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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

"Premio Hitler" a chi ama gli animali più dell'uomo - di Rino Cammilleri

In NBQ
Riporta «Il Giornale» dell’8 novembre che la Federfauna ha istituito il premio «Adolf Hitler» per coloro che nel corso dell’anno si sono particolarmente distinti nell’amore per gli animali. Pare che favoriti siano l’ex sottosegretario Michela Brambilla e il filosofo australiano Peter Singer, arcinoto fautore di vegetarianismo, aborto, eutanasia e «amore libero» nel senso più ampio possibile.

Il vincitore riceverà una targa con la foto del Führer che accarezza i caprioli (sullo sfondo, Auschwitz e la scritta “Animal Rights” corretta in “Animal Reich”). Luogo e data: la rossa Bologna, 24 novembre. Perché il 24 novembre? Perché in quel giorno, nel 1933, Hitler fece varare la prima legge al mondo a favore degli animali, detta Tierschutgesetz. Hitler era infatti, oltreché vegetariano, astemio e odiatore fanatico del fumo, un acceso animalista e sotto di lui la Germania fu la prima nazione a vietare la vivisezione negli istituti di ricerca. Il Terzo Reich arrivò a proibire il fumo nelle caserme della Luftwaffe (come ho più ampiamente riferito nel mio libro I mostri della Ragione, Ares) negli anni in cui tutto il pianeta fumava con gusto e gli Usa erano costellati di cartelloni in cui si invitava a fumare perché «faceva bene». Cosa sarebbero i films degli anni Trenta senza Humphrey Bogart e la sua perenne sigaretta accesa?

Hitler adorava la sua cagna Blondie, un pastore (va da sé) tedesco (deutscherschäferhund), da cui non volle separarsi nemmeno nel bunker finale e che condivise con Eva Braun la pozione avvelenata. I giornali italiani anteguerra riportavano vignette satiriche in cui Hermann Goering (che condivideva le passioni di Hitler) passava tronfio in rivista tra due file di cani che gli facevano il saluto nazista. Il Reich costrinse gli scienziati tedeschi a studiare gli effetti del fumo e questi furono i primi a evidenziare il rapporto tra fumo e cancro ai polmoni.

Insomma, l’attuale trend di pensiero ha tutto il suo apparato salutista, animalista, vegetariano, abortista, eutanasico ed eugenetico già presente nel Terzo Reich. È un’ascendenza imbarazzante, certo, ma carta canta. L’amore sviscerato della filosofia nazista per le bestie dimostra che il vecchio detto «chi non ama gli animali non ama gli uomini» non è altro che una emerita fesseria.

La Federfauna, confederazione italiana di allevatori, commercianti e detentori di animali, intende col premio Hitler «riaffermare l’idea che gli animali, pur con i loro diritti, restano sempre funzionali all’uomo». Ovviamente, i favoriti al premio e gli animalisti in toto si sono infuriati per l’evidente presa di fondelli. Ma il presidente della Federfauna, Massimiliano Filippi sembra deciso ad andare fino in fondo, tant’è che al premiato verrà imbandita una cena di gala «a base di prodotti di origine animale, che costituisce il resto del premio». Gli animalisti, ripetiamo, non hanno gradito e hanno risposto per le rime. Ma certi loro metodi - taglio di reti, distruzione di gabbie (e conseguente morte per fame di visoni “liberati”), vernice sulle pellicce delle signore, vetrine di pelletterie spaccate, blitz nei centri di ricerca - ricordano alla lontana, piaccia o no, quelli delle camicie brune.

Notizia recente: la morte di decine di cani da caccia in Valtrompia, storica zona di doppiette, letteralmente disseminata di bocconi avvelenati per opera di ignoti. Le autorità hanno dovuto mettere sull’avviso i proprietari di cani, perché il rischio è realmente alto (anche i cani da compagnia possono imbattersi nei nefasti bocconi, magari passeggiando nei boschi). Certo, non è giusto puntate il dito sulle associazioni animaliste, perché nessuno ha rivendicato il gesto. È però vero che gli uccellini del bresciano quest’anno potranno stare tranquilli.

