quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Yes, gays have often been the victims of prejudice. But they now risk becoming the new McCarthyites

By Melanie Phillips

Here’s a question ­shortly coming to an examination ­paper near you. What have mathematics, geography or science to do with homosexuality?

Nothing at all, you say? Zero marks for you, then.

For, mad as this may seem, schoolchildren are to be bombarded with homosexual references in maths, geography and ­science lessons as part of a Government-backed drive to promote the gay agenda. Read more

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Corações ocos


por Baptista-Bastos
In DN

"Velhos, ó meus queridos velhos, saltem-me para os joelhos: vamos brincar?" Alexandre O' Neill

O número perturbador de velhos portugueses que morreram sós, e estiveram anos sem ninguém disso dar conta, permitiu uma série de piedosas declarações. A "atomização da sociedade", de que falou, admiravelmente, Simone de Beauvoir, num ensaio esquecido mas não datado [La Vieillesse], facilitou o sistema em que sobrevivemos, e que "confina com a barbárie."

Os nossos velhos pagam, amarga e dolorosamente, as nevroses das suas infâncias e as consequências das suas vidas frustradas, esmagadas, irrealizadas e aceitas com a resignação de quem foi alienado para consentir o inevitável declínio. A velhice, tal como as sociedades modernas a tratam, é uma questão de anomalia política, uma mutilação. Podíamos, talvez, atenuar essa violência, essa desolação social, com um pouco de compaixão.

Porém, autorizámos que nos esburacassem os sentimentos. Reparem: deixámo-nos de nos cruzar uns com os outros: simplesmente, atravessamo-nos; afastámo-nos da cordialidade, expulsámo-nos dos laços que nos uniam e justificavam como seres humanos e como comunidade. O nosso coração está oco.

Um país que abandona assim os seus velhos, que assim deixa morrer os seus velhos, é um sítio sem memória, um vácuo no vácuo. Um local inóspito que perdeu a ligação do espiritual e foi ocupado pela desordem estabelecida. Mas os sobressaltos de emoção são momentâneos. A dialéctica da Imprensa impede a durabilidade das nossas indignações, já de si muito ténues e muito frágeis. Os velhos mortos na solidão de todas as mortes serão substituídos pela inclemência da eterna actualidade. Morrem e passam a número. A dissolução do humano assimilou os nossos mais pequenos gestos, as nossas mais escassas fraternidades. A vulgaridade dos factos torna-se banalidade. Chega a ser indecoroso o lado mau da vida que os jornais expõem. Mas é assim. E o que assim é tem muito peso. O peso escandaloso da insensibilidade.

Os nossos velhos não estão, apenas, a morrer nas suas casas geladas de calor humano. Estão a morrer nos jardins, sentados na distância de já haverem perdido o pessoal sentido de identidade. O tempo flui neles e sobre eles, e já lhes não interessa, sequer, a desolação do seu fim de vida. Estão a morrer em caixotes horrendos, os paióis para onde são despejados como inutilidades que se desprezam.

E os jornais vão fornecendo números, levando, finalmente, para as primeiras páginas, aqueles que sempre as tinham merecido. Não gostamos dos nossos velhos. Abandonamo-los nos hospitais, rasuramos da nossa memória os seus afagos de pais e avós, as atenções que nos concederam, o amor que nos ofereceram sem contingências.

Que estamos a fazer a nós próprios?


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A Falta de Caridade e o 11 do 2


1. Não sofre dúvida que a maior acusação que se pode fazer a um discípulo de Cristo é a de que não tem Caridade. Uma vez que Deus é Amor e que Jesus Cristo é o mesmo Incarnado, que nos amou até ao extremo, e nos deixou como novo e definitivo Mandamento o de amarmos como Ele nos amou não pode haver maior ingratidão nem maior dissemelhança com o Criador e Redentor do que arredar-se da caridade, isto é, do amor. Por isso S. Paulo nos adverte que sem amor verdadeiro, sem caridade, nada somos e nada nos aproveita.

São tão numerosas as vezes que, por causa dos meus textos, tenho sido arguido, por amigos e desconhecidos, de falta de caridade, que já lhe perdi a conta. Não competirá pois a um monstro medonho como eu colocar em dúvida a infabilidade destes cristãos amorosos que têm a bondade de assim me distinguir. No entanto, não deixo de atentar, com alguma surpresa, que nunca deles ouvi a mesma invectiva em relação a outras pessoas, cristãs ou não, a propósito dos temas que costumo abordar.

