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terça-feira, 27 de abril de 2010

Filósofo D. V. Hildebrand, elogiado por 3 Papas, sobre a Negligência Episcopal

Real Catholic TV Video Clip on Dietrich von Hildebrand Indictment of Bishops' Negligence

Dietrich von Hildebrand stated, “One of the most horrifying and widespread diseases in the Church today is the lethargy of the guardians of the Faith of the Church. …

I am thinking [here] of the … numerous bishops … who make no use whatever of their authority when it comes to intervening against heretical theologians or priests, or against blasphemous performances of public worship. …

But it is most especially infuriating when certain bishops who themselves show this lethargy toward heretics, assume a rigorously authoritarian attitude towards those believers who are fighting for orthodoxy, and who are thus doing what the bishops ought to be doing themselves! …

The drivel of the heretics, both priests and laymen, is tolerated; the bishops tacitly acquiesce to the poisoning of the faithful.

But they want to silence the faithful believers who take up the cause of orthodoxy, the very people who should by all rights be the joy of the bishops’ hearts, their consolation, a source of strength for overcoming their own lethargy.

Instead, these people are regarded as disturbers of the peace. …

The insult to God which is embodied in heresy is often not as tangible and irritating for them as a public act of rebellion against their authority.”

http://www.youtube.com/watch?v=8RJV0Yj-yhU ( Title is "Sloth : Not just a strange beast from South America")


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Um Lobo a Pregar aos Pastores


1. Parte da comunicação social anunciou um evento em Braga: “À escuta da Palavra: Congresso internacional sobre o Presbítero”. O jornal o Correio da Manhã[1] de hoje relata que Marcelo Rebelo de Sousa foi convidado para pregar (a expressão pregar é minha) a 300 (trezentos) Padres. Sempre segundo este periódico Marcelo teria dito, entre outras coisas, que nada tem contra a Ordenação Sacerdotal de mulheres embora não considere esta questão fundamental. O professor Rebelo de Sousa contradiz assim directa e explicitamente o Papa João Paulo II que na Carta Apostólica Ordinatio Sacerdotalis (22 de Maio de 1994), declara com a Autoridade que Jesus Cristo lhe conferiu: “Embora a doutrina sobre a ordenação sacerdotal que deve reservar-se somente aos homens, se mantenha na Tradição constante e universal da Igreja e seja firmemente ensinada pelo Magistério nos documentos mais recentes, todavia actualmente em diversos lugares continua-se a retê-la como discutível, ou atribui-se um valor meramente disciplinar à decisão da Igreja de não admitir as mulheres à ordenação sacerdotal.

Portanto, para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cfr Lc 22,32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja.”[2]

Como, apesar de uma afirmação tão clara, alguns espíritos levantassem ainda dúvidas a Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé (28 de Outubro de 1995) na “Resposta sobre a doutrina da Carta Apostólica “Ordinatio Sacerdotalis[3], assevera categoricamente: “Esta doutrina exige um assentimento definitivo, posto que, baseada na Palavra de Deus escrita e constantemente conservada e aplicada na Tradição da Igreja desde o princípio, foi proposta infalivelmente pelo Magistério ordinário e universal (cf. LG 25, 2). Por conseguinte, nas circunstâncias presentes, o Sumo Pontífice, ao exercer o seu ministério de confirmar na fé os seus irmãos (cf. Lc 22, 32), propôs a mesma doutrina com uma declaração formal, afirmando explicitamente o que sempre, em todo o lado e por todos os fiéis se deve manter, uma vez que pertence ao depósito da fé”.

2. Marcelo Rebelo de Sousa durante anos repetiu até à exaustão em tudo quanto é comunicação social que a “lei” injusta e iníqua do aborto (6/84) era boa, justa e equilibrada. Recentemente no programa televiso denominado “as escolhas de Marcelo” afirmou, mais do que uma vez, ser favorável à legalização do “casamento” entre homossexuais.

Por que será que o Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, Arcebispo de Braga, convida ou admite um lobo “católico” a pregar aos Sacerdotes portugueses, no ano que lhes é dedicado, na sua Diocese?