Ormai i cani, anche di grossa taglia, e ogni altro animale da compagnia possono salire sui treni, entrare nei negozi e aggirarsi tra gli ombrelloni. Ciò, certo, darà (e già dà) luogo a infiniti litigi con strascichi negli intasatissimi tribunali italiani, perché non tutti proprietari di animali sono educati o almeno non egoisti. Ma gli animalisti sono una minoranza aggressiva e ideologizzata. E, come tale, non si fermerà finché non avrà imposto i suoi diktat a tutta la nazione. Comprensibili le tasche piene della Federfauna, che, a differenza di altri, ha scelto l’innocua arma dello sberleffo.

domingo, 21 de julho de 2013

Eutanásia: O Fundo do Poço - por George J. Marlin

In Actualidade Religiosa 

Pouco depois da invasão da Polónia, em 1939, Hitler autorizou os médicos alemães a empregar medidas de suicídio assistido involuntário. Foram abertos seis centros de eutanásia, designados, eufemisticamente, Fundações Caridosas para Cuidados Institucionais. Como o nome indica, a matança foi racionalizada como sendo um acto de compaixão.

Os julgamentos de Nuremberga revelaram que este programa inicial, limitado à Alemanha, tinha sido responsável pela morte de 70 mil adultos e cinco mil crianças, apesar de outras estimativas apontarem para os 400 mil. O programa foi encerrado em 1941 por ordem do Führer, porque estava a despertar oposição no país.

O bispo católico de Múnster, August von Galen, causou grande impacto público quando denunciou as políticas de eutanásia a partir do púlpito, em 1941:

Se estabelecermos e aplicarmos o princípio de que se pode “matar” seres humanos improdutivos, então ai de nós quando formos velhos e frágeis! Se podemos matar os improdutivos, então ai dos inválidos que esgotaram, sacrificaram e perderam a sua força e a sua saúde no processo produtivo... Pobres, doentes, improdutivos, e daí? Acaso eles perderam o direito à vida? Vocês e eu temos o direito a viver apenas enquanto formos produtivos?... Ninguém estaria a salvo. Quem poderia confiar no seu médico? O comportamento depravado e a suspeição que entrariam na vida familiar caso esta doutrina terrível seja tolerada, adoptada e praticada são inconcebíveis.

Houve protestos públicos – uma raridade na Alemanha nazi.

A resposta dos nazis foi de transferir os programas para os países conquistados, a leste, onde acabaram por se transformar na Solução Final. O suicídio assistido involuntário tornou-se a “solução médica” para eliminar não só os doentes, mas também os judeus, ciganos e eslavos, que eram considerados raças “doentes”.

Depois da Segunda Guerra Mundial o movimento para o suicídio assistido voltou à clandestinidade. Mas nos anos 60 e 70 estava a regressar, levando o comentador britânico Malcolm Muggeridge a dizer: “Podem submeter isto ao livro dos recordes do Guinness: leva apenas trinta anos para a nossa sociedade humanista transformar um crime de guerra num acto de compaixão.”

Eis que a Euthanasia Education Council mudou de nome para Concern for Dying, Inc.; e a Euthanasia Society of America se transformou na Society for the Right to Die, Inc. Apareceram outras organizações, como a Choice in Dying.

Não deixa de ser preocupante que as mesmas nações que fazem fronteira com a Alemanha e que testemunharam as políticas grotescas de Hitler – A Bélgica, Holanda e o Luxemburgo – tenham legalizado a eutanásia, consagrando-a como direito humano fundamental.

Desde a década de 70 que os tribunais holandeses têm estado a aumentar a quantidade de candidatos à eutanásia. No início dos anos 90 o poder judicial já permitia o suicídio assistido para doentes psiquiátricos que estavam fisicamente sãos. Num caso um psiquiatra foi ilibado de ajudar um doente mental a suicidar-se porque o tribunal concluiu que o doente, embora mentalmente doente, era competente e livre de decidir que queria morrer. O tribunal considerou que seria discriminatório permitir o suicídio assistido apenas para pessoas que sofriam de forma física. A dor psicológica ou mesmo a infelicidade não podem ser excluídas como razões válidas para o suicídio.

Os tribunais holandeses decidiram que quando a consciência de um médico está em conflito com a lei, ele está autorizado a receitar a eutanásia para aliviar o sofrimento. É apresentado como um exemplo de força maior, uma série de eventos imprevistos que anulam as necessidades legais normais.

Num artigo do “Wall Street Journal”, publicado no dia 14 de Junho de 2013, Naftali Bendavid informa que os casos de eutanásia na Bélgica, onde o procedimento foi legalizado em 2002, aumentaram de 200 em 2002 para 1133 em 2011.

Actualmente, segundo Bendavid, “A lei belga reserva a eutanásia para doentes com sofrimento insuportável e condições incuráveis. Mas o sofrimento não precisa de ser físico nem a doença terminal. A lei também não requer que o doente informe a sua família da decisão.”