Nunca, mas mesmo nunca, escutei essa acusação dirigida aos grandes responsáveis pela legalização (1984) e depois pela liberalização (2007) do aborto. Nem Zita Seabra, nem Álvaro Cunhal, nem Mário Soares, nem Odete Santos, nem Manuel Alegre, nem António Guterres, nem Ramalho Eanes, Jorge Sampaio, nem Francisco Louçã, nem Fernando Rosas, nem José Sócrates, nem Pedro Silva Pereira, nem Maria Barroso, nem Maria de Belém, nem José Saramago, nem Miguel Oliveira e Silva, nem Luís Graça, nem António Correis de Campos, nem Ferreira do Amaral (o economista), nem Helena Matos, nem José Manuel Fernandes, nem Frei Bento Domingues, nem P. Anselmo Borges, nem Aníbal Cavaco Silva, nem Paulo Portas, nem Marcelo Rebelo de Sousa, nem Fernando Nobre, nem Eurico Reis, nem Maria José Nogueira Pinto (que autorizou o abortamento, quando dirigia a Maternidade Alfredo da Costa, de crianças nascente anencéfalas), nem os membros a APF, nem o pessoal da “clínica” dos Arcos, etc., etc., etc.

Temos pois que escangalhar e retalhar crianças decapitando-as, decepando-as, envenenando-as, queimando-as, triturando-as, com a cumplicidade activa do estado que nos rouba nos impostos para tal, não é falta de caridade. Mas dizê-lo chamando as coisas pelos nomes, evitando eufemismos, isso sim é uma grave falta de amor; e se porventura se mostra por desenho, pintura ou fotografia o que sucedeu às vítimas então é puro terrorismo. O problema não é o matar mas sim o mostrar.

Que o homicida e o serial killer (por si ou por interpostas pessoas), se apresentem como pessoas de bem, enganando e manipulando as mentes dos desprevenidos e incautos servindo-se, para isso, de meios ingentes pagos com o dinheiro dos nossos impostos, não é falta de caridade. Desmascará-los porém é uma grandíssima injúria toda alheia ao amor fraterno e cristão.

Estar num hospital, num centro de saúde, ou numa clínica entretidos a aniquilar pessoas indefesas e totalmente inocentes, não é falta de caridade. Irromper por ali a dentro tentando impedir, mesmo que por meios pacíficos, ou dissuadir as mães grávidas ou o pessoal matador de levarem o seu intento adiante é motivo suficiente para chamar a polícia, ser levado a uma esquadra e apresentado a um juiz.

Se não se prestar o auxílio e socorro devido a uma pessoa nascida, em perigo, é crime; assistir a uma pessoa nascente também o é! Por outras palavras, ajudar uma pessoa nascida, em perigo, é um acto de caridade; fazer o mesmo em relação a uma nascente é uma barbaridade.

2. Assinei uma petição, para ser apresentada, à assembleia da república, por ocasião do quarto aniversário do referendo, inválido (jurídica e politicamente), sobre o aborto que serviu de pretexto para a sua liberalização factual, até às dez semanas de idade da criança, intitulada com o conhecidíssimo verso de Sophia: Vemos, ouvimos e lemos; não podemos ignorar. E se assinei é porque concordo. Não posso, no entanto, deixar de confessar que uns tempos depois, pensando naquele título, considerei como aquilo era falso para a maioria das pessoas.

De facto, raramente o assunto é abordado quer na rádio quer na imprensa – e quando o é, é-o enviesadamente e submergido numa torrente tamanha de notícias que se “afoga” desaparecendo num turbilhão -, para que se possa dizer que verdadeiramente ouvimos e lemos.

Se não ouvem nem lêem, muito menos vêem, porque não só a comunicação social mas, geralmente falando, os mesmos movimentos pró vida, em Portugal, censuram as imagens que mostram a realidade.

Ora acontece que apesar de ser o mostrengo que todos reconhecem e apontam, uma vez que sou Sacerdote não posso deixar de advertir quem me lê que é uma gravíssima falta de Caridade esconder, ocultar, disfarçar, distorcer a verdade; é uma gravíssima falta de amor estar implicado ou cooperar na matança de inocentes e também ser indiferente ao destino destes nossos irmãos mais pequeninos e vulneráveis que só nos têm a nós para os defender. Deixemo-nos de “coar mosquitos e engolir camelos”. E imploremos, neste 11 do 2, a intercessão de Nossa Senhora de Lurdes para que nos alcance de Seu Filho e nosso Salvador a verdadeira caridade e nos dê o desassombro da verdade.

