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sábado, 16 de novembro de 2013

Illinois bishop plans exorcism ritual as Illinois recognizes same-sex marriage

SPRINGFIELD, IL, November 15, 2013 (LifeSiteNews.com) – The bishop of Springfield, Illinois will lead prayers of exorcism “in reparation for the sin of same-sex marriage” at his cathedral on November 20 as Governor Pat Quinn signs a state law redefining marriage.

Bishop Thomas Paprocki says he was inspired by Pope Francis, who had condemned same-sex “marriage” as a “machination of the Father of Lies” in 2010 when Argentina was preparing to redefine marriage.

“Pope Francis is saying that same-sex 'marriage' comes from the devil and should be condemned as such,” said Bishop Paprocki in a statement Thursday.

Illinois’ House of Representatives passed the same-sex “marriage” bill in a 61-54 vote on November 5, sending it to Quinn’s desk for approval. The governor had already pledged to sign it.

The day after the vote, the Chicago Tribune quoted two Catholic state representatives who cited Pope Francis’ famous “who am I to judge?” quote in explaining their decision to support the measure.
"As a Catholic follower of Jesus and the pope, Pope Francis, I am clear that our Catholic religious doctrine has at its core love, compassion and justice for all people,” said Rep. Linda Chapa LaVia.
In his statement, Bishop Paprocki called out those Catholic politicians who “twisted the words of the pope” and said Catholics who voted for the bill are "morally complicit as co-operators in facilitating this grave sin."

"It is scandalous that so many Catholic politicians are responsible for enabling the passage of this legislation and even twisting the words of the pope to rationalize their actions despite the clear teaching of the church," he said. "All politicians now have the moral obligation to work for the repeal of this sinful and objectionable legislation. We must pray for deliverance from this evil which has penetrated our state and our church."

The bishop also pointed that, because same-sex “marriage” violates God’s plan, anyone who contracts such a union is “culpable of serious sin.”

To explain the prayer event, the bishop’s statement quoted from the introduction to the Church’s rite of exorcism, which says that the Church recognizes the devil’s presence “not only in the tempting or tormenting of persons, but also in the penetration of things and places in a certain manner by their activity, and in various forms of opposition to and persecution of the church.”

“If the diocesan bishop, in particular situations, judges it appropriate to announce gatherings of the faithful for prayer, under the leadership and direction of a priest, elements for arranging a rite of supplication may be taken from [the texts provided in these appendices],” it reads.

The prayers of exorcism will take place at the Cathedral of the Immaculate Conception in Springfield on November 20 from 4:00 to 5:00 p.m.

Concluding his statement, Paprocki said, "Pope Francis has also urged us to be mindful of God's mercy, so it is good to recall the profound expression of divine mercy uttered by Jesus as he was dying on the cross to save us from our sins, 'Father, forgive them, for they know not what they do' (Luke 23:34).”

Bishop Paprocki is known for his strong stand on moral issues.

Last month, after a group of homosexual activists from the Rainbow Sash Movement planned a prayer vigil for same-sex “marriage” inside the Cathedral, he issued a strong video statement warning them that they would be guilty of “blasphemy.”

In June, the bishop debated dissident nun Sister Jeannine Gramick on gay “marriage” before a largely gay-friendly crowd. In his opening remarks, he revealed that his former secretary had been murdered by a homosexual activist after she suggested he change his lifestyle. “[Mary Stachowicz]’s murder was widely ignored by the media, despite the fact that she died as a martyr for her faith,” he said.

Leading up to the 2012 national election, Paprocki slammed the Democratic Party’s platform for endorsing the “intrinsic evils” of abortion and same-sex “marriage”.

“My job is not to tell you for whom you should vote. But I do have a duty to speak out on moral issues,” he said. ”I would be abdicating this duty if I remained silent out of fear of sounding ‘political’ and didn’t say anything about the morality of these issues.”

In the Republic Party platform, on the other hand, “there is nothing in it that supports or promotes an intrinsic evil or a serious sin,” he said.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A Possessão dos católicos portugueses - por Nuno Serras Pereira



27. 05. 2013

Como diz a malta nova “não dá para acreditar!” De facto, como podem crer em Cristo e a Cristo aqueles que verificam que um “povo católico” (que deveria ser povo de Deus, Corpo Místico de Cristo) serve escravocraticamente o Maligno?; e que imensos Prelados têm como prioridade evangelizadora o serem simpáticos, o agrado mediático, a consonância com a mentalidade reinante?; com pânico de chamar as coisas pelos nomes, pressurosos em manter-se na ambiguidade, incapazes de serem sinal de contradição?; julgando, contraditando desse modo o exemplo de Cristo e dos Santos, que basta anunciar o bem e se podem dispensar de combater o mal? Santo Atanásio, salvador da verdadeira Fé na antiguidade, seria, nos dias de hoje, dado como agressivo, mente obcecada, afugentador de fiéis, de pagãos, de ateus, remetido a um ermo enclausurado, senão mesmo excomungado.