Para piorar a situação, é esperado que o Parlamento belga aprove uma lei que permita a eutanásia para menores desde que “um psiquiatra determine que a criança tem capacidade de discernimento” e “desde que os seus pais concordem”.

O Conselho para os Direitos dos Doentes comentou, acerca disto: “Se pôr fim ao sofrimento é uma boa prática médica, porque não há-de o ser para quem tem três anos, cinco ou oito?”

Em resposta, o Arcebispo de Bruxelas, André-Joseph Léonard, disse: “Os menores são considerados incapazes para certos actos, como comprar e vender, casar, e por aí fora. E agora, de repente, são suficientemente maturos aos olhos da lei para poderem pedir a alguém que lhes tire a vida?”

A Bélgica e a Holanda já chegaram ao fundo de um poço. Estão a matar, voluntariamente, os nascituros, os doentes, os novos e os velhos – tudo em nome da compaixão.

João Paulo II já nos avisava para isto na sua encíclica de 1995, “O Evangelho da Vida”:

Mesmo quando não é motivada pela recusa egoísta de cuidar da vida de quem sofre, a eutanásia deve designar-se uma falsa compaixão, antes uma preocupante “perversão” da mesma: a verdadeira “compaixão”, de facto, torna solidário com a dor alheia, não suprime aquele de quem não se pode suportar o sofrimento. E mais perverso ainda se manifesta o gesto da eutanásia, quando é realizado por aqueles que — como os parentes — deveriam assistir com paciência e amor o seu familiar, ou por quantos — como os médicos —, pela sua específica profissão, deveriam tratar o doente, inclusive nas condições terminais mais penosas.

Se deixarmos de cultivar um sentido da sacralidade da vida humana até ao seu fim natural – e neste momento a reforma do sistema de saúde de Obama parece apontar nessa direcção – então não se admirem se os nossos hospitais e lares se transformarem em matadouros “compassivos”.
(Publicado pela primeira vez na Quarta-feira, 26 de Junho de 2013 em The Catholic Thing)
George J. Marlin é editor de “The Quotable Fulton Sheen” e autor de “The American Catholic Voter”. O seu mais recente livro chama-se “Narcissist Nation: Reflections of a Blue-State Conservative”.




terça-feira, 9 de julho de 2013

Memorial to the victims of euthanasia being built in Germany - by Alex Schadenberg

The Associated Press is reporting that Germany is building a memorial to all the victims of the T4 Nazi euthanasia program in Berlin.

The Associated Press article states:
BERLIN - Germany is building a memorial to about 300,000 people murdered by the Nazis because of mental and physical disabilities or chronic illness. 
Work on the memorial — a 100-foot (30 metre) long light-blue glass wall — began Monday. The memorial will be located in the centre of Berlin near the current home of the Berlin Philharmonic, on the site of the Nazi office that co-ordinated the so-called euthanasia program. 
Germany's state minister for culture, Bernd Neumann, said educating people about the crimes of the Nazis and honouring their victims remains an obligation for the country. 
In recent years, several victims' groups, among them the Jews, Roma and Sinti, and homosexuals, have had memorials dedicated to them in Berlin.
It is important to understand the history of the Nazi euthanasia program. Most people believe that what happened in Nazi Germany has little to no historical connection to the modern day pro-euthanasia ideology. 

The euthanasia philosophy came from the eugenics movement. In Germany, a book entitled: Permitting the Destruction of Life Unworthy of Life was written by Binding and Hoche and published in 1920. This book was the catalyst for the Nazi euthanasia program.

I have read Permitting the Destruction of Life Unworthy of Life several times. This book goes through a systematic explanation of why society should permit euthanasia and how it is more compassionate and better for society to kill people with disabilities or people who have chronic or terminal conditions.

Then read the Groningen Protocol. They are indeed the same.

Then read the report of the Royal Society of Canada.

domingo, 23 de junho de 2013

Preso en el campo nazi de Dachau, Dios le envió «un ángel» y fue feliz en medio del infierno - por Javier Lozano

In RL  

La historia de Bernard Py es la de una conversión, la de un encuentro con Jesucristo en el lugar más insospechado, en un sitio en el que muchos creían que Dios no había aparecido.

Sin embargo, es en la oscuridad donde se manifiesta con mayor fuerza la luz. Y así lo atestigua el ahora médico jubilado francés de 87 años, cuya vida da para un libro, y de hecho lo ha dado.
 