Se em Portugal, quotidianamente se matassem, propositadamente, 53 pessoas já nascidas, que sururu e alvoroço aí não haveria!?

Nuno Serras Pereira

09. 02. 2011

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Were Nazis a homosexual, pagan cult?


That's the conclusion of updated classic 'The Pink Swastika'

It's a book that has been shunned from libraries.

It's a book that is disturbing, compelling and persuasive on its major point – that homosexuals dominated the German Nazi Party from its birth through its catastrophic demise.

It's a book that is vilified by America's "gay" activist establishment.

But it's also a highly footnoted, meticulously documented book whose primary sources include the best historical work on the rise and fall of the Third Reich. Keep reading

Entre Sexo e Género


por Pedro Vaz Patto


In Público – 05. 02. 2011


Tem sido noticiada a proposta dos partidos de esquerda para que na redacção do artigo 13º da Constituição da República, onde se consagra o princípio da igualdade e não discriminação e se faz referência ao sexo como um dos motivos de discriminação arbitrária, essa palavra seja substituída por género. Tornou-se corrente, na verdade, a expressão igualdade de género para designar algo que anteriormente era designado como igualdade entre sexos ou igualdade entre homem e mulher. Não se trata, no entanto, de uma simples e anódina actualização linguística. É bom alertar para o alcance ideológico da modificação: exigem-no a honestidade e transparência próprias de uma democracia autêntica. Uma questão fracturante está longe de merecer o consenso alargado próprio de um texto constitucional.


Estamos perante uma agenda de afirmação ideológica. Está em causa a afirmação da chamada ideologia do género (gender theory) e a sua tradução no plano legislativo. Parte esta teoria da distinção entre sexo e género. O sexo representa a condição natural e biológica da diferença física entre homem e mulher. O género representa uma construção histórico-cultural. Há apenas dois sexos: o masculino e o feminino. Há cinco géneros (ou até mais, de acordo com outras versões): o heterossexual masculino e feminino, o homossexual masculino e feminino e o bissexual. O sexo é um fato empírico, real e objectivo que se nos impõe desde o nascimento. A identidade de género constrói-se através de escolhas psicológicas individuais, expectativas sociais e hábitos culturais, e independentemente dos dados naturais. Para estas teorias, o género assim concebido deve sobrepor-se ao sexo assim concebido. E como o género é uma construção social, este pode ser desconstruído e reconstruído. As gender theories sustentam a irrelevância da diferença sexual na construção da identidade de género, e, por consequência, também a irrelevância dessa diferença na relações interpessoais, nas uniões conjugais e na constituição da família. Daqui surge a equiparação entre uniões heterossexuais e uniões homossexuais. Ao modelo da família heterossexual sucedem-se vários tipos de “família”, tantos quantas as preferências individuais e para além de qualquer “modelo” de referência.


É um novo paradigma antropológico, uma verdadeira “revolução cultural” que representa a ruptura com a matriz judaico-cristã da nossa cultura («Homem e mulher os criou - afirma o Génesis), mas também com um dado intuitivo da razão universal (A espécie humana não se divide entre heterossexual e homossexual, mas entre homens e mulheres – afirmou a propósito o político socialista francês Lionel Jospin).


Pretende-se impor esta ruptura desde cima, desde as instâncias do poder. Ela não surge espontaneamente da sociedade civil e da mentalidade corrente. Pretende-se transformar através da política e do direito essa mentalidade. E o que está em causa não é um aspecto secundário, mas referências culturais fundamentais relativas à relevância da dualidade sexual. Admitir que a Lei sirva propósitos destes, numa pretensa engenharia social, revela tendências mais próprias de um Estado totalitário do que de um Estado respeitador da autonomia da sociedade civil.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

À Volta do Voto - P. Gonçalo Portocarrero de Almada

A Igreja, a abstenção e o voto útil

In Voz da Verdade

Nas eleições presidenciais a abstenção ultrapassou os cinquenta por cento. Há quem entenda que o generalizado abstencionismo é um voto de protesto da maioria dos eleitores. Sobre esta questão, quisemos ouvir o Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada.