Quando há Pastores (eclesiásticos ou civis) que por acção ou omissão, por cumplicidade, por indiferença ou tacticismo político não protegem nem defendem adequadamente os mais vulneráveis e inocentes (arriscando os seus cargos, as suas carreiras e se preciso for as suas vidas), isso significa que não são tais, mas sim lobos vorazes e predadores.

Eu tenho consciência, e isto não é retórico, da enormidade das minhas limitações, sei bem que em comparação com os demais confrades eclesiásticos sou um deficiente. Mas porra! (“expressa uma reacção de dor”, in Dicionário Houaiss. Etimologia: prov. de porro, vegetal de talo largo e um bulbo num dos extremos, sugerindo a comparação com um bastão de cabo grosso; Corominas comenta que um lat. *porrèa, de caráter adj., '(maça) semelhante a um porro (alho)', der. do lat. pòrrum ou porrus,i 'porro (alho)' poderia explicar o voc. port.; ver porr-), não há quem entenda a gravíssima escravidão demoníaca de numerosíssima porção dos católicos portugueses!?! Não há quem o veja e lhe dê remédio?!? As mais graves possessões demoníacas não são aquelas que, subjugando a liberdade, levam as pessoas a fazer ou padecer coisas contra sua vontade e que, por isso, delas não são responsáveis. O maior mal consiste na sedução diabólica que as conduz a consentirem no mal que praticam e na omissão do bem. Esta cumplicidade da multidão (de cada um que compõe essa massa) produz “estruturas de pecado” que se apropriam do poder, fortalecendo e perpetuando os grilhões malignos.

Quando deparo com a insurreição evangélica continuada dos franceses tenho vergonha, confesso, de ser um católico português; quando leio os textos de uma jornalista (um e dois), Maria Teixeira Alves, não ter medo de sofrer insultos e ameaças, como tem padecido desde que os redigiu, dou muitas Graças a Deus por suscitar nos aparentemente “de fora” aquilo que em primeiro lugar e principalmente competiria aos “de dentro”; quando me maravilho com a clareza brilhante de um artigo de um Sacerdote, pergunto-me se o Episcopado português é incapaz de redigir algo semelhante; quando exulto com a leitura de uma crónica desassombrada e clarividente de um economista, logo me entristeço por sei uma raridade singular.

Cinquenta crianças nascituras, CINQUENTA, são em “virtude” do voto católico, legalmente dizimadas quotidianamente, TODOS OS DIAS, no nosso país, por capricho das mães grávidas; devido ao voto católico, foi “legislado” e “promulgado” o “pseudo-casamento” entre pessoas do mesmo sexo; o mesmo povo católico elegeu aqueles que aprovaram a co-adopção de crianças por “casais” do mesmo sexo (quem não se opôs mas se absteve objectivamente conluiou com os promotores), como segundo passo (o primeiro foi o “casamento”, pois quem admite este, lógica e necessariamente desembocará na adopção) para a adopção plena e para o recurso dos mesmos “casais” ficcionais à reprodução artificial. Esta, como já indiquei em outros textos (ver aqui, por ex:) faz uma multidão incontável de vítimas humanas.

Os católicos subjugados pelo pecado têm escolhido e promovido os partidos que os têm subjugado. Desde há muito que as opções que nos têm sido impostas são as de escolher entre Satanás e o Demónio, como se não foram o mesmo. Numas organizações partidárias ele apresenta-se de carranca ameaçadora e feroz em outras de aspecto simpático e lisonjeiro, mas é sempre o mesmo Maligno que manipula os bonifrates, que se dizem e/ou se têm por católicos. Mas, infelizmente são possessos, para usar as palavras de Jesus Cristo, têm por pai o Diabo (Jo 8, 44).

É tempo de dar o “grito do Ipiranga” e de exorcizar a multidão dos demónios que nos infesta. Pela minha parte, confesso, que para além do pouco que procuro fazer (segundo não poucos, melhor seria para todos que nada fizesse e me silenciasse), se fora exorcista procuraria imitar frei Silvestre. Andavam as gentes da cidade de Arezzo em raivosas lutas intestinas, num desvairamento de mútuas agressões homicidas, quando S. Francisco de Assis acompanhado de frei Silvestre, que para lá se dirigiam, avistou um amontoamento de dianhos imundos por de cima das ruas e habitações influindo malignamente nos cidadãos. Logo tomou a decisão de enviar o seu confrade às portas da cidade para a exorcizar, enquanto ele se detinha orando com instantes súplicas ao Altíssimo, Omnipotente e Bom Senhor, de modo a garantir toda a eficácia ao esconjuro. Foi feliz o sucesso: os diachos puseram-se em fuga espavoridos, o povo aquietou-se, as aversões deram lugar a reconciliações, a paz foi estabelecida a contento de todos. Santos, conheço eu que me poderiam assistir com as suas orações enquanto, como exorcista, logo me dirigiria ao parlamento, à sede do governo, à presidência da república, etc., etc.