Nuno Serras Pereira

15. 01. 2010




[3] Responsum ad dubium circa doctrinam in Epist. Ap.“Ordinatio Sacerdotalis” traditam, 28 de outubro de 1995, AAS 87 (1995) 1114, OR 19.11.1995, 2; Notitiae 31 (1995) 610s; Communicationes 27 (1995) 212; EV 14, 1958-1961; LE 5622

sábado, 3 de outubro de 2009

Ensaio A


Desde há muito que aquelas organizações que têm promovido a contracepção, a esterilização, o homicídio na forma de aborto, a experimentação letal em pessoas humanas na sua fase embrionária e a eutanásia têm como objectivo esmagar as forças e as resistências, a nível de tantas nações, instituições e organizações, que se lhes opõe. Impacientes por ainda não subjugarem o mundo inteiro elaboraram uma estratégia para alcançar o poder, não só de uma influência sistemática sobre as mentalidades mas também de coacção sobre os povos, através de uma verdadeira autoridade mundial de saúde. Não lhes basta a OMS, precisam de uma AMS ou de um GMS (Autoridade Mundial de Saúde; Governo Mundial de Saúde) que lhes conceda um poder efectivo. Porém, para justificar a criação de tal Autoridade ou Governo necessitam, evidentemente, de inventar uma pandemia que justifique a sua criação. Um medo generalizado, alimentado diariamente pela generalidade dos órgãos de comunicação social, e uma resposta “redentora” através de um medicamento que só foi possível devido à coordenação mundial suscitam o ambiente favorável à criação dessa AMS, que tomando nas suas mãos a saúde dos povos, imporá cada vez mais a “saúde” sexual oi reprodutiva, eufemismos que encobrem aquelas realidades detestáveis que enunciámos nas primeiras linhas.

Que um número significativo de especialistas em medicina alerte para a manipulação e para os enormes riscos da vacinação contra a Gripe A em comparação com os escassíssimos benefícios não parece preocupar a nossa comunicação social, nem mesmo a Rádio Renascença que quotidianamente presta o seu auxílio solícito à propaganda venenosa. Porque é que esta estação emissora, propriedade do Episcopado, deposita uma confiança tão cega numa ministra da saúde e num director-geral de saúde que advogam e promovem, como se se tratara de cuidados de saúde, a matança de crianças nascituras?

Nuno Serras Pereira

03. 10. 2009

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Bispos assim, Sim!

Importante descubrimiento de la “Pave the Way Foundation”

NUEVA YORK, jueves 1 de octubre de 2009 (ZENIT.org).- Nada de “Papa de Hitler”. Nada de colaboradores voluntariosos del nazismo. Algunos documentos encontrados en Alemania por la Pave the Way Foundation (PTWF) prueban que ya desde septiembre de 1930, los obispos católicos habían excomulgado al Partido Nazi de Hitler.

De los documentos hallados por Michael Hesemann. Colaborador de la PTWF, en septiembre de 1930, tres años antes de que Adolf Hitler subiera al poder, la archidiócesis de Maguncia condenó de forma pública al Partido Nazi.

Según las normas publicadas por el Ordinario de Maguncia, estaba “prohibido a cualquier católico inscribirse en las filas del partido nacionalsocialista de Hitler”.

“A los miembros del partido hitleriano no se les permitía tomar parte en grupo en funerales u tras celebraciones católicas similares”.

“Mientras un católico estuviera inscrito en el partido hitleriano no podía ser admitido a los sacramentos”.

La denuncia de la archidiócesis de Maguncia fue publicada en primera página por “L’Osservatore Romano” en un artículo publicado el 11 de octubre de 1930.

El título del artículo es: “El partido de Hitler condenado por la autoridad eclesiástica”.

En él se declaraba la incompatibilidad de la fe católica con el nacionalsocialismo. Ninguna persona que se declarara católica podía convertirse en miembro del partido nazi, bajo pena de la exclusión de los sacramentos.

En febrero de 1931 fue la diócesis de Münich la que confirmó la incompatibilidad de la fe católica con el partido nazi.

En marzo de 1931 también la diócesis de Colonia, Parderborn y las de las provincias de Renania denunciaron la ideología nazi, prohibiendo de modo público cualquier contacto con los nazis.

