domingo, 29 de setembro de 2013
O arqui-inimigo do Papa Francisco - por Nuno Serras Pereira
sábado, 28 de setembro de 2013
Respostas eminentemente pastorais e prontas - por Nuno Serras Pereira
domingo, 8 de abril de 2012
Gran Obispo: La valentía de Reig Pla al denunciar el engaño y la injusticia del pecado desata la ira laicista
La celebración, que tuvo lugar en la catedral de los Santos Niños Justo y Pastor, fue retransmitida por La 2 de TVE como parte de la programación de Semana Santa.
El prelado explicaba, ante la Cruz de Cristo, precio de nuestra salvación, cómo "el mal se nos presenta bajo la apariencia del bien" para tentarnos y nos lleva al pecado, que es "un engaño" y "una injusticia" y además "nos destruye".
Puso diversos ejemplos, como el adulterio, el aborto, las relaciones homosexuales, los empresarios que se aprovechan de los trabajadores, los trabajadores que sabotean a los empresarios, los jóvenes destruidos por el alcohol y las drogas y también los sacerdotes de "doble vida, corrompiendo las realidades sagradas que han recibido".
"El pecado es verdaderamente una ingratitud ante el amor más hermoso. Es una verdadera injusticia. Hemos pegado al bien que Dios nos ha hecho llevándole a la cruz": éste es el auténtico sentido de la predicación de monseñor Reig Pla, que se limitó a concretar esa ingratitud en casos muy tangibles hoy día en nuestra sociedad.
"El pecado", además -era otra idea central de su intervención- "lleva como paga la destrucción de la persona", y los ejemplos puestos se expusieron precisamente en su faceta destructiva, ante la cual el amor de Dios no es indiferente y con su gracia "todo cambio es posible".
Abajo puede escucharse la homilía completa, pero destacamos a continuación los tres párrafos que más polémica han despertado:
- Adulterio: "Es el engaño, porque no es su mujer, no es su marido. Es una injusticia, porque ha prometido fidelidad, y ha dado su persona a su mujer o a su marido. Destruye el matrimonio y destruye a su propia persona, y si se tienen hijos es un sufrimiento enorme para los hijos que se destruya un matrimonio".
- Aborto: "Cuando [una mujer] va a abortar a una clínica sale destruida, porque ha destruido una vida inocente y se ha destruido a sí misma. Años y años, mujeres que han ido a abortar llevan el sufrimiento en su corazón".
- Relaciones homosexuales: "No se pueden corromper las personas. Ni siquiera con mensajes falsos. Quisiera decir una palabra a aquellas personas que hoy, llevadas por tantas ideologías que acaban por no orientar bien sobre la lo que es la sexualidad humana, piensan ya desde niños que tienen atracción hacia las personas de su mismo mismo sexo, y a veces para comprobarlo se corrompen y se prostituyen, o van a clubs de hombres nocturnos. Os aseguro que encuentran el infierno. ¿Vosotros pensáis que Dios es indiferente ante el sufrimiento de todos estos niños?".
Son sólo los ejemplos que se han destacado (entre otros, como los citados), allí donde monseñor Reig Pla estaba transmitiendo una idea absolutamente propia del Viernes Santo, en el que se contemplan los sufrimientos de Jesucristo para alcanzarnos la Redención: "El pecado es engañoso, nos destruye a nosotros y es una injusticia respecto de Dios y respecto de nuestros hermanos... Somos ingratos, no se merece el Señor, con todo el bien que nos ha hecho a nosotros, que le paguemos con esta injusticia".
Un mensaje que terminaba en positivo, destacando el poder compensatorio de la Cruz frente a la injusticia, y del amor de Dios para sanar de raíz la destrucción que todo pecado lleva en sí.
