinal, the new pope sometimes clashed with political
authorities – and sometimes his fellow priests, as one who distanced
himself from those who taught liberation theology, a baptized Marxism
dressed up in Christian terminology. Pope John Paul II strongly
condemned its spread.
“Pope Francis is a man of great spirituality who is known for his
commitment to doctrinal orthodoxy as well as for his simplicity of
life,” Fr. Robert Sirico, president of The Acton Institute,
said. “Like Benedict XVI, he combines concern for the poor with an
insistence that it’s not the Church’s responsibility to be a political
actor or to prescribe precise solutions to economic problems. In that
regard, he’s a model for all Catholic bishops and clergy throughout the
world.”
The years he spent clashing with Argentine authorities will help combat
the Obama administration and, perhaps, reform the sometimes inattentive
U.S. Council of Catholic Bishops, according to Richard Viguerie, a
practicing Catholic and the proprietor of ConservativeHQ.com.
As a bishop and cardinal in his home country, the new pope “provided
the great moral compass that society must have when temporary political
expediency points a nation or a people in the wrong direction,” Viguerie
said. “Such moral leadership and courage will inject much-needed
backbone into the bishops, priests, and lay-leaders here in the United
States, where the Church has too often adopted the trends and habits of a
secular amoral society.”
Bill Donohue of the Catholic League
believes, far from diminishing his influence, “his strong embrace of
core moral principles, especially as they touch on sexual matters, adds
to his appeal.”
Those principles include an unqualified support of life from conception
to natural death, causes for which the Vatican has become the world's
leading advocate.
Click "like" if you want to end abortion!
"The pro-life movement owes a debt of gratitude to the Catholic Church
for its leadership and on-going commitment to building a world in which
everyone is welcomed in life and protected in law," said Dr. Charmaine
Yoest. "Americans United for Life extends our sincere congratulations to our Catholic friends as they prepare to welcome Pope Francis I as their new leader.”
“Priests for Life is delighted at the selection of Pope Francis I and
we are assured that the sanctity of all human life will be a top
priority for this Pope, as it has been for his predecessors,” said Fr.
Frank Pavone, national director of Priests for Life. “We look forward to
working under the leadership of the new pope to advance the culture of
life."
Bryan Kemper, Youth Outreach Director for Priests for Life, said he and
the young Catholics he meets everyday are “excited for his leadership
and committed to continuing to share the message of life that is so
central to our Church."
The media have made much that the pope hails from Latin America.
Bergoglio, who is of Italian descent, has become a potent figure for the
Global South and a reminder that papal leadership extends to every
corner of the world.
“The inspired selection of Pope Francis is most welcome and exciting
news as we face increasing pressure in Latin America from radical forces
intent on destroying the culture of life,” Marie Smith, director of the
Parliamentary Network for Critical Issues, said. “Responses from
contacts in Argentina comment on the new Pope’s simplicity of style,
attention to his role as pastor, and focus on the social issues that
challenge the region and the world today. We look forward to his
leadership of the Church.”
Others were simply impressed with the character of the man who has been chosen to lead the world's one billion Roman Catholics.
“We were struck by his humility in such an august moment, especially
when he asked all of us to ask the Lord to bless him before he imparted
his first papal blessing upon the Church and the world,” Father Shenan
J. Boquet, president of Human Life International,
said. “We will certainly continue praying for him, asking that the Lord
grant him peace and wisdom, strength and courage, and give him every
grace necessary to guide the Church during this time."
Even non-Catholics extended their thanks. Dr. Janice Shaw Crouse, senior fellow at the Beverly LaHaye Institute,
said, “Congratulations to my Catholic friends on the election of Pope
Francis. I like the descriptions that I am hearing: especially, that he
is an 'authentic' Christian who holds to the foundations of the faith
and favors 'simplicity' in the mode of Mother Teresa.”
Obviously, the pope's primary duty is acting as chief shepherd of the Roman Catholic Church. The Remnant
newspaper noted that, while it is not certain of his disposition toward
the Traditional Latin Mass, “the Institute of the Good Shepherd has a
house in his diocese.”
Kresta told LifeSiteNews that he believes the new pope will “make a
supreme effort to present the Catholic Faith in its totality, in its
fullness, to the world.”
“It won't be liberal; it won't be conservative. It won't be left-wing;
it won't be right-wing. It won't be just Social Justice; it won't be
just doctrine. It won't be just East or West,” he said.
While Pope Francis “believes everything the Catechism teaches," Kresta
said he will “adorn the doctrine and make sure that people understand
that the faith is not just believing in a set of propositions, but it's
also the reception of a new light.”
“This man lives what he believes,” he said.
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