Indignados y furiosos por la excomunión emitida por la Iglesia católica, los nazis enviaron a Hermann Göring a Roma con la petición de audiencia al Secretario de Estado Eugenio Pacelli. El 30 de abril de 1931, el cardenal Pacelli rechazó encontrarse con Göring, que fue recibido por el subsecretario, monseñor Giuseppe Pizzardo, con el encargo de tomar nota de todo lo que los nazis pedían.

En agosto de 1932, la Iglesia católica excomulgó a todos los dirigentes del Partido nazi. Entre los principios anticristianos denunciados como herejes, la Iglesia católica alemana mencionaba explícitamente las teorías raciales y el racismo.

Siempre en agosto de 1932, la Conferencia Episcopal alemana publicó un documento detallado en el que se daba instrucciones de cómo relacionarse con el Partido Nazi.

En el documento, publicado por la Conferencia Episcopal Alemana, está escrito que estaba absolutamente prohibido a los católicos ser miembros del Partido Nacionalsocialista. Quien desobedeciera sería inmediatamente excomulgado.

En el documento de la Conferencia Episcopal encontrado por la PTWF está escrito que “todos los Ordinarios han declarado ilícito pertenecer al Partido Nazi”, porque “las manifestaciones de numerosos jefes y publicistas del partido tienen un carácter hostil a la fe” y “son contrarias a las doctrinas fundamentales y a las indicaciones de la Iglesia católica”.

En enero de 1933 Adolf Hitler llegó al poder y las asociaciones católicas alemanas difundieron un folleto titulado “Un llamamiento serio en un momento grave”, en el que consideraban la victoria del Partido Nacionalsocialista “un desastre” para el pueblo y para la nación.

El 10 de marzo de 1933, la Conferencia Episcopal alemana reunida en Fulda escribió un llamamiento al Presidente de Alemania, el general Paul L. von Beneckendorff und von Hindenburg para expresar “nuestras preocupaciones más graves que son compartidas por amplios sectores de la población”.

Los obispos alemanes se dirigieron a von Hindenburg manifestando su temor de que los nazis no respetasen “el Santuario de la Iglesia y la posición de la Iglesia en la vida pública”.

Por esto pidieron al Presidente una “urgente protección de la Iglesia y de la vida eclesiástica”.

Los obispos católicos habían previsto esto, pero no fueron escuchados.

Los documentos encontrados por la PTWF son de notable importancia porque ponen fin a las repetidas calumnias que quisieran manchar a la Iglesia católica como diligente colaboradora del naturismo, cuando en realidad fue la primera en denunciar su peligrosidad.

[Por Antonio Gaspari, traducción del italiano por Inma Álvarez]

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Porque calam os Bispos?

A entrada em vigor da “lei” ímpia sobre a “educação” sexual que arrebata iniquamente aos pais o direito inalienável de educarem e formarem os seus filhos coloca os genitores numa situação de extrema dificuldade perante o poder totalitário do estado. Entre estes pais aflitos encontra-se um número assinalável, porventura a maioria, de católicos. Será não só irrealista como perverso dar conselhos paternalistas aos pais para que se empenhem na escola de modo a combater ou minimizar os efeitos nefandos da promiscuidade programada. Este tipo de orientação ignora, por um lado, a vida de trabalhos e fadigas de que são vítimas a grande maioria dos pais do nosso tempo e, por outro, a estratégia delineada de transformar as escolas em centros de “lavagem cérebro/sexual” dos próprios pais. Estes, de facto, nem são clérigos ou religiosos com tempo disponível para garantir uma presença constante e combativa, nem são, de um modo geral, académicos que tenham cultura e eloquência suficientes para detectarem e desmontarem as armadilhas e ludíbrios de gente muitíssimo bem preparada nas técnicas de persuasão e condicionamento das mentes.

Posto isto, a única solução razoável é o recurso à objecção de consciência. Em qualquer outro país, creio eu, o Episcopado já teria saído em auxílio das famílias reclamando o direito a essa objecção. Tanto mais que aqui está também em jogo o direito ao exercício efectivo da liberdade religiosa.

Eu confesso que não compreendo porque calam os Bispos. Nem acredito na hipótese aventada por alguém de que têm por mentor o monsenhor que não há muito declarava a incompetência geral dos pais para educarem a seus filhos.

Nuno Serras Pereira

13. 08. 2009