Mas enfim, cada um com a sua missão e/ou profissão, Sacerdote, Religioso, Diácono, Leigo, crente ou não crente pode dar o seu contributo. Mas tem que começar já! Com toda a determinação! É tempo de despertar do torpor mortal! Lázaro, povo de Deus, levanta-te! Ressuscita!

À honra de Cristo. Ámen.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Una decisión sin precedentes - Cardenal Rouco nombra a 8 exorcistas para Madrid ante la avalancha de casos de influencia demoníaca - por Aléx Rosal

In RL 

La decisión que acaba de tomar el cardenal Rouco de nombrar a ocho exorcistas para la diócesis de Madrid no tiene precedentes en toda España y en su historia.

Sin duda, la gran demanda que está recibiendo la archidiócesis de Madrid de sus fieles, y de la feligresía de otras diócesis que no tienen exorcistas, solicitando ayuda para liberarse de posesiones demoníacas, o bien de influencias maléficas (amarres, magia negra de brujas y quiromantes, mal de ojo, echadores de cartas y esoterismos varios, incluído el reiki), ha llevado al cardenal Rouco Varela a nombrar, de golpe, a ocho exorcistas para atender esta enorme avalancha de peticiones.

Son muchas las víctimas de ese mundo esotérico que crece sin cesar ante la secularización de la sociedad, presentándose síntomas cada vez más evidentes y cuantitativos de infestación demoníaca.

Elección de exorcistas
El cardenal Rouco ha elegido a sacerdotes de su presbiterio de recta doctrina y profunda vida espiritual, que tienen como misión enfrentarse cara a cara con el diablo.

César Franco los coordina
Según han confirmado a Religión en Libertad fuentes del arzobispado de Madrid, "los ochos sacerdotes confirmados por el cardenal Rouco para el ministerio de exorcistas están en un periodo de formación acelerado" que coordina César Franco, uno de los tres obispos auxiliares de Madrid. 

Lecturas para aprender
Como la pastoral de exorcismos no ha estado muy presente en la Iglesia en España en los últimos 40 años, no son muchos los expertos que puedan aportar conocimientos sobre esta materia.

Por eso, los nuevos exorcistas están estudiando a marchas forzadas el "Ritual renovado de Exorcismos", aprobado por Juan Pablo II en 1998. 

Algunos de los neoexorcistas también se han sumergido en la lectura del antiguo Ritual, el Rituale Romanum, que data de 1614, o, sobre todo, del ritual de 1952, y que en opinión del Padre Amorth "es mucho más eficaz que el actual, y que continúa siendo válido". Dicho Ritual no deroga el anterior, que puede seguir usándose previa solicitud del Obispo diocesano a la Sede Apostólica.

También están leyendo el libro, ya clásico, del padre Gabriele Amorth "Habla un exorcista"  (Planeta+Testimonio), en donde cuenta sus batallas contra el diablo, a través de historias reales que ha vivido en primera persona a lo largo de 50 años.

El padre Amorth, religioso paulino, es desde hace más de 25 años exorcista oficial del Vaticano, además de formador del 80 por ciento de los exorcistas que ejercen en este momento en la Iglesia.

Asimismo, otra de las referencias imprescindibles de los nuevos exorcistas es el libro "Para liberarse y sanar. Consejos y oraciones de liberación y sanación" del padre Ghislain Roy, un sacerdote canadiense formado por el padre Emiliano Tardif. El padre Ghislain es conocido en España por los multitudinarios retiros de sanación y liberación que viene realizando en los últimos años.

Por último, el reciente libro de José María Zavala "Así se vence al demonio" (LibrosLibres) de enorme divulgación en los dos últimos años con cuatro ediciones en la calle, es otro de los soportes de formación ya que narra historias de exorcistas y de poseídos.

Un exorcista para cada Vicaría
El arzobispado de Madrid está dividido territorialmente en ocho vicarías, y el cardenal Rouco Varela, ante la gran avalancha de víctimas del "mundo oculto", quiere que cada una de sus vicarías cuente con un exorcista oficial.

De momento se ha descartado desde la curia madrileña la instalación de un "teléfono único" que pueda atender las demandas solo para este ministerio de sanación y liberación, para encuazarlas posteriormente a uno de los exorcistas.

Así pues, serán los fieles que lo requieran los que tendrán que llamar a una de esas vicarías y solicitar una cita con el exorcista correspondiente.

Un equipo de psiquiatras
Los nuevos exorcistas también contarán con un equipo de psiquiatras que ayudarán, en algunos casos, a discernir, ante la solicitud del sacerdote, si la persona
en cuestión sufre alguna alteración psiquiátrica y, por lo tanto, se descarta la influencia maléfica.