Durante la II Guerra Mundial fue internado junto con su hermano, su padre y su padrino en el campo de concentración nazi de Dachau. Allí vio la maldad y la muerte en primera persona, tanto que ni su padre ni su padrino salieron vivos de aquel fatídico lugar. Pero en medio de este sufrimiento inmenso y de las condiciones infrahumanas este francés “encontró la felicidad”.
 
Detenido por los nazis junto a su familia
¿Cómo ser feliz en medio de tanta muerte? Allí encontró a Dios y asegura que recibió un segundo bautismo. De la muerte pasó a la vida. De la desesperación, de no sentirse persona, de vivir sin esperanza se transformó para poder vivir el día a día bajo la providencia y como un don de Dios. Y todo ello en uno de los sitios más oscuros creados por el hombre en los últimos tiempos, el campo de Dachau.
 
Esta historia de Bernard Py comienza en verano de 1944. Tenía 19 años y era estudiante de Medicina. En sus vacaciones se trasladó junto con su hermano mayor a la residencia familiar.


Allí colaboraron con la resistencia pero la Gestapo localizó  de dónde provenía la ayuda.  Los nazis arrestaron a cientos de personas del pueblo de Py y de los que estaban alrededor, todos los que tuvieran entre 16 y 60 años.
 
Enviado a un campo de concentración
Junto con sus familiares y vecinos fue interrogado brutalmente para que delatara a los líderes de la resistencia. Fue sometido a la tortura de la bañera durante sus interrogatorios e incluso fue víctima de latigazos. De su Francia natal fue trasladado con parte de su familia al campo de Dachau, del que muchos ya no volvieron.
 
Allí les encomendaron tareas sobrehumanas en condiciones lamentables. La esperanza de vida en el campo era de seis meses. Trabajaba la tierra en un horario que iba de las cinco de la madrugada a las ocho de la tarde.


Apenas iban vestidos pese al frío del invierno alemán. Además, estaba aquejado de desnutrición. El deterioro de Py era permanente: perdía peso de manera alarmante y comenzaba a ver afectado su sistema nervioso y cerebral. Y todo ello sin higiene alguna.


Su deterioro físico y espiritual
Sin embargo, el ámbito físico no era su único problema. Había otro de igual o mayor importancia: el personal y espiritual. Su autoestima estaba por los suelos. Se odiaba y se sentía inferior. Comenzaba también en él una muerte óntica, del interior de su ser. Ya no temía la muerte pues era parte de la rutina del día a día mientras las burlas, el maltrato y las palizas hacían en él más mella psicológica que física.
 
El ángel enviado del cielo
Pero justo en el momento más oscuro de su vida, justo cuando tocaba fondo apareció un ángel, un enviado de Dios que le cambió la vida, incluso interno en un campo de concentración nazi.
 
Este ángel no era otro que un joven y valiente fraile dominico, el padre Álex Morelli. Arriesgando su propia vida hizo de manera clandestina de capellán en el campo de concentración. 


El había seguido el llamamiento del arzobispo de París, el cardenal Suhard, para ser capellán clandestino de todos los franceses. Este apostolado le llevó a Dachau y allí siguió desarrollándolo a rajatabla.
 
Y así llegó el encuentro entre este fraile y un joven Bernard sin esperanza, sin vida. Durante semanas y en encuentros breves comienza a hablarle de Dios. “Tardé muchas horas días en absorber lo que me decía durante estos encuentros furtivos puesto que mi alma estaba reseca y sedienta”.
 
“Dios es amor”
Su interior, sin embargo, iba experimentando un cambio. Comenzaba en él a fluir la esperanza aunque en el campo todo externamente fuera a peor.  Y empieza a interiorizar el gran cambio en su vida.  “El padre me hacía entender que Dios es amor” y que se preocupaba por él, sufría por él. Llega a la certeza de que no está sólo.
 
“Este dominico me enseña que tengo dos ayudas esenciales, siempre que las quiera y las pida: la Providencia y la Gracia”, recuerda ahora Bernard casi 60 años después. Confirma que la providencia va apareciendo “misteriosamente y en silencio” en pequeños detalles así como la Gracia, pues a pesar de todo siente la “dignidad de ser hijo de Dios”.
 
El joven Bernard va recuperando su persona. Ni las duras horas de trabajo ni el tifus que asolaba el campo, ni la muerte ni la privación de libertad. Había algo en él que superaba todo esto. Lo que le producía la muerte ahora ya no podía con él.
 
El gran encuentro con Cristo
Pero el encuentro más grande con el Señor estaba aún por llegar. El broche a un encuentro profundo. Un tarde helada de invierno, Bernard recibió del padre Morelli la comunión a escondidas. La sagrada forma estaba envuelta en un trozo de papel que dejó en su bolsillo de la camisa.
 