1. Nas vésperas das eleições presidenciais, assinou dois artigos de opinião que foram entendidos como uma tentativa de influenciar o voto dos cristãos.

P.GPA – Foram então muito mal entendidos, porque tive o cuidado, precisamente para não dar azo a esse tipo de leituras, de não referir nenhuma candidatura, nenhum nome de nenhum candidato, nem nenhum partido ou força política. Também não abordei questões de política partidária, nem emiti qualquer juízo sobre matéria opinável.

2. Mas a alusão ao voto inútil e ao voto em consciência não era, de algum modo, um convite a não votar na candidatura presidencial vencedora?

P. GPA – Era, sobretudo, uma chamada de atenção contra o relativismo a que necessariamente se apela quando se recorre ao argumento do voto útil, e um apelo para a necessidade de votar em consciência. Confesso que me repugna a impunidade política dominante e uma atitude indulgente dos eleitores significa uma certa cumplicidade com essas incoerências.

3. Mas isso não implica um juízo moral dos candidatos?

P. GPA – Enquanto pessoas, é óbvio que ninguém os deve julgar, mas os seus actos políticos podem e devem ser objecto de apreciação moral. Se um candidato defraudar sistematicamente as legítimas expectativas dos seus eleitores e esse facto não tiver quaisquer consequências, é caso para dizer que, em política, o crime compensa. É esta perversa lógica que me pareceu importante denunciar.

4. Mas é evidente que os artigos desfavoreciam a candidatura presidencial que veio a ganhar as eleições, embora com um resultado muito inferior ao total das abstenções.

P.GPA – Pelo contrário, porque em vez de considerar em pé de igualdade todas as candidaturas, afirmei sempre que, se algumas não seriam de modo nenhum admissíveis para um cristão coerente, outras, como a que veio a ganhar, poderiam ser uma opção lícita, em virtude do princípio do mal menor, para quem se revê na Doutrina Social da Igreja.

5. Então, como explica algum mal-estar suscitado por esses seus artigos de opinião?

P. GPA – Não creio que haja motivo para essa admiração se tivermos presente que a pregação de Jesus Cristo também causava escândalo, sobretudo entre os fariseus e os pusilânimes. Hoje, seria preciso acrescentar também os inimigos da liberdade e da Igreja.

6. Como assim?!

P. GPA – O voto dos cristãos é sempre apetecível, nomeadamente num país cuja matriz cultural é essencialmente cristã. Por isso, há sempre quem queira apropriar-se desse voto, recorrendo ao argumento do «voto útil»: os cristãos devem votar e devem votar bem, isto é, votar na candidatura menos má.

7. Mas, não é correcto este argumento?

P. GPA – Claro que não! Ninguém, mesmo sendo católico, é dono do voto dos cristãos, nem a Igreja pode ficar refém de nenhuma força ou partido político. Que os fiéis possam votar na candidatura menos má não quer dizer que estejam obrigados a votar nela, porque também é moralmente legítimo o voto em outras candidaturas, desde que compatíveis com a fé cristã, bem como a abstenção, o voto em branco ou o voto nulo.

8. De todos os modos, uma tal atitude parece, em termos políticos, pouco razoável e pouco ou nada construtiva.

P. GPA – Talvez, mas em termos morais, que são os únicos que me interessam, é importante defender a liberdade da Igreja e a dos fiéis nestas matérias. Acho curioso que os mesmos políticos que apelaram energicamente à participação no sufrágio e censuraram, com azedume, a abstenção, foram também os que impediram essa mesma participação, quando excluíram a possibilidade de um referendo sobre o casamento de pessoas do mesmo sexo, que dezenas de milhares de eleitores tinham pedido.

9. Mas, não lhe parece que se trata de uma questão eminentemente política?

P. GPA – Antes de o ser, é ética e pastoral. Depois de publicados os artigos que referiu, muitos fiéis confidenciaram-me que tinham ficado muito aliviados nas suas consciências, porque erradamente pensavam que estavam obrigados a votar e a votar útil, apesar disso lhes parecer uma violência e uma falsidade, na medida em que não se identificavam minimamente com nenhuma candidatura. É missão dos pastores esclarecer as almas dos fiéis sobre estas questões e defender a sua liberdade de consciência.

10. De todos os modos, não teria sido mais conveniente que esse esclarecimento não tivesse ocorrido em plena campanha eleitoral?