Los exorcistas también están obligados a conocer el mundo de las drogas y las sectas, y los recursos disponibles para ayudar a las personas implicadas en estas problemáticas, muy ligadas a lo satánico.

¿Cómo actúa Satanás?
Los ocho nuevos exorcistas de la diócesis de Madrid se enfrentarán a cuatro acciones extraordinarias de Satanás:

Posesión diabólica
Es la acción más grave del demonio. Se produce cuando éste toma el cuerpo de una persona, aunque no su alma, y la hace actuar bajo su control sin que la propia persona pueda responder con libertad. 

Vejación diabólica
Son tormentos que no llegan a posesión. En ocasiones hay personas que presentan unos síntomas sin que los médicos puedan dar una respuesta. Sufren una transformación inexplicable en su vida, sobre todo en sus afectos, salud, en sus relaciones sociales o en el trabajo.

Obsesión diabólica
La persona sufre una serie de pensamientos obsesivos e, incluso blasfematorios, sin que pueda razonablemente frenarlos.

Infestación diabólica
Puede afectar a casa, objetos o animales...

Pocas diócesis españolas tienen exorcista
Actualmente sólo el 26% de las 69 diócesis españolas tienen exorcistas, según un estudio del padre Antonio Doñoro titulado: Exorcismos. Fuentes y teología del Ritual de 1952 (Toledo, 2011), y que es, hasta la fecha, la aproximación más rigurosa y profunda que se ha realizado sobre la situación del ministerio de liberación en las diócesis españolas. Por eso, la decisión que ha tomado el cardenal Rouco Varela de nombrar de golpe a ocho exorcistas marca un antes y un después dentro de la Iglesia en España, y señala el camino para que todos los obispos disponga de, al menos, un sacerdote cualificado, para poder enfrentarse cara a cara con el diablo.

El precedente de Milán
Hace pocos meses, el cardenal Angelo Scola, arzobispo de Milán y uno de los hombres de mayor confianza de Benedicto XVI, multiplicó por dos la plantilla de exorcistas de su diócesis —de 6 a 12— instalando una centralita para atender a los posibles endemoniados. 

Ante la avalancha de fieles que reclaman ayuda a los sacerdotes de Milán para discernir si tienen algún tipo de infestación del demonio en sus vidas, influencia o posesión, el cardenal scola decidió ampliar el número de sacerdotes dedicados a esta pastoral.

Muchas peticiones de ayuda
Monseñor Angelo Mascheroni, obispo auxiliar y responsable desde 1995 del Colegio de Exorcistas señala en una entrevista en la web oficial de la archidiócesis, que cada vez son más las llamadas de fieles que solicitan un nombre, una dirección, un teléfono y algún lugar seguro donde poder aliviar el sufrimiento de algún familiar o amigo que consideran poseído por Satanás.

Víctimas de brujos y quiromantes
Con el aumento del esoterismo y la generalización de la actividad de brujos, quiromantes y echadores de cartas por todo Italia, las víctimas de esa magia destructiva aumentan por doquier.

"Por esto -dice monseñor Mascheroni- hemos activado una centralita en la Curia de lunes a viernes de las 14.30 a las 17.00. Quien tenga necesidad puede llamar y encontrará a una persona que le indicará un contacto en su zona para evitar que hagan largos viajes".

Monseñor Mascheroni señala que la labor principal de sus exorcistas será la de escuchar, atender con serenidad a quienes sufren y dejarles claro que “el Señor siempre es más fuerte que el diablo”.

Un exorcista relata la primera vez que se enfrentó al Maligno: «Me escondí detrás de unas monjas»

Miles de musulmanes acuden a exorcistas coptos para que Cristo les libere del Maligno

«Sólo el 26% de las 69 diócesis españolas tienen exorcistas: me parece insuficiente»

«No existe la magia buena», dice el exorcista oficial de la diócesis de Cartagena-Murcia

De 3 a más de 100: la alarmante progresión de exorcistas en Polonia

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domingo, 9 de setembro de 2012

«Juan Pablo II me liberó de Satanás»

In RenL 

Poseído por el demonio. Desde que tenía 4 años y hasta que cumplió 31, Francesco fue poseído por el diablo. Mejor dicho, por 27 legiones, es decir filas de su ejército, el ejército del mal. Después pudo liberarse. ¿Gracias a quién? A muchos exorcistas, obviamente. Pero además de ellos también recibió la ayuda fundamental de los santos, entre ellos Juan Pablo II, que se le apareció durante las crisis más violentas para consolarle y, al mismo tiempo, indicarle la salida.

Poseído por 27 legiones de demonio
Se puede creer o no, pero si la historia de Francesco Vaiasuso (galerista de arte de 40 años en Álcamo, Sicilia), que aparece en el libro (“Mi posesión. Cómo me libré de 27 legiones de demonios”) que escribió con Paolo Rodari, vaticanista del periódico italiano “Il Foglio”, es verdadera, si de verdad Satanás ordenó, como sostiene el autor, que sus seguidores poseyeran su cuerpo durante todos estos años y si esta presencia maléfica fue derrotada por los santos, muchos de los que tienen dudas acerca de la existencia del mundo preternatural, un mundo malvado más allá de la vida material, y del mundo sobrenatural, podrían tener bastante material para reflexionar.