Mientras trabaja, completamente helado, sintió un calentamiento enorme. Era una explosión de auténtica felicidad en todos los planos: “físico, psicológico y espiritual”. La fuente de calor estaba situada en el pecho y era “Jesús en la Eucaristía”. “Fue un signo personal y único, que permanece en mí inolvidable: la felicidad gustada infinitamente. Posteriormente lo relacioné con una consagración al Sagrado Corazón que habíamos hecho al principio de nuestro internamiento”.
 
Ya no temía a nada. Ni a la muerte, pues estaba convencido de que Dios le daría la gracia de morir cristianamente, ni al trabajo. Era feliz. Feliz en medio de la muerte. “Había recibido una perla inigualable en el infierno”.
 
Su lucha contra el holocausto del siglo XXI
Finalmente, él y su hermano fueron liberados mientras su padre y padrino fallecieron en aquel lugar. Bernard siguió con sus estudios de medicina. Ejerció como tal y tuvo una familia numerosa.
 
Al final de sus años dedicó su vida a ayudar a mujeres embarazadas en dificultades A través de un teléfono las escucha, asesora y anima. Pues es consciente y ha vivido en primera persona otro holocausto similar al del aborto. “Toda vida es frágil y sagrada”, reconoce ahora a sus 87 años, edad que no le impide seguir acompañando a estas mujeres.


Además, ha convertido su casa en un hogar para peregrinos que están de paso. La gratuidad de la vida y del amor le ha hecho dar lo mismo que él mismo recibió hace casi 60 años. 

 




quarta-feira, 5 de junho de 2013

Coitadinhos dos “gayzinhos”! - por Nuno Serras Pereira



05. 06. 2013

Muitas vezes me pergunto como é possível que o desaforo fanaticamente propagandístico dos sectários do “orgulho homossexual” tenha conseguido induzir um tão intenso e profundo complexo de culpa paralisante na população em geral e, em particular, nos católicos. A sua vitimização sistemática não passa de uma enorme fraude, de uma farsa monstruosa sem, salvo raras excepções, qualquer fundamento histórico substantivo. Pelo contrário, em geral, têm sido eles os autores das mais violentas perseguições, das mais lascivas predações de inocentes, dos mais desumanos atropelos da dignidade e direitos da pessoa humana, das piores tiranias e dos mais graves totalitarismos. Enquanto nos inchamos de pena dos “tadinhos” (consolando-nos narcisicamente com sentimentos de falsa piedade) e lhes escancaramos as portas, dando-lhes rédea solta para violarem a vida, integridade e inocência das crianças, e espatifarem a família; somos “misericordiosamente” indiferentes aos verdadeiros sofredores, que tanto carecem da nossa atenção e socorro. Só para dar um exemplo, todos os anos, TODOS, são assassinados violentamente, cem mil cristãos por causa da sua Fé. Onde estão as televisões, os debates, as declarações, as votações? Onde está a nossa solicitude? Onde!?

Uma das mais espantosas manipulações propagandísticas na história da humanidade que certamente provocará grandes espasmos de assombro nos nossos descendentes é a gigantesca mentira das perseguições e do holocausto dos homossexuais por parte dos nazis. Querem eles desse modo equipararem-se aos milhões de judeus que, esses sim foram aniquilados de forma pavorosa, diabólica. Ora o nazismo que perpetrou essa abominável aniquilação, cujo objectivo era o extermínio do judaísmo como primeira etapa para logo eliminar o cristianismo, foi, desde o início e sempre, um movimento essencialmente homossexual, composto de quadros e chefias homossexuais. E se perseguiu uma minoria de outros homossexuais fê-lo por razões meramente políticas, em virtude de essa pequena porção se opor, meritoriamente, à sua agenda. Importa, porém, notar que eles não foram mortos mas sim levados para campos de trabalho forçados. Os nazis tinham dez mil campos concentração, sendo que seis deles eram de extermínio. Nenhum dos homossexuais, presos por razões puramente políticas, embora se invocasse como pretexto para a sua condenação a sua condição sexual, foi levado para os campos de morte. De modo que os carrascos responsáveis pela singular e brutal hecatombe que se abateu sobre o mundo eram uma corja extremamente organizada de homonazis, ou gaynazis, que mesmo depois de derrotada deixou raízes subterrâneas que estão na origem da actual ideologia “gay”. Quando os carrascos se fazem passar por vítimas e as multidões ignaras neles acreditam, então defendem-nos e promovem-nos julgando ingenuamente que combatem a discriminação quando na verdade lhes abrem o caminho para a mais dura tirania e para o mais cruel totalitarismo, que, como outrora, se abaterá também sobre pessoas com desejos desordenados por outras do mesmo sexo, mas que não partilham dos delírios fanáticos e das alucinações patológicas dos ideólogos e militantes “gayzis” e “géneronazis”.