P. GPA – Desculpe-me a ingenuidade, mas pensava que a campanha eleitoral servia precisamente para abordar estes assuntos. É recorrente essa tentativa de amordaçar a Igreja, com a desculpa de que se não deve intrometer em política. Nas vésperas do referendo do aborto, também não faltou quem quisesse silenciar a Igreja, mas os pastores devem pregar a vida nas vésperas dos referendos, nos dias dos referendos e nos dias seguintes aos referendos, porque a nossa agenda é o Evangelho e não o calendário político ou eleitoral.


P. Gonçalo Portocarrero de Almada

No ‘moral certainty’ that brain death is really death: prominent Catholic ethics professor Brugger

by Hilary White

OME February 4, 2011 (LifeSiteNews.com) – A prominent American professor of Catholic medical ethics has said that in “brain death” criteria there is no “moral certitude” that a patient is really dead, a condition laid out by Popes John Paul II and Benedict XVI as necessary for removing organs.

The available evidence, he said, “raises a reasonable doubt that excludes ‘moral certitude’ that ventilator-sustained brain dead bodies are corpses.”

Professor E. Christian Brugger, a Senior Fellow of Ethics at the Culture of Life Foundation gave this judgment in a question and answer article published today by the Rome-based news agency Zenit.

Brugger quoted Pope John Paul II, who told a congress on organ transplants that death is “a single event consisting in the total disintegration of that unity and integrated whole that is the personal self.”

“Although we cannot identify the event directly, we can identify biological signs consequent upon the loss of that unity,” said Brugger. But according to many experts, those biological signs are not present in “brain death” cases.

In his address to the 2000 organ transplant conference, Pope John Paul II had said that when “rigorously applied” brain death criteria “does not seem to conflict with the essential elements of a sound anthropology” but that this judgment must reach “moral certainty.”

Brugger suggests, however, that this statement does not “properly speaking” qualify as an authoritative statement of the magisterium, since the Church’s authority extends to matters of faith and morals. The validity of “brain death,” however, is based upon a “scientific premise that such and such empirical indicators correspond to an absence of human life.”

“This is a technical matter bearing on the adequacy of those indicators for accurately signifying that death has occurred,” he pointed out.

Brugger references the research of D. Alan Shewmon, which, he says, “demonstrates conclusively that the bodies of some who are rightly diagnosed as suffering whole brain death express integrative bodily unity to a fairly high degree.”

In fact, he says, “brain dead” patients on ventilator support “have been shown to undergo respiration at the cellular level … assimilate nutrients … fight infection and foreign bodies … maintain homeostasis … eliminate, detoxify and recycle cell waste throughout the body; maintain body temperature; grow proportionately; heal wounds … exhibit cardiovascular and hormonal stress responses to noxious stimuli such as incisions; gestate a fetus … and even undergo puberty.”

All of this, says Brugger, would seem to indicate that “brain death” fails to meet Pope John Paul’s definition of death as “the total disintegration of that unity and integrated whole that is the personal self.”

The controversy over organ transplants stems from the widespread application of various “brain death” criteria, as well as so-called “non-heart beating” death criteria to determine whether organs can be removed from a patient on life support. Physicians, eager to obtain organs, are routinely removing organs from patients whose vital signs are still strong, while family members frequently report being placed under heavy pressure to consent to organ “harvesting.”

This problem, however, has yet to be thoroughly addressed by the various relevant Vatican offices, with a strong trend among officials in favor of brain death criteria.

In November 2009, Pope Benedict XVI gave an address to a prestigious international conference on organ transplants in which he warned that the principle of moral certainty in determining death must be the highest priority of doctors. In its roster of speakers, that conference, partially sponsored by the Vatican’s own Pontifical Academy for Life, did not address the moral issue that is at the heart of the controversy over organ transplants.

The pope said, however, that donation of organs can only be licit if it does not “create a serious danger” to the health of the donor.

“There must not be the slightest suspicion of arbitrariness. Where certainty cannot be achieved, the principle of precaution must prevail,” he warned. Benedict added, “Informed consent is the precondition of freedom, so that the transplant has the characteristic of a gift and cannot be interpreted as an act of coercion or exploitation.”

Despite the uniformly positive approach of conference attendees towards brain death criteria, the pope’s statement was taken by many as a ringing warning.

The following February, at a separate conference on “brain death,” an international gathering of medical, neurological and philosophical experts roundly condemned the criteria, saying that they result in the deaths of patients by premature removal of organs.