El primer exorcismo
Las primeras manifestaciones de la presencia demoniaca fueron las enfermedades. Años de sufrimientos incurables, por lo menos según los médicos.

Después un retiro espiritual en los montes Dolomitas de Sicilia. Fue un religioso jesuita el que intuyó que los malestares que sufría Francesco, tal vez, podían ser, más que naturales, espirituales. Así que le invitó a recitar una oración con él, que fluía sin dificultades, hasta que el religioso le pidió que renunciara al “espíritu de mediumnidad”. «Renuncio al espíritu de mediumnidad», le dice. Fracnesco trataba de repetir: «Renuncio al... al…». Pero no salía ningún sonido de su boca. Con un esfuerzo inhumano, finalmente, logró decir: «Espí… espí… espí…». No pudo pronunciar la palabra “espíritu”.

Con el exorcista de Palermo
Lentamente, después de varios minutos, logró pronunciar otra palabra que parecía algo como «medianía». En realidad era un conjunto de sílabas sin sentido. También comenzaba a babear un poco. El religioso le ofreció un pañuelo para que se secara. Era solo un síntoma, nada más, de que algo oscuro habitaba en su interior.

Francesco estaba de acuerdo, por lo que pidió a algunos religiosos de confianza que le dieran un consejo. Y así fue como llegó a hablar con el padre Matteo La Grua, un importante exorcista de Palermo.

Perdía el control ante el exorcista
La primera vez que se encontraron fue dramática. Francesco, ante el exorcista, perdió completamente el control. Babeaba, gritaba, sentía que algo o alguien estaba dentro de sí y que lo controlaba. Pero no había perdido su lucidez, comprendía lo que estaba sucediendo y que no era él el que reaccionaba de esa forma tan violenta.

Consciente durante el exorcismo
Y esta, como habría entendido tiempo después, es la particularidad de su caso: un caso único de lucidez; un poseído, sí, pero siempre consciente, incluso durante los exorcismos más difíciles. Sí, los exorcismos, porque Francesco sufrió cientos de ellos, durante años. Los mejores exorcistas sicilianos trataron de ayudarlo pero no obtuvieron resultados convincentes.

Santos que acudían a consolarlo
Pero Francesco también recibió otro tipo de ayuda. Y, que quede claro, Francesco no pretende convencer a nadie. Sin embargo, él mismo sostiene que durante los exorcismos, antes de la liberación definitiva, llegaban los santos a apoyarlo y consolarlo. Durante las posesiones más violentas, en un cierto momento, su rostro cambiaba de expresión radicalmente y se serenaba.

El Padre Pío también lo consolaba
Sucedía cuando los santos, entre los que estaba San Pío de Pietrelcina, bajaban del cielo para consolarlo: «Francesco, también yo sufrí mucho, como tú», le habría dicho una vez el padre Pío.

«Pero tu sufrimiento está ayudando a muchas personas. Resiste, dentro de poco estarás libre».

Juan Pablo II le lleva al cielo
Y después Juan Pablo II. Sus apariciones son de lo más irreal y, al mismo tiempo, prodigioso que se pueda imaginar. Un día, Juan Pablo II lo habría llevado al cielo. Aquí, en la tierra, su cuerpo se habría quedado completamente disociado ante un sacerdote que rezaba por él. Arriba, en el cielo, su alma dialogaba con Juan Pablo II, que, vestido como el día de su elección como sucesor de Pedro, le dijo: «Tú debes ir ahí», señalando un punto preciso. Francisco se giró para ver hacia dónde señalaba y vio la Plaza San Pedro, llena de peregrinos hasta la Vía de la Consolación.

Un misterio...
¿Este libro trata de llegar también a la Iglesia, a la Iglesia que le cuesta creer en la existencia de Satanás? Es difícil decirlo. Al final, permanece la sorpresa, la expectación por comprender por qué y cómo, desde que tenía 4 años, Satanás entró al cuerpo de Francesco.

Un enigma que se va revelando página tras página, la aventura de Francesco que descubrió, pocos días antes de la liberación, que todo se había originado en su interior.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Un exorcista: «Es terrible lo que sufren los posesos, nunca permitiré que nadie filme un exorcismo»

In Religión en Libertad

Es difícil encontrarse a alguien como Juan José Gallego (León, 1940), un exorcista que habla con claridad de posesiones. Gran conocedor de la Comunitat Valenciana, desgrana un oficio con muchos mitos a su alrededor... ¿o quizá no tantos?