O martírio de muitos cristãos às mãos desta gente, ao longo da história da Igreja, arrepia pelos extremos de crueldade a que recorrem para se vingarem da pureza que os repudia.
Mas são eles sempre, “tadinhos”, as vítimas, as maiores vítimas, as únicas vítimas!

O seu desmedido descaramento e a desmarcada capacidade de distorcer a verdade dos factos, desviando as atenções das velhacarias que realizam de modo a poderem culpabilizar os outros é aterradora.

Exemplo relativamente recente disso mesmo é o enorme escândalo da “pedofilia na Igreja”. Este é o nome pelo qual são conhecidas as organizadas infiltrações sistemáticas e os abusos que delas resultaram por parte de homossexuais na Igreja Católica, nas últimas décadas. De facto é espantoso como é que ninguém argúi os homossexuais culpados, enquanto tais, mas acusa e condena a Igreja. A homossexualidade é inocente, é vítima, apesar de ser a causadora, a Igreja é a culpada, não obstante ser, fundamentalmente, vítima.

Se há instituição que nunca tergiversou na condenação doutrinal da homossexualidade, que sempre advogou, em comunhão com a Revelação de Deus, que o acto sexual só é legítimo no casamento (acto conjugal), uno e indissolúvel, entre um homem e uma mulher, essa é sem sombra de dúvida a Igreja Católica. Esta nunca se limitou somente a ensinar esta verdade mas também se empenhou em conceder os auxílios necessários para a viver, bem como prestou sempre os cuidados e as “medicinas” adequadas aos que enfermavam de dificuldades particulares em viver ordenadamente o amor humano.

Essas coisas infames que sucederam, cada vez mais raramente, na Igreja também aconteceram em maior número, e continuam num crescendo, nas demais confissões religiosas e em muitas outras instituições tais como escolas, equipas desportivas, etc. Mas disso não se fala, pois não convém e aos predadores homossexuais e aos seus objectivos não só de continuarem os abusos como de tentarem destruir a Igreja Católica, uma vez que é a única força capaz de se opor aos seus objectivos. 

E enquanto andamos assim distraídos com as culpas muito graves de membros da Igreja, eles que são os autores e os acusadores dessas mesmas faltas intensificam a sua violenta predação, na adopção, nas escolas e na comunicação social incutindo as ideologias “gay” e do “género”.

Os católicos vão a debates televisivos combater, de corda ao pescoço, como quem se reconhece culpado e indigno, elogiando o inimigo, pedindo perdões por ofensas imaginárias, favorecendo a propaganda maléfica. Isto parece-me totalmente insensato. Tão absurdo como as televisões quererem organizar disputas entre nazis e judeus; tão bizarro e desvairado como se houvesse algum judeu que aceitasse prestar-se a essa manipulação.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O desatino do povo de Deus em Portugal - por Nuno Serras Pereira



Nesta nação em que nos foi dado nascer e viver a maioria da sociedade, que se confessa católica, está inteiramente desnorteada pela propaganda quotidiana do que lhe é incutido pela maior parte dos políticos, de grande parte da comunicação social e a espaços por não poucos prelados. De facto, todo o mundo está persuadido de que o maior problema do nosso país, e quiçá do mundo, é a crise económico-financeira. Sem negar, de modo algum, a seriedade desta e a urgência de a ultrapassar deve-se, no entanto, afirmar que há assuntos bem mais graves, que passam ao lado daqueles que controlam o que devemos saber, os assuntos em que devemos pensar, as conversas que devemos ter.

Há aí alguém que tenha consciência de que no mundo de hoje, de cinco em cinco minutos, se assassina um cristão por causa da sua Fé? Quem se detém em noticiar e aprofundar a matança de cento e cinco mil cristãos exterminados, por causa da sua Fé, só no ano passado? E, todavia, sabemos que se tratasse de um punhado de irmãos judeus, ou muçulmanos, ou, mesmo, de um só “gay” (ou lgbt) o alarido seria interminável, com declarações solenes de repúdio, ao mais alto nível, com movimentações e manifestações de rua, “debates” unanimemente escandalizados nas televisões e nas rádios, comunicados e abaixo-assinados por tudo quanto é redes sociais e inter-rede, enfim, um clamor estriduloso. 