Pinche aquí para escuchar completa la homilía de monseñor Reig Plà, que comienza a partir del minuto 30.
segunda-feira, 21 de março de 2011
“Sair do armário”
A expressão que intitula este breve texto é utilizada pela aglomeração “gay” para significar o acto de uma pessoa publicitar que tem comportamentos sodomitas, ou seja, que pratica actos sexuais com pessoas do mesmo sexo, que os acha não somente normais como bons e recomendáveis. A revelação pública é feita com propósitos político-ideológicos muito concretos que pretendem tornar esses comportamentos socialmente aceitáveis e respeitáveis, destruir a família natural, induzir subliminarmente, quando não descaradamente, crianças, adolescentes e jovens à confusão e à experimentação desses mesmos comportamentos, criminalizar toda a oposição aos seus objectivos, e mudar, corrompendo-o, o cristianismo cuja Revelação de Deus, a Tradição Bíblica e a da Igreja sempre ensinaram a malícia intrínseca e a perversidade de tais actos. Sigmund Freud, aliás, apesar de não ser crente e muito menos cristão, também considerava tais actos como perversos. O Catecismo da Igreja Católica refere-se a eles como depravações graves, contrários à lei natural, incapazes de realizar uma complementaridade ou comunhão afectiva sexual, porque delas não procedem, e que em nenhum caso podem ser aprovados.
Ora o católico que “sai do armário” não aceita de modo nenhum esta Verdade Revelada, diz que não é tal, arranja, com os seus teólogos e biblistas, uma manipulação dos textos da Sagrada Escritura, de modo a distorcer o que eles dizem, faz apelos pungentes à misericórdia e à compaixão, não em relação à pessoa enquanto tal, que merece todo o respeito (porque a consideram uma condescendência inaceitável), mas às suas práticas, afirma categoricamente que a Igreja está errada e que ela é que tem que mudar e não ele. Partilha, vitimizando-se, a sua vida, com as dificuldades e incompreensões, próprias, aliás, de qualquer percurso humano, até ter encontrado a salvação que consiste, segundo ele, em passar à prática os seus desejos desordenados. Não poucas vezes este percurso é acompanhado e incentivado por especialistas de saúde mental, por Sacerdotes e Religiosas.
Ainda não há muito escrevi sobre uma entrevista, dada à revista Pública, em que algumas pessoas que decidiram viver um estilo de comportamento sexual com pessoas do mesmo sexo, se apresentavam como católicas e confessavam o apoio que tinham por parte de alguns sacerdotes. Embora escondessem a sua identidade, por detrás de uma letra ou inicial, um número considerável de leitores que conheciam um ou outro bem perceberam de quem se tratava. De um deles posso eu asseverar que, em certos pontos, a história estava muito mal contada (o que de resto pode não ser culpa sua mas do jornalista). Mas o que importa aqui notar é a estratégia: a iniciativa da entrevista, como lá é dito, não partiu da revista mas sim deles.
Agora, o director do MSV (movimento ao serviço da vida), ao “sair do armário” publicamente, através do anúncio de um encontro organizado pelo Centro Universitário Manuel da Nóbrega, onde palestrará, que conta com a presença do Bispo de Coimbra, consegue objectivamente, independentemente das intenções subjectivas de quem o organiza, a cobertura da Igreja para a estratégia político-ideológica da conglomeração sodomita.
Como se sentirá aquela comunidade numerosa de jovens generosos e dedicados que ao longo destes anos deram o melhor de si neste movimento que nasceu da Igreja através do cruzamento da iniciativa de alguns jovens com o ministério de diversos carismas? Aquela vida que o nome do movimento tem não se refere somente a esta vida mas à Vida divina e eterna que é o próprio Jesus Cristo Ressuscitado, que quando passou entre nós disse de si Mesmo, definindo a Sua missão: “Eu vim … chamar os pecadores para que se arrependam”. Para que se arrependam e convertam e não para que se obstinem no seu pecado, o justifiquem e o alardeiem.
No meu tempo, que velho que eu sou…, e creio bem que ao longo da história da Igreja, chamava-se a testemunhar aquele que tendo vivido em pecado, se arrependera, reencontrando o Seu Salvador, e penitencialmente procurava no dia-a-dia uma conversão sempre maior. Agora dá impressão que é o contrário. A pessoa que viveu bem muitos anos, embora com os percalços próprios da condição humana, e depois desmente tudo entregando-se a uma vida depravada, é chamada, nessa qualidade de dissoluta, a dar o “testemunho da sua ‘vocação’.
A “Igreja plural – Deus a uma chamou para ser freira, a outro para ser homossexual, e a outros para serem adúlteros”! Sei que não será isto que está na mente dos organizadores mas não será essa a mensagem que as pessoas receberão?
Nuno Serras Pereira
21. 03. 2011