De voz grave y ligero deje valenciano, el padre dominico Juan José Gallego atiende nuestra llamada y arroja luces sobre un oficio, el de exorcista, asociado demasiadas veces a la película homónima de 1973 dirigida por William Friedkin y a unas notas de piano de sobra conocidas. Pero, ¿qué hay de cierto en lo que cuenta la cinta? Pues, a tenor de lo que relata Gallego, mucho. Escucharle explicar algunos de sus casos pone los pelos de punta, porque son historias vistas cientos de veces en el cine. Fuerza sobrehumana, convulsiones, lenguas extrañas, voces graves... auténticos relatos de terror que se desarrollan en el despacho de este tranquilo leonés, que fue ordenado en Torrent, y que no se parece en nada al atormentado padre Karras.

- Antes de ser designado exorcista, usted trabajaba en Valencia, donde pasó muchos años. ¿En qué consistía su trabajo allí?
- Casi más de la mitad de mi vida la he pasado en Valencia. Me ordenaron sacerdote en Torrent, en el año 1965. Después fui prior de un convento de esa ciudad, rector del Colegio San Vicente Ferrer durante seis años, presidente de la Confederación de Religiosos de la Comunidad Valencia (Confer-Coval) y vicegrancanciller de la Facultad de Teología de San Vicente Ferrer. Me siento muy identificado con Valencia.

- ¿Cómo y cuándo le dicen «padre Gallego, necesito que sea exorcista»? ¿Cuál fue su reacción?
- Aquí, en Barcelona, estaba de exorcista un padre que había vivido en Valencia, el prior de uno de los conventos dominicos de Valencia. El cardenal, cuando el hermano se fue, me preguntó si yo aceptaría. Yo dije que sí, sin más. Él me conocía un poco pero más a mi hermano.

- ¿Qué necesita alguien para ser exorcista de la Iglesia Católica?
- Según el código de Derecho Canónico, tiene que ser sacerdote, ser nombrado por el obispo y tener buena fama y ser docto en doctrina social de la Iglesia. Hay que tener, claro, conocimientos de demonología. Me tragué todo lo que había y me preparé mucho. Los poseídos son uno de los colectivos que más sufre y está casi abandonado.

- ¿Cree que el suyo es un ministerio necesario?
- Totalmente. Mucha gente que se siente mal y no sabe dónde acudir, que va a un sacerdote, que antes siempre le derivará a un psiquiatra. El poseído puede no ser católico, pero es más difícil de solucionar. Hace más de 4.000 años que había exorcismos en Mesopotamia y los hay en todas culturas hoy en día.

- De los más de 300 exorcismos que ha realizado, ¿se le ha quedado alguno grabado?
- Al poco de ser exorcista, me llamó un señor de Ecuador y me dijo que estaba asustado porque su mujer cuando veía cualquier signo religioso perdía el conocimiento, se ponía violenta... Cuando vinieron yo había salido, así que me retrasé. Al acercarme, vi que ante el convento estaba en el suelo. La metimos dentro, fui a por el libro del exorcismo y el agua bendita, y se retorcía por el suelo de una manera impresionante cuando le tiraba agua. Tuve miedo, porque se lanzaba a cogerme de los pantalones, quería hacer daño a su hijo pequeño... Cuando terminamos me pidió confesión y me dijo que el agua bendita le quemaba. Me impresionó también un muchacho de quince años que aparecía con la camisa quemada, arañado, decía que su abuelo le hablaba... En fin, cosas muy raras. No quiso hacer el exorcismo. Después de pelear, aceptó y en medio del exorcismo me dijo: «Van a salir pero volverán». A los cuatro cinco días volvió todo igual. Durante el exorcismo, perdía el conocimiento nada más empezar: entraba en trance, que duraba unos diez minutos. Un día pasó media hora y le dije que no le hacía más exorcismos porque estaba violento, así se fue a Murcia y le ayudó un exorcista de allí. Ocurrió con este muchacho un episodio curioso. Iba en el coche con su madre y su hermana por la autopista, algo se apoderó de él y cogió el volante. El coche dio tres o cuatro vueltas de campana y quedaron todos ilesos. Mi interpretación es que es verdad, el demonio le había poseído, pero los ángeles de la guarda le protegieron.

- ¿Es verdad lo que se ve en las películas?
- Al poco de nombrarme exorcista me hicieron una entrevista en Barcelona y me preguntaron por esto. A la semana siguiente, una cadena de televisión dio El Exorcista, y entonces vi muchas cosas que no había visto. Por ejemplo, la protagonista hace la ouija, que es una invocación a los espíritus. Lo que le pasó a ella... he tenido casos semejantes: hablan lenguas, tienen fuerza, se sienten destrozados interiormente, sienten una presencia dentro de ellos... He vivido casos similares. Un muchacho, por ejemplo, que en una colchoneta daba brincos de dos y tres metros, que si no lo ves no lo crees. Es terrible lo que sufren estas personas, la verdad, aunque nunca permitiré que nadie filme un exorcismo.