Claro que empedernidos num egoísmo indiferente podemos ignorar, em contradição flagrante com a nossa Fé - que opera pela Caridade -, e mesmo a simples solidariedade humana, os sofrimentos e as injustiças que padecem esses nossos irmãos, cuidando que estamos a salvo numa pacífica segurança norte-ocidental.

A verdade porém é que se algum cristão ou qualquer outra pessoa de boa vontade se julga seguro, ou é ignorante, ou é ingénuo, ou é lorpa. A enorme insensatez ou cegueira da maioria dos cristãos e dos católicos, incluindo altos prelados, tem consistido em não quererem ver, ou então em cumpliciarem-se com uma minoria extremamente activa que de ano para ano, imparável, determinada, persistente, imbatível, tem vindo a conquistar as mentalidades, a sugar as almas, a inverter a moral, a corroer o bem comum, a cancerar a subsidiariedade, a derrancar a solidariedade, a torpedear a eminente dignidade transcendente de cada pessoa humana, a minar as instituições, a dominar a comunicação social, a controlar a justiça, a manipular a política, a ludibriar os Pastores.

A decisão obstinada de muitos prelados em “trabalhar” nos “bastidores” com as autoridades tem, ao contrário de tantos outros países, deixado o povo de Deus ignaro da Doutrina, privado de defesas, rendido à mentalidade dominante, incapaz de resistência, entorpecido numa modorra, entibiado por uma identidade desmaiada, se não mesmo moribunda, inábil para o combate espiritual, seguidor de lobos vorazes, abandonado aos predadores.

Contra os falsos profetas de um optimismo vão, tantas vezes desmascarado nas Sagradas Escrituras, é imprescindível tomar consciência da realidade, dos factos, para que cooperando com a Graça de Deus se dê lugar à Esperança verdadeira.

Se não despertarmos e não “combatermos o bom combate” seremos cruelmente perseguidos, impiedosamente lançados às enxovias, obscenamente abusados, implacavelmente entregues ao matadouro.

É inteiramente verdade que Nosso Senhor Jesus Cristo nos avisou das perseguições e da Cruz, em especial aos primeiros cristãos, que, sendo uma minoria minúscula, tinham de conquistar a imensa massa de povos idólatras. Mas o Senhor não disse que fossemos esparvoados, imbecis, cobardes, indiferentes, atoleimados, que nos deixássemos enredar pelas subtilezas astuciosas do Inimigo. Não nos mandou que fossemos passivos diante da injustiça, da mentira, da manipulação, do desamor. Pelo contrário, imperou-nos que amássemos radicalmente guerreando o mal e o pecado com a fortaleza que nos comunica pelo Seu Espírito. Se os cristãos, em particular os católicos, assim o tivessem feito aquando dos repetidos alertas de Pio IX, de Leão XIII, de Bento XIV, de Pio X, de Pio XI, de Pio XII, teriam impedido as monstruosas tragédias do comunismo, do nazismo, do fascismo. Quanta catástrofe, quanta hecatombe, quanto flagelo, quanta calamidade, quanta assolação, quanta violentíssima crueldade se teria evitado; quantas vidas poupadas, quantas almas salvadas, quantas famílias mantidas, quantas cidades inteiras, quantas nações em pacífica harmonia!

A alucinação geral contemporânea em que estamos mergulhados leva muitos a suporem que nos dias de hoje não existem, nem de longe nem de perto, perigos, mais ou menos, semelhantes. Esta enorme ilusão é já, evidentemente, uma consequência da programada mesmerização colectiva a que temos vindo a ser submetidos. Os alertas, então, do Bem-aventurado João Paulo II e os, agora, do Papa Bento XVI foram e são frequentes. Quereremos nós imitar a irresponsabilidade ou a insensatez das gerações que nos precederam deixando que as minorias malignas provoquem novas calamidades?

25. 01. 2013

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Researcher thinks Pius XII went undercover to save Jews

By David Kerr

.- The Jewish New Yorker who has made it his life’s work to clear the name of Pope Pius XII of being anti-Semitic believes the wartime pontiff actually went undercover to save the lives of Jews in Rome.

Gary Krupp came across the evidence in a letter from a Jewish woman whose family was rescued thanks to direct Vatican intervention.

“It is an unusual letter, written by a woman who is alive today in northern Italy, who said she was with her mother, her uncle, and a few other relatives in an audience with Pius XII in 1947.” Next to Pope Pius during the meeting was his Assistant Secretary of State, Monsignor Giovanni Montini, the future Pope Paul VI.

