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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Zurros e Mugidos - por Nuno Serras Pereira

Para anunciar com a dignidade devida à Majestade Divina o Deus humanado nascido num estábulo (é isso que a palavra presépio significa) para nossa Salvação era de toda a conveniência que essa notícia jubilosa fosse cantada com vozes afinadíssimas de Anjos em harmonias Celestiais. Porém, para que não houvesse dúvida alguma sobre a necessidade da Redenção impunha-se um forte contraste que fizesse sobressair os extremos de miséria em que todos nos encontrávamos. Daí a precisão de um contraste desarmónico, pelo mugido e pelo ornejar, que revelasse a imensa dissonância de uma humanidade em enorme desconcerto.


O asno com as suas longas e felpudas orelhas erguidas e atentas ensina que Aquele Menino recém-nascido é a Palavra eterna de Deus; com a sua agilidade e persistência indica-nos que o Caminho não é largo nem fácil mas sim estreito, íngreme, pedregoso, cuja meta só se alcança perseverando até ao fim; com as suas patas dianteiras mostra a imprescindibilidade da firmeza na verdade, no amor, nas santas resoluções; com as traseiras declara-nos a ingente relevância de prontidão decidida em escoicear o erro, a mentira e o pecado; com a sua resistência paciente, ao transportar o Menino que veio para ser pregado no madeiro, aponta-nos a inevitabilidade de carregar a cruz caso queiramos participar da ressurreição do Crucificado.

A vaca com o seu corpo malhado a branco e preto anuncia o combate entre a Luz, que Aquele Menino é, e as trevas luciferinas incutidas na natureza humana confessando-O como sinal de contradição, para queda e ressurgimento de muitos, tal como se verificou no Calvário quando de dois, condenados como Ele à mesma tortura mortal, um condenou-se e o outro salvou-se; com o seu olhar meditabundo rumina, uma e outra vez, Aquela Revelação/Realização para que bem assimilado, meditado e comtemplado pudesse passar à acção Caritativa significada na pureza daquele leite doutrinal e amoroso concedido para consolo e nutrição dos famintos e sequiosos de Justiça, que somos todos nós; Naquelas robustas pontas chifrudas, profecia da Sua coroação de espinhos, se manifesta o forte vigor da mansidão e humildade de Deus; a cauda desquieta, insofrida, ininterruptamente enxotando sevandijas voejantes diz-nos da inexorável urgência em rebater tenazmente, os demónios, as suas insídias e tentações.

Mas se alguém quer mesmo saber do profundo significado do jerico e da vaca, que no presépio aqueceram com os seus bafejos a Jesus, então terá de ler o belíssimo e esplêndido livro do Papa Bento XVI.

04. 12. 2012

“Navidad gay”

MADRID, 04 Dic. 12 / 12:19 am (ACI/EWTN Noticias).- El lobby gay en España ha puesto en venta nacimientos o belenes homosexuales, en los que en vez de San José y la Virgen María, junto al niño aparecen parejas de hombres gays o de lesbianas, así como tres “reinonas magas”.

Los productos son promovidos como “Beleneggays”, pues se tratan de huevos (eggs, en inglés) vestidos, y, según reveló al informativo español La Sexta su creadora, Lola Soria, buscan “reflejar los distintos modelos de sociedad, aplicarlos a la Navidad actual”.

La tienda que distribuye estos nacimientos o belenes se encuentra en el Mercadillo Solidario de San Bernardo, en Madrid.

Los promotores del negocio, en el sitio web Ambiente G, ironizaron con que “este año (el nacimiento) puede ser algo diferente. Primero porque Benedicto XVI ha dicho que en el Belén no debe tener buey ni asno. Y segundo, porque este año podéis tener un Belén de lo más gay”.

Por su parte, el presidente de la Asociación Colibrí de Gays Cristianos, Alain Brouze, dijo a La Sexta que “me parece muy bien (la iniciativa de nacimientos gay), porque la familia de Jesús ya es un poco rara. Se podría comparar a una inseminación artificial o una adopción”.

Según denunció la plataforma española HazteOír, un lector de su sitio web advirtió que este nacimiento gay constituye “un producto insólito e hiriente para los cristianos”.