- En alguna ocasión ha asegurado que la Comunitat Valenciana es una zona con una gran actividad demoníaca.
- Sí. Son impresiones. Quizá el bienestar de la zona afecta. No lo sé. Fíjate que las sectas satánicas hacen un mal enorme, y es posible que haya por allí células de esto. Hay que estar atentos porque hoy hay muchísima gente que se ríe de estas cosas, pero me gustaría que la gente liberada hablara y dijera lo que han tenido que pasar para que todos vuelvan a creer en esto.

- ¿Ha pasado miedo en alguna ocasión?
- Pasé mucho miedo al principio. Cuando dije que sí, cuando paseaba veía demonios por todas partes. En un momento de mi vida, dije que era sacerdote y que creía en la Eucaristía, y que eso era mucho más importante. Desde aquel momento no he tenido miedo ningún momento.

- ¿Qué son los demonios?
- Presencias. Se puede hablar con ellos... pero yo no lo he hecho nunca porque el demonio es el padre de la mentira. No tienes que hacerle caso.

- ¿Es difícil pedir permiso para hacer un exorcismo?
- Yo tengo un nombramiento que no es frecuente. Dice textualmente: «Te autorizo para que realices todos los exorcismos que tú consideres necesarios según tu prudencia». Depende de que el obispo se fíe de ti y que tenga indicios de que eres una persona preparada.

- ¿Cree que algunas de las posesiones que usted exorciza se pueden tratar de problemas psiquiátricos?
- El exorcismo no es un oficio de psiquiatras. Pero eso sí, cuando viene alguien lo primero que le pido es que me enseñe un certificado psiquiátrico. Son funciones distintas. El exorcista es un oficio religioso. Con las películas que hemos visto nos fijamos en los movimientos violentos y esas cosas, pero eso es lo secundario. El demonio lo que quiere es apartarnos de Dios. El exorcista tiene que ayudar a estar con Dios. La verdad es que en ocasiones hay esquizofrenias que dan síntomas parecidos, por eso antes tengo una entrevista con la persona que puede durar cuatro o cinco sesiones hasta que tengo indicios ciertos de que puede haber algo.

sábado, 30 de julho de 2011

Praying Priests Cause Illinois Abortion Business to Close

by Gerard Nadal, Ph.D.

In Lifenews.com

This is an interesting story, one showing the value of our priests, and the need for prayer in this spiritual war. It makes me wonder what would happen if the bishop tasked these priests with a full-time assignment at the mill.

The following is from Catholic Online:

NASHVILLE,TN (Catholic Online) –“And how can men preach unless they are sent? As it is written,‘How beautiful are the feet of those who preach good news!’”(Rom 10:15).

According to tradition,typical demonic responses during exorcism include foul language,references to sexual perversion,deceit,and profuse blasphemy. Similarly,prayers for exorcism outside the Northern Illinois Women’s Center abortuary in Rockford have provoked just such a reaction from pro-abortion workers and activists within.

“Not Against Flesh and Blood,But the Rulers of Darkness”

Their revulsion for anything as holy as a Catholic priest is evident in their bizarre window displays,a few of which reportedly include a nun in a coffin,a rubber chicken hanging from a noose,and a picture of Jesus flipping the bird that says,“Even Jesus Hates You.”

The beautiful thing about this ongoing battle is that the number of abortions has reportedly been cut by half at this abortuary since the spiritual power of the Jesus was first unleashed through the prayers of the priests who have prayed outside since September of 2008. At least,the abortuary seems to blame them and the special prayers of the Church.

Just this past Friday someone inside the building displayed a sign in reaction to a priest and seminarian praying outside that said “F…. Your Perverted Priests.”They have endured personal insults and vandalism of their vehicles. One priest’s car was egged,another discovered a hand-written sign that read “I Rape Children”taped to his car.

Another hand-written sign displayed prominently outside the main entrance to the clinic read “Stop the Perverted Catholic Priests from Raping Young Boys.”In convoluted pro-abortion logic,it seems that somehow child abuse is bad,but abortion is good.

The priests in Rockford quietly stand vigil in every type of inclement weather with open coats,so that the women seeking an abortion are aware that a priest is present in his flowing,seemingly flaming cassock.

Invoking the matchless power of Jesus Christ through the Church,they make sweeping Signs of the Cross and pray that the abortion mill and the whole earth will be cleansed from the evil that surrounds and drives abortion.

Beautiful Victories

The Rockford mill hates and attacks the priests outside so viciously because they,and priests and pro-life workers like them all over the country,have saved countless lives and souls.

When they first began their vigils,it was reported that the pro-life sidewalk counselors in Rockford noticed an immediate,dramatic decline in the numbers of mothers who go there for abortions,a distinct rise in the numbers of mothers who choose life outside the mill,and the correlation of these changes with the beginning of the displays of blasphemy from inside.