“Her uncle immediately looks at the Pope and he says, ‘You were dressed as a Franciscan,’ and looked at Montini who was standing next to him, ‘and you as a regular priest. You took me out of the ghetto into the Vatican.’ Montini immediately said, ‘Silence, do not ever repeat that story.’”

Krupp believes the claim to be true because the personality of the wartime Pope was such that he “needed to see things with his own eyes.”

“He used to take the car out into bombed areas in Rome, and he certainly wasn't afraid of that. I can see him going into the ghetto and seeing what was happening,” says Krupp.

Krupp and his wife Meredith founded the Pave the Way Foundation in 2002 to “identify and eliminate the non-theological obstacles between religions.” In 2006 he was asked by both Jewish and Catholic leaders to investigate the “stumbling block” of Pope Pius XII’s wartime reputation. Krupp, a very optimistic 64-year-old from Long Island, N.Y., thought he had finally hit a wall.

“We are Jewish. We grew up hating the name Pius XII,” he says. “We believed that he was anti-Semitic, we believed that he was a Nazi collaborator—all of the statements that have been made about him, we believed.”

But when he started looking at the documents from the time, he was shocked. And “then it went from shock to anger. I was lied to,” says Krupp.

“In Judaism, one of the most important character traits one must have is gratitude, this is very important, it is part of Jewish law. Ingratitude is one of the most terrible traits, and this was ingratitude as far as I was concerned.”

Krupp now firmly agrees with the conclusions of Pinchas Lapide, the late Jewish historian and Israeli diplomat who said the direct actions of Pope Pius XII and the Vatican saved approximately 897,000 Jewish lives during the war. Pave the Way has over 46,000 pages of historical documentation supporting that proposition, which it has posted on its website along with numerous interviews with eye-witnesses and historians.

“I believe that it is a moral responsibility, this has nothing to do with the Roman Catholic Church,” says Krupp, “it has only to do with the Jewish responsibility to come to recognize a man who actually acted to save a huge number of Jewish lives throughout the entire world while being surrounded by hostile forces, infiltrated by spies and under the threat of death.”

Krupp explained that Pope Pius used the Holy See’s global network of embassies to help smuggle Jews out of occupied Europe. In one such instance, the Vatican secretly asked for visas to the Dominican Republic– 800 at a time – to aid Jewish rescue efforts. This one initiative alone is estimated to have saved over 11,000 Jewish lives between 1939 and 1945.

Closer to home, the convents and monasteries of Rome—neutral territory during the war—were used as hiding places for Jews.

Krupp speculates that the wartime actions of Pope Pius XII, whose birth name was Eugenio Pacelli, can be further understood in the light of his own personal history. His great boyhood friend was Guido Mendes who hailed from a well-known Jewish family in Rome. Together they learned the Hebrew language and shared Shabbat dinners on the Jewish Sabbath.

Later, upon his election to the papacy in 1939, A.W. Klieforth, the American consul general in Cologne, sent a secret telegram to the U.S. Department of State explaining Pope Pius’s attitude towards Nazism in Germany.

The new Pope “opposed unalterably every compromise with National Socialism,” Klieforth wrote, after a private chat with the pontiff in the Vatican. The two men had got to know each other during Archbishop Pacelli’s 12 years as nuncio in Germany.

Pope Pius, explained Klieforth, “regarded Hitler not only as an untrustworthy scoundrel but as a fundamentally wicked person,” and “did not believe Hitler capable of moderation.” Hence he “fully supported the German bishops in their anti-Nazi stand.”

Krupp describes the reputation of the wartime Pope as both glowing and intact until 1963, when German writer Rolf Hochhuth penned his play “The Deputy.” It portrayed Pope Pius as a hypocrite who remained silent about Jewish persecution.

The Pave the Way website carries evidence from a former high-ranking KGB officer, Ion Mihai Pacepa, who claims that the tarnishing of the Pope’s reputation was a Soviet plot.

Krupp explains how the communists wanted to “discredit the Pope after his death, to destroy the reputation of the Catholic Church and, more significantly to us, to isolate the Jews from the Catholics. It succeeded very well in all three areas.”

But he also firmly believes that a fundamental revision of Pope Pius’s wartime record is now well underway. “The dam is cracking now, without question,” he says.

Ironically, perhaps, Krupp says he meets more resistance when he speaks at Catholic parishes than in Jewish synagogues. “Many Jews,” he explains, “have been extremely grateful, saying, ‘I’m very happy to hear that. I never wanted to believe this about him,’ especially those of us who knew him, who were old enough to know him.”