The response at this abortuary has been particularly virulent,but priests are praying outside them all over the country through Priests for Life,in which priests and parishes are paired with specific abortuaries.

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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Invocar a Juan Pablo II es efectivo contra el diablo, dice famoso exorcista


ROMA, 18 May. 11 / 12:13 am (ACI/EWTN Noticias)

El P. Gabriele Amorth, sacerdote exorcista de la diócesis de Roma (Italia) y uno de los más conocidos del mundo, señaló a ACI Prensa que el ahora Beato Papa Juan Pablo II se ha convertido, en los últimos años, en un poderoso intercesor en la lucha contra el demonio.

El P. Amorth tiene 86 años de edad y unos 70 000 exorcismos en su haber. Lo primero que dijo en la entrevista es que "el mundo tiene que saber que Satanás existe".

En su pequeña y sencilla oficina en la zona sureste de Roma en donde ha llevado a cabo miles de exorcismos, el sacerdote contó que a veces invoca la ayuda de santos hombres y mujeres, entre los que destaca Juan Pablo II, beatificado por el Papa Benedicto XVI el pasado 1 de mayo en Roma ante un millón y medio de fieles.

Durante los exorcismos, contó el sacerdote a ACI Prensa, "le he preguntado al demonio más de una vez: ‘¿por qué te da tanto miedo Juan Pablo II?’ Y he tenido dos respuestas distintas, ambas interesantes".

"La primera, ‘porqué desarmó mis planes’. Y creo que con eso se refiere a la caída del comunismo en Rusia y en Europa del Este. El colapso del comunismo".

"Otra respuesta que el demonio me dio fue ‘porque arrebató a muchos jóvenes de mis manos’. Hay muchos jóvenes que, gracias a Juan Pablo II, se convirtieron. Tal vez algunos ya eran cristianos pero no practicantes, y luego con Juan Pablo II volvieron a la práctica".

Al ser preguntado sobre el intercesor más efectivo de todos, el P. Amorth contestó a ACI Prensa sin dudar: "por supuesto que la Virgen es la más efectiva. ¡Y cuando la invocas como María!"

"Una vez le pregunté a Satanás. ‘¿pero por qué te asustas más cuando invoco a Nuestra Señora que cuando invoco a Jesucristo?’ Me contestó ‘porque me humilla más ser derrotado por una criatura humana que ser derrotado por Él".

El sacerdote dijo también que es importante la intercesión de los que aún viven a través de la oración. Los cristianos pueden rezar por la liberación de un alma, uno de los tres elementos que ayudan en este proceso a los que se suman la fe y el ayuno.

"El Señor les dio a ellos (los Apóstoles) una respuesta que también es muy importante para nosotros los exorcistas. Dijo que para vencer al demonio se necesita mucha fe, mucha oración y mucho ayuno: Fe, oración y ayuno".

El P. Amorth dijo además que en la lucha contra el demonio es necesaria "especialmente la fe, se necesita mucha fe. Muchas veces también en las curaciones, Jesús no dice en el Evangelio soy yo quien te ha curado. Dice, en vez de eso, estás curado por tu fe. Quiere fe en la gente, una fe fuerte y absoluta. Sin fe no puedes hacer nada".

El sacerdote miembro de la Sociedad de San Pablo explicó luego a ACI Prensa que "el diablo y los demonios son muchos y tienen dos poderes: los ordinarios y los extraordinarios".

"El poder ordinario es la capacidad de tentar al hombre para distanciarlo de Dios y llevarlo al infierno. Esta acción se realiza contra todos los hombres y las mujeres de todo lugar y religión".

Sobre los poderes extraordinarios, el P. Amorth indicó que estos se concentran en una persona específica y existen cuatro tipos:

"La posesión demoníaca para la cual se requiere un exorcismo, la vejación demoníaca, como la que sufrió en reiteradas ocasiones el Santo Padre Pío de Pietrelcina que era golpeado físicamente por el demonio; las obsesiones que llevan a la persona a la desesperación; y la infestación, que es cuando el demonio ocupa un espacio, un animal o incluso un objeto".

El sacerdote alertó que estos hechos son poco frecuentes pero están en aumento. También manifestó a ACI Prensa su preocupación por la cada vez mayor cantidad de jóvenes que son afectados por Satanás a través de las sectas, las sesiones de espiritismo y las drogas. Pese a ello no se desalienta.

"Con Jesucristo y María, Dios nos ha prometido que nunca permitirá tentaciones más grandes que nuestras fuerzas", apuntó.

Finalmente en la entrevista el P. Amorth propuso una breve guía a tomar en cuenta en la lucha contra Satanás:

"Las tentaciones del demonio son vencidas primero que nada evitando las ocasiones, porque el demonio siempre busca nuestros puntos más débiles. Y luego, con la oración. Nosotros los cristianos tenemos una ventaja porque tenemos la Palabra de Dios, tenemos la oración y podemos rezarle al Señor", concluyó.